O apresentador Zé Eduardo criticou, nesta sexta-feira (30), comerciantes que anunciaram restrições ao atendimento de eleitores de Lula (PT) após o resultado das eleições.
Durante o programa, o comunicador citou uma loja Alanes Conceito, ocalizada no Horto Florestal, em Salvador, cuja proprietária teria declarado que não queria clientes petistas. Para contestar a atitude, Zé Eduardo fez uma comparação com garis que se recusassem a recolher o lixo de eleitores de Bolsonaro.
“Nós somos garis e nós vamos deixar o lixo na sua porta. Tá bom assim também? Também não sou obrigado a carregar lixo de bolsonarista, se for desse jeito”, exemplificou.
O apresentador também cobrou providências do Ministério Público do Trabalho contra estabelecimentos envolvidos em episódios de discriminação política.
“Vocês são sem noção. Vocês perderam o equilíbrio mental. Vocês estão perdidos. Vocês não sabem assumir uma derrota”, disparou.
🚨AGORA: Após Flávio Bolsonaro se autodeclarar presidente, Anitta debocha:
"Hoje eu vim aqui me autodeclarar sem celulite. O que eu tenho vivido nos últimos momentos da minha vida é um golpe, porque eu treino!"
Essa mulher é uma comunicadora FODA PRA CARALHO pqp, ela tem uma didática pra entregar conteúdo político da forma mais carismática possível, virei beller
Alô EXÉRCITO DO LULA!
Quinta feira, dia 29/10, às 19:00h, teremos a primeira live com o maior Presidente da História do Brasil após as eleições!
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@LulaOficial@AndreJanonesMG
Todo valentão é um covarde. Quanto mais brada, quanto mais grita, mais covarde ele é.
De manhã, Flávio disse que não ia reconhecer as eleições e convocou seus seguidores a ir para as ruas.
À tarde, isolado pelo próprio partido, mudou o discurso e disse que ia liderar a oposição e que não desistiria do Brasil.
À noite, na calada da noite, fugiu do país. Não aguentou 24h sequer.
Flávio segue o roteiro do irmão foragido e do pai que tentou quebrar a tornozeleira e pegou o caminho da fuga.
Deixa para trás quem votou nele, quem acreditou neles. Mas nunca foi sobre o Brasil. Nunca foi sobre ser de direita ou ser conservador. Sempre foi sobre os interesses da própria família. Não tem compromisso com o país, não tem amor pelo Brasil; tem apenas projeto de poder, tem apenas a intenção de cobrir seus crimes, se safar da justiça.
Não importam seus apoiadores, não importam seus seguidores, a bancada no Senado, na Câmara... Não importa nada.
E, apesar do discurso que o seu Nikolas e outros enganadores vão falar, Flávio não está fugindo de perseguição alguma. Foi candidato e perdeu na urna. Mas, depois da derrota, ele lembrou que é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro — investigação instaurada por André Mendonça. Ele lembrou que está todo enrolado no escândalo do Banco Master e nas bets de Willer Thomaz. Ele lembrou da ilha de Richarlison, das milícias, da rachadinha.
Flávio foge da justiça. Foge da polícia. Foge da verdade.
E deixa para trás quem acreditou nas suas mentiras. Larga a mão de quem caminhou ao seu lado. Dá um tapa na cara de quem foi para a rua defender a mudança.
Flávio queria ser presidente para não ser preso. Fugiu para não ser preso. Mas que sua fuga sirva para tirar da prisão da mentira quem acreditou nele.
O Brasil tem presidente, tem Constituição, tem lei, tem governo. Que tenha oposição de verdade, e não uma família fugindo da justiça.