Maybe this chapter isn’t about love at all. Maybe it’s about realising how many times you’ve abandoned yourself trying to be enough for someone else. How often you’ve ignored your own needs, silenced your feelings and made yourself smaller just to keep someone in your life. Maybe this chapter is about learning to choose yourself, even when your heart wants to choose them. Maybe it’s about rediscovering the parts of yourself that got lost while trying to make someone else stay. Maybe it’s about remembering who you were before you started measuring your worth by how someone treated you. Maybe the love you’re meant to find in this chapter is the love you finally learn to give yourself.
tem momentos em que a saudade deixa de ser uma lembrança triste e vira uma urgência física. ontem eu passei horas travando uma guerra interna contra a vontade de te procurar
o pior sentimento do mundo é quando você percebe que não é tão importante pra alguém quanto imaginava e se sente uma idiota por ter se preocupado tanto com essa pessoa.
eu nunca senti uma vontade tão desesperada de pegar o telefone, discar o teu número ou digitar um texto sem filtro nenhum, só pra você ter a dimensão exata do buraco que deixou aqui dentro. eu queria que você soubesse o quanto a tua falta me desconserta, o quanto dói acordar e dormir sem a minha melhor companhia
quando sinto falta daquela pessoa, mas lembro que ela me deixou pra curtir a vida e que não me escolheu, mesmo depois de eu dar todas as oportunidades pra ela fazer isso