Porra vai toma no cu IMPOSSÍVEL jogar jogos sendo CLT nesse país, pqp
Tenho um notebook acer nitro que vale 4 pau, só a placa de vídeo maneira pra rodar jogo tranquilo SÓ ELA JÁ É 4 PAU E MEIO
Se eu vender meu notebook só da pra comprar a placa e ainda fico sem todo o resto vtmnc
Ai você pensa q dá pra comprar um ps5, da sim, nesse preço só o digital sem mídia física e ainda tenho q completar mais duzentao e ainda tem os jogo q é 500 cada na loja da sony
Nasci durante uma copa. Cresci durante uma copa. E prefiro morrer durante uma copa, alegremente hipnotizado por um jogo qualquer às uma da manhã de uma sexta-feira.
Copa do mundo é isso, é a suprema festa do globo com o único esporte democrático que o planeta já teve (apesar das tentativas americanas de aprisioná-lo). Nasci durante a bizarra copa de 98 e tenho uma solitária memória da copa de 2002 -- justamente o Cafu levantando a taça. Mas foi em 2006, a copa que considero a de maior potencial que já tivemos com uma efeméride de craques convocados, que cresci e perdurei durante dificuldades na família. Minha história é intrinsicamente ligada as copas e tenho muito orgulho disso, culminando na África em 2010 com muito Waka Waka e um futebol exemplar da minha querida Espanha (e a chegada paralela do meu cachorrinho até hoje vivo com 16 anos de idade).
Hoje começa mais uma e creio que o clima nessa é bem diferente da copa do Catar por exemplo. Há uma desconfiança quase que protocolar, uma desconfiança sorrateira, uma insegurança que por trás carrega talvez aquela mesma surpresa que me impactou em 2002: a de que o Brasil chega numa prateleira abaixo porém que chega sem pressão quase que nenhuma (tirando claro a que pressiona o técnico estrangeiro superfaturado) de passar por cima de geral.
Isso é uma coisa boa e algo que ajudou a Argentina de 22 por exemplo. O povo não ter o que esperar é a melhor sensação possível pros jogadores. Metade desse elenco não é conhecido pelas ruas do Brasil e não tem conexão com o público. A cobrança, novamente, é protocolar. É padrão pelo montante de estrelas no peito. Porém como nunca antes é mais leve do que anteriormente.
Não temos laterais, não temos um goleador definido e não temos torcida suficiente. Nos sobra a maravilhosa espontaneidade do arrepio, da supresa. Pra mim pelo menos é isso o que o Brasil faz de melhor. Nos pegar de surpresa ao admirar a beleza do Rio de Janeiro, a surpresa contagiante da música brasileira e a genialidade dinâmica de um drible não esperado. O Brasil é surpreendente em sua essência.