Miguel Morgado destrói, de cima a baixo, a defesa cega de Fernando Medina a Luís Neves.
Medina insiste na tese da “cabala” e garante que não existe qualquer suspeita. Miguel Morgado apresenta factos e desmonta toda essa narrativa.
👑🔥
Tenho recebido milhares de mensagens de apoio, de carinho e de ânimo. Muitos militantes têm-me lançado o apelo para sairmos à rua, organizarmos iniciativas e falarmos publicamente sobre o processo que enfrento. A todos, o meu sincero obrigada. Nunca esquecerei esta enorme onda de solidariedade.
Confesso que não era assim que idealizava o final da minha gravidez. Gostaria que estas últimas semanas fossem vividas com outra serenidade. Mas os meus avós ensinaram-me uma coisa que levo para a vida: as batalhas justas não se evitam, enfrentam-se.
É esse exemplo que quero transmitir ao meu filho. Que nunca se foge quando estão em causa os nossos princípios, a nossa história, a nossa cultura e o nosso país.
Enfrentarei o que for preciso para defender Portugal, a sua identidade e aquilo em que acredito. Fá-lo-ei com a mesma determinação de sempre e com a força que também me dão todos aqueles que, nestes dias, caminham ao meu lado.
Obrigada. Seguimos juntos! 🇵🇹❤️
A polícia inglesa não quer que este vídeo vitalize? Porque será? Vamos ajudar este rapaz que além de ter de defender-se dum autêntico guangue e bandidos de rua ainda foi preso pela polícia inglesa.
ACABOU!!!
Hoje não ganhámos só ao Braga. Ganhámos ao sistema, aos bastidores e à novela toda que é o futebol português. Tentaram de tudo, sabiam bem o que estava em jogo. Falharam.
Foram três pontos com sabor a vingança. Engulam.
A Ditadura da Benfica TV e a Ética à Moda de Lisboa
A realização dos jogos na Benfica TV está ao nível do que fazem as televisões estatais dos regimes autocráticos para proteger o poder instalado.
Quando está em causa um lance que possa prejudicar o Benfica, somos brindados com repetições até à náusea, de todos os ângulos possíveis, numa autêntica dissecação televisiva do lance.
Mas quando o erro pode ser em benefício dos da casa, as repetições desaparecem como por magia.
Estas práticas estalinistas têm um propósito claro: manipular a percepção pública dos lances, controlar a narrativa da discussão mediática e, em certos casos, até influenciar o próprio VAR.
É verdade que na cabine do VAR existem acesso a todas as câmaras. Mas também é verdade que os árbitros assistem à transmissão televisiva em directo e que o número de repetições funciona inevitavelmente como um sinal de alerta sobre a importância de um lance.
No último domingo, tal como já tinha sucedido no Benfica vs Alverca (onde o primeiro golo dos encarnados parece resultar de uma falta na recuperação de bola mas onde não houve uma única repetição) a BTV voltou a expor toda a sua ditadura editorial na transmissão do Benfica vs FC Porto.
Um exemplo claro: aos 16 minutos, Prestiani entra de sola sobre Martim Fernandes, num lance que coloca em causa a integridade física do jogador e que, à luz das Leis do Jogo, pode perfeitamente enquadrar-se como falta grosseira passível de cartão vermelho.
Quantas repetições houve?
Zero.
Outros exemplos não faltam: a falta assinalada a Deniz Gül no início do 2 tempo, por pretensa mão na bola quando esta já estava em posse de Fofana, que arrancava em campo aberto, ou o alegado pisão de Dedic sobre Martim Fernandes por volta dos 55 minutos (que me pareceu, no momento, involuntário).
E poderíamos recuar ainda ao Benfica vs Alverca: no golo anulado a Pavlidis por mão na bola, a repetição que permite perceber a infração só apareceu minutos depois de o VAR ter alertado o árbitro.
A BTV controla as imagens, o que dá, quantas vezes dá, quando dá e de que ângulo dá.
É a ética desportiva e a transparência à moda de (uma certa) Lisboa.
Se me causa estupefação que os clubes portugueses aceitem isto com resignação, já quanto às instituições que regem o futebol a surpresa é nenhuma.
Trata-se do Benfica.
E em Portugal já todos percebemos que com o Benfica ninguém se mete, a não ser para lhe dar cobertura.