A los brasileños habría que prohibirles expresamente ir a la Premier League o salir del país antes de los 21 años, llevan una década confundidos, sin identidad.
RENÉ SIMÕES: “Poucas vezes eu vi alguém tão mal educado desportivamente, como esse garoto Neymar. Trabalhei e trabalho com jovens e venho acompanhando e acredito que está na hora de alguém educar esse rapaz, ou nós vamos criar um monstro.
Nós estamos criando um monstro no futebol brasileiro.”
O Brasil só vai voltar a ganhar a Copa quando o técnico for brasileiro e os jogadores forem TODOS de times nacionais, de preferência sem título. Uma seleção de vira-latas caramelos com raça, desespero e raiva. Uma gente que jogue como se não houvesse amanhã, gente que dê banana para a cartolagem. Gente que calce chuteiras e não sapatinho de cristal.
The act itself does not move me, but In a world of 8 billion finding the other person who is the same sort of insane to do with with you is terribly romantic
Em entrevista para Alfonso Herrera, Anahí relembrou os graves problemas de saúde que enfrentou durante a Soy Rebelde Tour.
Ela contou que perdeu a audição temporariamente, contraiu covid durante a turnê e, posteriormente, influenza. Em São Paulo, começou a sentir fortes dores nas costelas e acreditou que pudesse estar novamente com covid ou até dengue. Após realizar exames, foi diagnosticada com uma grave infecção nos rins e recebeu a orientação médica de ser internada imediatamente.
"Eu disse: 'Como assim eu não vou ao show no Brasil? Como você acha que eu não vou? Estou esperando há 10 anos para voltar, como você acha que eu não vou ao show?' Fui para o show com uma dor que as mulheres que já foram mães vão me entender. Isso doeu mais do que dar à luz meus dois filhos. Foi a pior dor que já senti na vida.
Durante o show eu começava a sentir cada vez mais dor. Eu via os fãs preocupados comigo, pedindo para eu ir embora. A ambulância estava lá desde a primeira música e o médico dizendo: 'Vamos embora'.
Meu marido estava lá e o médico disse a ele: 'Ou eu a levo agora, ou hoje não posso me responsabilizar se acontecer alguma coisa'. E eu respondia: 'Não, não, não'.
Quando faltavam apenas três músicas para terminar o show, eu simplesmente não aguentei mais. Me colocaram na ambulância e fomos para o hospital.
No dia seguinte foi o único show que eu não consegui fazer e eu me senti horrível. Eu estava lá, internada, tomando soro, assistindo a tudo.
Eu disse: 'Não sei como vocês vão dar um jeito nisso, mas eu vou fazer o último show'. Me deram morfina porque eu não aguentava a dor. Me aplicaram morfina e eu consegui fazer o último show no Brasil. A verdade é que, entre a morfina e a dor, não dá para dizer que eu me lembro de tudo com clareza, porque é um medicamento muito forte.
Eu me sentia como se estivesse flutuando em uma nuvem, mas consegui fazer o show. Meus dois filhos foram e cantaram 'Rebelde'. Eu saí de mãos dadas com os meus dois filhos e foi assim que me despedi do Brasil."