O casamento me mudou muito como pessoa.
Agora eu faço tabelas comparativas de custo-benefício, valores e qualidade entre produtos ao invés de comprar o primeiro que eu gostar 🤭
Unimed chega a ser inacreditável. Eu já fiz quatro consultas médicas, QUATRO, e todos os quatro médicos tiveram a capacidade de fazer o pedido de exame errado. MESMO eu especificando e detalhando o nome do exame pros dois últimos.
Você vai ler redpill/incel dizendo que a taxas de suicídio entre homens é maior. Verdade, acabou de passar no Jornal Hoje três suicídios de homens nesse final de semana.
O problema é que são homens que se mataram depois de matar suas companheiras. Assassinos e covardes.
o PRAZER de colocar os óculos embaixo da torneira da pia, tacar detergente neutro, enxaguar bem, secar com papel toalha, e voltar a ter uma visão full HD vision PRO 2.0
Há quem diga que a felicidade está em colecionar passagens aéreas, carimbos no passaporte e fotos diante de paisagens espetaculares. Viajar é sim muito maravilhoso. Amplia a cabeça, muda perspectivas, faz a gente perceber que o mundo é muito maior do que o nosso cotidiano. Mas, com o tempo, descobri uma coisa bem simples: existe uma experiência humana que é ainda mais profunda do que viajar. A de ter filhos.
Não é apenas acrescentar mais uma pessoa à família. É algo que muda a maneira como enxergamos o tempo, a responsabilidade e até o próprio sentido da vida. Viajar nos leva para fora, para outros lugares e outras culturas. E isso é maravilhoso. Porém, os filhos fazem um movimento diferente. Eles nos levam para dentro. Para uma região mais sensível de nós mesmos.
Uma viagem dura alguns dias ou semanas. A aventura de criar um filho dura a vida inteira. E não importa a idade que ele tenha ou venha a ter.
Muita gente gosta de opor filhos e liberdade, como se fossem coisas incompatíveis. Como se ter filhos fosse o fim da possibilidade de viver intensamente. Mas a experiência real costuma ser bem diferente. Filhos não acabam com as viagens. Eles mudam o significado delas. E pra melhor!
Uma praia deixa de ser apenas uma paisagem bonita e vira descoberta. Um museu passa do silêncio e se transforma em curiosidade viva. Uma floresta vira um jardim encantado. Viajar com filhos é olhar o mundo duas vezes. Uma com os olhos adultos, já acostumados com as coisas e outra com os olhos de quem está vendo tudo pela primeira vez.
E há algo ainda mais profundo nisso tudo. Acompanhar o crescimento de um filho é testemunhar o surgimento de uma consciência. Um ser que antes não existia começa a falar, perguntar, imaginar, interpretar o mundo. Poucas experiências humanas são tão impressionantes quanto essa. Em certo sentido, é talvez o mais perto que chegamos de algo que lembra o divino. Participar do mistério de fazer surgir uma vida e ajudá la a encontrar seu caminho.
Pais descobrem que filhos não são projetos acabados. São histórias abertas, cheias de surpresas, escolhas próprias e caminhos inesperados.
Viajar pode nos mostrar o mundo. Mas os filhos, esses nos mostram o futuro. E digo mais, eles são o mundo inteiro.
E talvez a maior viagem que alguém possa fazer não seja atravessar oceanos ou continentes, mas acompanhar, dia após dia, o crescimento de uma nova vida. Uma jornada que começa dentro de casa, mas que continua muito além de nós.
A gente podia começar a se presentear mais com jogo de cama, com aquelas toalhas grandonas boas tb..
Esquece o vinho, me vê um jogo de lençol macio, fresquinho, bonito… pode ser também toalha de rosto legal… se quiser apelar, pode mandar um edredon..
Devia pegar essa moda
A mãe botou uma câmera no quarto e descobriu que a filha mais nova sempre a espera sair para depois ir até a cama da irmã mais velha dormir agarradinha com ela.