🚨 FIM DA 6x1 NÃO CAUSARÁ DESEMPREGO
Com a nossa proposta pelo FIM da escala 6x1 avançando cada dia mais, a direita ligou o modo SURTO e tá dizendo que isso causará desemprego.
Mas, conforme o novo estudo do IPEA sobre a proposta, o mais completo até agora, isso é MENTIRA.
Primeiramente, vamos às credenciais do IPEA: ele é o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas do Brasil.
É um órgão nacional, extremamente respeitado e competente, e seus estudos, muito precisos, auxiliam o país a pensar em políticas públicas e também são usados pelo pelo setor privado.
O agro, a indústria, os bancos e todo mundo que investe e emprega no Brasil fica atento ao que o IPEA produz.
E, com todos os dados possíveis sobre o nosso país, sobre os trabalhadores e sobre os empregadores, o IPEA concluiu que o fim da escala 6x1 NÃO CAUSARÁ DESEMPREGO.
Causará, sim, um aumento de custo operacional. Um aumento pequeno na grande maioria dos setores da nossa economia.
Pra vocês terem ideia, o setor varejista, dos supermercados, um dos que mais está atacando a nossa proposta, vai ter um aumento total de custos de apenas 1,04%.
O maior aumento será no setor da vigilância, porque a atividade realmente depende da presença física do vigilante durante o maior número de horas e dias possíveis. Mesmo assim, o aumento de custos será de apenas 6,65%.
E o estudo do IPEA só pensou nos custos, nem pensou nos benefícios sociais e nos benefícios da proposta pros próprios empresários.
Porque esse aumento se torna ainda menor se pensarmos por um minutinho na saúde da população, a saúde física e mental.
Esse aumento se torna ainda menor se pensarmos na educação, com a possibilidade dos trabalhadores terem mais tempo pra se qualificar.
Esse aumento se torna ainda menor se pensarmos no acesso ao lazer, à cultura e ao turismo, com os trabalhadores tendo mais tempo pra si e pras suas famílias.
Quando somamos tudo isso, pra mim, o custo, que já é pequeno, se torna praticamente negativo. Haverá um lucro generalizado para o nosso país.
Precisamos sim, nos atentar aos pequenos empresários, onde o custo será proporcionalmente maior, e o estudo do IPEA também aponta isso. Devemos olhar para as pequenas empresas intensivas em trabalho como as do próprio setor de vigilância, segurança e serviços administrativos.
Mas, jamais, distribuir compensações fiscais aos grandes setores que já são amplamente beneficiados por isenções tributárias.
Meu amor, presta atenção: o bilionário que vai ser taxado não é aquele seu amigo que abriu uma firma, comprou uma Hilux e agora acha que é o Tony Stark da quebrada.
Confia na tia aqui: VOCÊ NUNCA VIU UM BILIONÁRIO NA VIDA.
Ele não pega fila na padaria, não divide Wi-Fi com o vizinho, não vai pro resort parcelado em 12x que você chama de “viagem dos sonhos”. Ele nem sabe que você existe, tá?
Então, por favor, para de latir em defesa de quem jamais te daria um ossinho. Você não é só pobre é mal representado.
Acorda, soldado do capital! Tão te usando de escudo e você ainda agradece.
Se os filhos fossem responsáveis pelos crimes dos pais, metade dos gays do Brasil estariam presos por homofobia.
Não conversei com Oruam ontem por ser fã, por apoiar suas falas misóginas, seu pai ou seu tio.
Conversei porque ele prestou apoio à família de uma vítima da PM. Porque foi protestar ao lado de uma comunidade que foi atacada a tiros por fazer uma festa junina. Porque ele queria saber como se organizar politicamente.
Assim como falei que Poze do Rodo não deveria ser tratado daquela forma pela polícia. Não falei, em nenhum momento, que passo pano pras suas falas transfóbicas e homofóbicas.
Mas Oruam e Poze não estão sendo atacados pela extrema-direita por falas misóginas e LGBTFóbicas. Estão sendo atacados pelas letras de suas músicas em uma campanha que visa discriminar, desumanizar e assim justificar a violência contra o povo pobre, negro e das favelas.
Inclusive, uma liderança dessa extrema-direita usou o caso Poze do Rodo pra falar abertamente em matar um trabalhador pelo simples fato dele ser favelado e fã do Poze.
Mas, pelo jeito, essa campanha tem tido um certo sucesso inclusive em gente autodeclarada de "esquerda".
São pessoas que surtam com a possibilidade de acharem que estão "defendendo bandidos". E, pra garantir que não serão descritas dessa forma, aceitam que passem por cima dos direitos, das prerrogativas legais e das vidas de 50% da população desse país.
Oruam não foi convidado pra entrar em partido, pra ir em reunião de conjuntura ou vestir determinada camisa. E pessoas com ligações a facções criminosas já estão na política, aliás, não pelas mãos da esquerda.
Apenas falei que, se for do interesse dele, ele pode conhecer gente que está muito próxima da realidade dele, e faz cotidianamente, de forma organizada, o que ele fez ao protestar contra a violência da PM.
E eu não sou a responsável por investigar as acusações contra Oruam e suas falas horrendas. Elas já foram alvo de Boletim de Ocorrência.
Mas, como deputada, tenho uma responsabilidade com a promoção da dignidade humana para TODAS as pessoas desse país, afinal, é esse o objetivo existencial da nossa Constituição.
Se Oruam — que, apesar de todos os pesares, tem uma legião de fãs e 11 milhões de ouvintes mensais — puder ajudar a promovê-la, falar dos direitos de populações marginalizadas, ótimo.
Estou junto de qualquer pessoa que busque fazer melhor, fazer algo de positivo por quem é cotidianamente massacrado e assassinado pelo Estado.
Porém, não é sobre Oruam ou Poze a minha luta. É pelos direitos que são cotidianamente negados às parcelas marginalizadas da nossa população.
E sim, muitas vezes, uma parcela nega o direito de outra. Muitas vezes o favelado reproduz LGBTfobia, e muitas vezes o LGBT fala como se todo favelado fosse bandido.
Mas o plano da extrema-direita é que esses direitos sejam negados a todas essas populações, ao mesmo tempo, pelo próprio Estado. Inclusive o direito à vida de pessoas negras e de pessoas LGBTQIA+.
E, pra atingir esse objetivo, a extrema-direita vai falar o que quiser, de uma forma ou de outra.
Afinal, essa gente está falando que defendemos bandidos desde que os abolicionistas iam na justiça conquistar a alforria de escravos fugidos.
Aos especialistas de cálculo eleitoral fictício, fica o questionamento: vocês acham mesmo que teremos alguma chance se as favelas e juventudes ficarem nas mãos do próximo Marçal?
Por fim, se vocês querem concordar com essa gente, concordem. Mas não mascarem esse racismo como virtude ou preocupação social.
A elite se protege. Financia campanha, troca favor, recebe bilhões em isenção. Entregam o país pra meia dúzia de empresários e ainda têm a cara de pau de posar de salvadores. Mas quando o povo pede descanso, viram fiscais da “responsabilidade”. Canalhas. Parasitas engravatados.
HABLA SEM MEDO! Fernanda Torres afirmou, em entrevista à Variety, que os Estados Unidos patrocinaram a ditadura no Brasil:
“A ditadura no Brasil não foi algo que aconteceu isoladamente. Foi parte da Guerra Fria. Os Estados Unidos patrocinaram a ditadura no Brasil.“