Emocionado pelo prêmio Stigler que recebi pelo artigo "Racial social norms among Brazilian students: Academic performance, popularity, and racial identification". Agradeço aos meus coautores Naercio, Alysson, ao @Insper_Research ao CEM pelo apoio. https://t.co/SseU7Lxp2I
היום עולה לאויר עונה 5 של פאודה.זו לא עוד עונה או תסריט.עונה שונה, שנוגעת בטבח והאסון הכי קשה שידעה מדינת ישראל, ה 7 באוקטובר.אנחנו גאים בעונה הזו אולי יותר מקודמותיה, בגלל החשיבות שלה, הנגיעה בעצב החשוף, ועצם זה שתביא לכל נקודה בעולם את הסיפור של הטראומה האישית והלאומית של כולנו
Phenomenal piece by @MattiFriedman on "Gazology", the novel genre of writing that uses Gaza not as a subject but as a stage—for psychodrama, personal vanity, a quest for meaning, a metaphysics of evil. Everything except the strip of land and its inhabitants. https://t.co/gVXWd8otaq
Anti-Zionism is antisemitism when it says that:
* Of all countries in the world, only the state of the Jews should vanish.
* Of all alleged colonial powers, only the state of the Jews should vanish.
* Of all alleged ethnic cleansers, only the state of the Jews should vanish.
* Of all alleged genociders, only the state of the Jews should vanish.
* Of all alleged apartheid regimes, only the state of the Jews should vanish.
Oh, and only the state of the Jews is guilty of all those alleged crimes without any need of due process.
I hope you are beginning to suspect there’s a common pattern.
Prayer on behalf of Israel.
Guardian of Israel, stretch out Your hand over the land and its people.
Shield every Israeli home and every plot of earth;
guard our pilots who rise into the heavens in peril,
and bring them back in peace.
Stand as a wall of fire against the missiles of our enemies.
Watch over my brothers and sisters in Israel,
and let life prevail.
#OPINIÃO
📝 Leonardo Avritzer e Daniel Strum | Da sociologia crítica ao antissemitismo nas redes. Análise racista de Jessé Souza exemplifica a transposição da fronteira entre o acadêmico e o influenciador irresponsável.
https://t.co/NGsGuyyB15
Heureux comme un Juif en France
👉 Entretien avec Delphine Horvilleur : "L'antisémitisme est le symptôme d'une violence qui s'abat sur tout le monde"
👉 Parlez-vous le patois antisémite ?
👉 Extrême droite israélienne : le bon plan de l'antisémitisme
En vente mercredi !
Fazer revisão sistemática de literatura nunca foi tão necessário (dado o volume diário de produção científica) e tão fácil (dado os recentes avanços computacionais). Preparei um tutorial em R que vai te ensinar a buscar, limpar, catalogar e ilustrar o passo a passoa da sua revisão sistemática. Mais fácil do que isso impossível.
ps. se vc me ajudar com um RT aqui e deixar o seu e-mail, eu te mando um brinde 0800
https://t.co/DjeO9MW3hV
@yudapearl Actually historians show that it took a while for us to migrate from monolatry to monotheism... Possibly only after the return from Babylon or later. Hence, much of the Abraham tale is an ex-post myth.
Costumo sentir vergonha da minha amada FFLCH dia sim e no outro também, mas este rompimento tão vexatório, ridículo, nonsense e estúpido que fica aquém do próprio sentimento de pudor.
Este video é um depoimento muito importante de uma jovem negra, trabalhadora e moradora da periferia de São Paulo que estuda Letras-Hebraico na USP.
No seu depoimento, ela chora e pede para que a congregação da FFLCH não rompa o acordo com a Universidade de Haifa, porque é a única possibilidade de intercâmbio que o curso tem.
Mas a turba antissionista racista definiu que tudo ligado ao estado judeu é abominável e que a melhor maneira de lidar é boicotando tudo que israel produz.
EDITORIAL | USP se dobra à intolerância - “Ao romper com Haifa, a FFLCH não fez um gesto de coragem. Fez um gesto de rendição. Rendeu-se ao anti-intelectualismo, ao sectarismo, ao linchamento performático”. Leia o texto completo em @opiniao_estadao > https://t.co/nMQjy6XQTy
A StandWithUs Brasil vem a público lamentar profundamente a decisão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), aprovada em 23 de outubro de 2025, de dar fim ao convênio com a Universidade de Haifa.
A Universidade de Haifa é uma instituição de altíssimo nível acadêmico e grande diversidade – 42% de seus 18 mil alunos são árabes –, sendo um ambiente plural, diverso e comprometido com a pesquisa, o diálogo e a cooperação internacional. Essa representatividade também é observada na heterogeneidade do corpo docente da universidade, composto judeus, árabes, drusos, cristãos, muçulmanos e muitos outros grupos nacionais e étnicos. A própria reitora da universidade, Mouna Maroun, é uma árabe cristã.
O rompimento de laços com a instituição é parte de um boicote não apenas injusto, mas contraproducente, que fere de modo coletivo alunos, professores e pesquisadores do Brasil e de Israel. Ao tomar a decisão, a FFLCH ignorou tal diversidade e usou como justificativa a guerra na Faixa de Gaza, apesar do acordo de cessar-fogo em vigor.
Repudiamos a resolução profundamente equivocada e que em nada contribui para a produção do conhecimento acadêmico, tampouco para a paz. Pelo contrário, trata-se de uma forma de punição coletiva à sociedade civil israelense.
Lembramos que, assim como a USP, a Universidade de Haifa não representa os interesses e decisões de qualquer governo, o que reforça a total incoerência do boicote.
Além disso, o fim do convênio prejudica os próprios alunos brasileiros da USP, que perderão importantes oportunidades de diálogo e trocas culturais e acadêmicas.
Diante disso, solicitamos que a FFLCH–USP reconsidere a decisão e restabeleça o convênio com a Universidade de Haifa, reafirmando seu compromisso com a pluralidade de ideias e a produção do conhecimento científico. A StandWithUs Brasil coloca-se à disposição para dialogar com a comunidade acadêmica da USP e contribuir com iniciativas que fortaleçam o intercâmbio de ideias, a produção científica colaborativa e o respeito mútuo entre instituições de diferentes contextos geográficos e culturais.
O anúncio de cessar-fogo é uma notícia importante para todos que, há dois anos, acompanham, se indignam e lutam contra a intensificação do genocídio de Israel contra o povo palestino. Sabemos, no entanto, que um simples acordo não garante a liberdade da Palestina e mantém a Faixa de Gaza subjugada a uma lógica colonial. Já há diversas notícias que, mesmo em meio ao cessar-fogo, bombardeios ocorreram.
O governo sanguinário de Netanyahu é um agravante terrível, que precisa ser derrotado. Mas o problema vem de antes: desde 1948 a lógica do apartheid racista empenhada pelo sionismo subjuga o povo palestino em Gaza. Neste ponto, portanto, discordo do presidente Lula que disse se tratar apenas de um "problema com Netanyahu".
É um alívio ver a possibilidade de que as bombas cessem e assistir à libertação dos primeiros entre os milhares de palestinos mantidos reféns por Israel. Não é hora de baixar a guarda, comemoramos pelo arrefecimento da situação, mas temos que seguir cercando Gaza de solidariedade internacional. Palestina livre!