O Público que publicou, passe a redundância, artigos dementes como os 18 mil bebés mortos em 48 horas ( uma mentira do Tom Fletcher da ONU, já assumida por ele como “lapso”), ou os 180 mil mortos ( um delírio do Lancet, também desmentido pelos autores que explicaram tratar-se um modelo matemático e não de números reais. O próprio Hamas situa as vítimas da guerra em 70 mil, não distinguindo combatentes e as mais de 1500 crianças soldado que eles próximos no obituário reconheceram serem combatentes ), e nunca se interessou pelos Bibas, pelos órfãos israelitas ou pelas 42 crianças feitas refém, torturadas, obrigadas a ver os pais mortos e a gravarem vídeos, acusa outros de “propaganda”.
O Público abandonou o jornalismo para servir uma franja cada vez menor de leitores e eu tenho muita pena de ver o que foi um jornal de referência transformado nisto.
Não gostei de parte do conteúdo publicado pelos influencers durante esta viagem que, com exceção de 3 ou 4,nada percebem de Israel ou do conflito, mas elogio-lhes a coragem física e intelectual de irem ver com os próprios olhos ao contrário dos jornalistas/ activistas.
Já agora quantas viagens fizeram e fazem os jornalistas do Público a convite de governos estrangeiros, de empresas ou de outras organizações ?
Portugal atravessa duas pseudo-crises simultâneas.
No Ministério da Educação, uma falha de execução na correcção digital dos exames nacionais, grave para os alunos e famílias que a sofreram, mas já em resolução, com as notas publicadas e o calendário de acesso ao ensino superior intacto. Na Administração Interna, uma questão de procedimento e de ética em torno do ministro, sem indício de crime até hoje conhecido.
Dois casos reais, com falhas reais. Nenhum com dimensão de crise. E é essa a primeira distinção que se perdeu: gravidade não é dimensão. Um caso pode ser sério para quem o vive e menor à escala do Estado.
Repare-se, depois, na geometria. A pressão sobre a Educação vem da esquerda sindical e partidária, apontada ao ministro que era a vitrina reformista do Governo. A pressão sobre a Administração Interna vem sobretudo da direita radical ou populista, para quem a segurança é dossier existencial, engrossada pelos muitos inimigos que trinta anos de combate ao crime necessariamente geram.
Movimentos opostos na origem, idênticos na função: derrubar a peça mais valiosa do adversário. E estes dois ministros são sem dúvida “peças” valiosas.
E há aqui um inédito que merece registo: os dois extremos do espectro convergem objectivamente na mesma operação de desgaste, cada um pela sua porta, numa tentativa quase desesperada de forçar antes do Verão uma crise que a realidade não oferece.
A comunicação social não criou os casos. Mas escolheu a escala e o método. Num caso, o espiolhar da vida privada de um ministro, com devassa de residências e de família, sem proporção entre o que se procurava e o que se expôs. No outro, uma câmara de ressonância das críticas partidárias, amplificadas sem o filtro que distingue o jornalismo da militância.
Num ecossistema onde as queixas contra um governo de centro-direita encontram eco natural, e numa lógica crescente de espectáculo e de clickbait, o menor foi inflacionado até ao tamanho de caso de Estado, com a criticidade insistente a substituir a hierarquização criteriosa.
E o custo é maior do que parece. Cada excesso destes queima o capital mais escasso dos media tradicionais, que é a confiança. Quando o leitor deixa de encontrar rigor, isenção e hierarquia, e passa a suspeitar que se compram agendas políticas, o jornalismo perde exactamente aquilo que o distinguia do ruído das redes que diz combater.
Não se pede menos escrutínio. Pede-se mais exigência. O espírito jornalístico mede-se menos pela intensidade da crítica do que pela justeza da escala, e a contenção não é submissão ao poder: é a forma superior do rigor.
No fundo, é de provincianismo que se trata. Um sistema político-mediático que trata trapalhadas administrativas e dossiers pseudo-éticos como casos de regime é um sistema que nunca enfrentou uma crise a sério, e comporta-se como tal. Basta o teste de realidade.
A economia cresce, devagar mas cresce. O desemprego é baixo. Há paz social e estabilidade institucional.
Outras sociedades europeias atravessam transformações dolorosas; há países em guerra e países devastados. A crise que entre nós se anuncia não existe no país. Existe apenas no sistema que precisa dela.
Quem fabrica crises na abundância da estabilidade confessa que não saberia reconhecer uma verdadeira. E um país que se habitua a tratar o menor como maior chegará desarmado ao dia em que o maior chegar.
A campanha e o método
Conheço Luís Neves desde os catorze anos. Nunca fomos muito próximos. As nossas vidas correram paralelas, a minha nos serviços de informações, a dele na Polícia Judiciária.
Este texto não é a defesa de um amigo. É a análise de um método. E escrevo com a autoridade de quem foi alvo do mesmo.
