🇪🇬🇵🇸 O técnico do Egito comemorou a classificação contra a Austrália com a bandeira da Palestina!
"Esta vitória é para o povo egípcio, para o povo palestino e para todo o povo árabe", disse Hossam Hassan após vitória sobre a Austrália nos pênaltis.
Muito foda!
É impressionante como parte do noticiário escolhe as palavras para esconder o que realmente aconteceu.
Ontem, a aula de Fernando Haddad na Unicamp não teve uma simples “confusão entre manifestantes”. Um grupo organizado ligado ao MBL entrou em uma atividade acadêmica para interromper, provocar, gritar acusações e impedir que Haddad continuasse falando.
Isso tem nome: ataque político e tentativa de silenciamento.
Haddad não estava agredindo ninguém. Estava dando uma aula sobre os desafios econômicos e sociais do Brasil. Não era uma briga, um confronto marcado ou um encontro casual entre dois grupos. A ação começou quando integrantes do MBL decidiram invadir o espaço do debate para produzir tumulto, filmar a reação e depois se apresentar como vítimas.
Esse é o método do MBL: provocar, constranger, invadir espaços e transformar agressividade em conteúdo para as redes. Fazem isso em universidades, eventos políticos, manifestações, atividades culturais e até contra pessoas em situação de vulnerabilidade. Depois, parte da imprensa chama tudo de “confusão”, como se todos tivessem a mesma responsabilidade.
Não tinham.
Quando um grupo se organiza para perseguir uma liderança em diferentes eventos, interromper sua fala e intimidar quem está presente, não estamos diante de um debate democrático. Estamos diante de uma estratégia autoritária para impedir o outro de falar.
E é preciso reconhecer a serenidade de Haddad. Mesmo atacado e provocado, ele não perdeu o tom, não abandonou a aula e não entregou ao MBL o espetáculo que eles foram buscar.
A democracia não exige tolerância com quem transforma provocação, intimidação e tumulto em método político. Nomear corretamente o que aconteceu também é uma forma de impedir que esse tipo de violência seja normalizado.
Eu discordo do João por 3 motivos:
1- É impossível, repito, é impossível falar no atual Estado iraniano sem mencionar o golpe de 1953 que derrubou o governo democraticamente eleito do Mohammad Mossadegh, resultado do conluio entre EUA e Reino Unido, após Mossadegh nacionalizar o petróleo em 1951. Curiosamente, assim como o Reino Unido, Israel tbm trouxe os EUA para a questão iraniana.
2- Não adianta ele responder um questionamento justo sobre Catar e Arábia Saudita com "parece minion falando e o pt?". Salman mandou matar Khashoggi na Turquia por ser um dissidente. Vai cobrar dos jogadores sauditas ou jornalistas questionamentos sobre isso?
3- Muitos jornalistas foram leões pra cobrar a FIFA pelo Catar, serão leões pra cobrar por Marrocos 2030 e Arábia Saudita 2034. Mas o silêncio de muitos sobre o país sede que matou 155 pessoas em uma escola, a menos de 3 meses da copa, que alega um inexistente genocídio branco na África do Sul e um inexistente genocídio cristão na Nigéria é gritante. Não vão cobrar dos seus pares estadunidenses para que perguntem aos jogadores sobre tudo isso? E a política de vistos para os torcedores?
O governo iraniano não é inquestionável nem impoluto; há muitas críticas a ele. Mas o que vejo com frequência é que falta compreender as origens desse Estado, e existem Estados piores nesses quesitos. Só que, por serem aliados dos EUA, ou os próprios EUA , muita gente vira o rosto e finge que não é com eles.
Fernando Diniz é o treinador que a imprensa olha com a maior lupa do futebol brasileiro, ao contrário do antecessor dele no Corinthians, que, aliás, tá longe de receber a tal "agenda positiva" que muitos falam.
O que a torcida corinthiana pode fazer, aliás, é não dar audiência pra esse povinho aí. Falam tanta groselha e repetem tanto as mesmas coisas, que os otários ainda acreditam nisso. E no caso do Peruquinha de Niterói, ele tem todo um séquito de seguidores fiéis reproduzindo as mesmas ladainhas.
CURIOSIDADE! 🚨Benedito Meia-Légua, o homem que assombrou os escravagistas anos antes da abolição. Conheça a história da expressão “mas será o Benedito”! 😱
Seu nome original era Benedito Caravelas e viveu até 1885, um líder nato e bastante viajado, conhecia muito do nordeste. Suas andanças conferira-lhe a alcunha de “Meia-légua”. Andava sempre com uma pequena imagem de São Benedito consigo, que ganhou um significado mágico depois.
Ele reunia grupos de negros insurgentes e botava o terror nos fazendeiros escravagistas da região, invadindo as Senzalas, libertando outros negros, saqueando e dando verdadeiros prejuízos aos racistas.
Contam que ele era um estrategista ousado e criativo, criava grupos pequenos para evitar grandes capturas e atacavam fazendas diferentes simultaneamente. A genialidade do plano era que o líder de cada grupo se vestia exatamente como ele.
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Na base da pressão 🏴🏳️
Alexandre Domenico, previdente dos Gaviões, desabafou sobre os conselheiros e a situação política do Corinthians.
📹 Henrique Vigliotti/ Central do Timão