Cometi erros, erros que tiveram consequências, incluindo no plano criminal, mas cometidos, na minha convicção de então e de hoje, na defesa do próprio Estado.
Quem passou por isso aprende a distinguir o escrutínio legítimo da campanha que apenas visa deitar alguém abaixo, por política, por inveja ou por qualquer outro motivo.
Primeiro, a substância.
Nada do que foi publicado configura, até hoje, indício de crime. Existem questões de procedimento e de ética, de lana caprina face ao que se insinua, e essas têm sede própria de avaliação, com contraditório.
Podem e devem ser escrutinadas. Não é disso que se trata aqui.
Segundo, o método.
Drones sobre propriedade privada. Entrada em terrenos alheios. Exposição das residências e da família de um homem que dirigiu a Unidade Nacional Contra-Terrorismo e a Polícia Judiciária e que, por isso, tem inimigos reais e permanentes. A prova relevante é documental, não visual.
Quem tem provas não precisa de tropelias. Isto não é jornalismo de investigação. É jornalismo que parte da bufaria.
E, tratando-se do titular da segurança interna, é um problema objectivo de segurança do Estado.
Terceiro, a mecânica. Estas campanhas visam fabricar uma aparência de suspeita que funcione como profecia a cumprir: pressionar o Ministério Público para que a acusação surja, sabendo-se que tantas acusações assim geradas nunca chegam a condenação.
Nessa altura, porém, o objectivo já foi atingido: a anulação pública e política. Conheço o guião.
E há a pena antecipada. Luís Neves já está a pagar, na praça pública das redes sociais, um julgamento sem processo, sem prova e sem defesa, feito de visões redutoras do mundo.
Há erros de vida e falhas de avaliação que nada têm de crime.
Mas a sociedade informacional amplifica a falha menor e abafa o essencial: um percurso que deu à Polícia Judiciária credibilidade internacional e eficácia acima da média.
Um homem que o Estado deveria propor para condecoração está a ser consumido por aquilo que de pior temos como país.
O escrutínio é um dever da democracia. A bufaria organizada é a sua corrupção.
Este caso já não é sobre Luís Neves.
É sobre quem organiza a campanha e sobre o que pretende conseguir e cobrar.
✯🌈☭🚩 Ora então camaradas da luta, vamos lá recapitular a vossa vidinha:
✅ 2011: Greve de professores durante o período dos exames nacionais.
✅ 2013: Greve convocada para os primeiros dias dos exames nacionais (7 e 11 de junho).
✅ 2018: Greves às avaliações e durante o período dos exames, com impacto na realização das provas.
✅ 2023: Greves coincidentes com o período de provas e exames.
✅ 2026: Greve prometida pela FENPROF durante todo o período dos exames nacionais, incluindo vigilância, secretariado e classificação das provas.
❌ Mas o grande escândalo de 2026 é a correção digital das provas. Os alunos, os alunos, sempre a pensar nos alunos. Não me ph@dam.🥸
Modernizar a correção, corrigindo as falhas que surgiram? Não?? Aparentemente isso já é o fim da escola pública....
Noa Marciano era uma adolescente de 19 anos. Foi feita refém a 7.10 e morta pelo Dr. Mengele de Gaza com uma uma injeção de ar nas veias. O vídeo da execução foi enviado à família.
Entretanto por estes dias o médico-terrorista ( que entrará nas estatísticas como “médico”) foi neutralizado pelas IDF.
Não ficará vivo nenhum dos envolvidos no 7.10 demore o que demorar.
Hugo Soares fez estragos.
“A SIC ontem teve um professor aqui em estúdio. Manifestou estados de ansiedade por ter de corrigir estas provas… O Sr. Professor era candidato do Bloco de Esquerda a uma junta de freguesia. Evidentemente, tinha um interesse partidário.”
Absoluto cinema! 🔥
A ONU veio ontem reconhecer que o Hamas rouba ( até 90 por cento) da ajuda humanitária em Gaza.
Os episódios de subnutrição - a que os histéricos anti-semitas chamaram “fome generalizada”, uma das muitas mentiras deste conflito - tem apenas UM responsável: os terroristas do Hamas.
É interessante olhar-se para os relatórios da ONU, insuspeita de gostar de Israel , para se constatar que Gaza recebe ajuda humanitária e água muito acima das suas necessidades e muito acima de qualquer população em qualquer conflito do mundo.
Acordem pá !
🍿À espera dos comentários dos comentadeiros desportivos da CNN irritados com a escolha de Francisco Conceição e não Cristiano Ronaldo, para a entrevista de hoje da selecção! 🤭
#mundial#seleccaoportuguesa@cnnportugal
Agora na @cnnportugal no programa arena o "expert" Rui Pereira dos Santos é um completo tótó! 🤦♀️ O Coronel José Carmo, bem arrasou-o completamente! Nem com um desenho ele chega lá! 🙄