Apesar da mudanças com os recentes limites, eu já tive boas (e ruins) surpresas com o Grok.
Teve dois casos recentes que o Grok conseguiu responder corretamente com uma precisão absurda (e nenhum outro modelo conseguiu responder corretamente - testei com ChatGPT e o Claude), os dois casos foram:
1) Sobre uma restrição no Google Workspace, e como fazer compartilhamento de acesso em produtos do Google - ChatGPT e Claude estavam alucinando e explicando como fazer, o Grok categoricamente disse que era impossível fazer o que eu queria;
2) Um processo legal que talvez eu precise abrir contra um órgão público. ChatGPT e Claude falaram que talvez fosse uma boa ideia abrir o caso, Grok me deu os links e documentos para eu seguir com o processo.
No geral, os outros provedores de IA ainda saem ganhando. Mas, se fosse para chutar, eu diria que o Grok ainda vai evoluir absurdamente e ganhar um espaço absurdo, pelo simples fato de ter o dinheiro do homem mais rico do mundo disponível kkkkk
@GabrielSuminski Acho difícil ser simplista e definir, depende de muitos fatores e variáveis. Mas, acho que o principal, é conseguir dar para o leitor o que ele gostaria naquele momento (lá ele)
Se ele quer aprender algo novo, refletir sobre o sentido da vida, rir de algo besta. Tudo depende…
Acho que varia de produto pra produto, de público alvo para público alvo.
No meu negócio, por exemplo, a pessoa está muito interessada e curiosa no começo, altamente propensa a passar o cartão para usar o produto. Mas TODOS os casos de trial que liberamos sem a pessoa passar o cartão antes, acabou sendo churn, parece que a pessoa não sente o compromisso e acaba perdendo o interesse no produto.
Mas, se o seu negócio permitir, você pode ter o melhor dos dois mundos. Deixa a pessoa começar a jornada dela, e coloca a parte do cartão no momento que ela ficaria mais propensa a dar essa informação - para ilustrar, tava em uma reunião essa semana com meu sócio e ele tava contando que foi testar uma ferramenta de transcrição de vídeos, ele pode subir o vídeo, ver parte da transcrição, mas na hora que foi clicar para baixar o conteúdo todo ele precisava passar o cartão. Na minha experiência, a melhor hora pra pedir o cartão é a hora que a pessoa vai sentir que vai perder algo, que ela vai pensar “cheguei até aqui e só por causa do cartão eu não vou poder continuar? Já gastei muito tempo para chegar neste ponto, não vou perder tudo só por causa dos números do meu cartão”
Mas, reforçando, tudo isso é baseado na minha experiência pessoal, posso estar cometendo um crime de UX e otimização de conversão e não sabendo, tendo uma visão muito enviesada pelo meu negócio/público.
@daniellimae@banhosdev@richardrx@daniellimae alguma chance de termos uma versão transparente do checkout de assinaturas? Estilo o que a Stripe tem, para conseguir embutir o formulário de pagamento na página
@theo I have never tried using Claude over SSH in the way people do (installing Claude Code in a VPS and using it from there), but one time I had an infra issue and asked Claude to connect to the VPS, take a look at the logs, and tell me what the problem was, and it did it perfectly!
@princessinxs Ah, eu não achei grande coisa, prefiro Vava.
Mas pode ser que o mouse ruim tenha me irritado um pouco, e estragado a experiência.
Mas fazia muito tempo que não jogava, do nada tava em um mapa que não é o usual e tinha teletransportes no meio do mapa, de uma ponta a outra kkkkk
Pix é um dos maiores sucessos de política pública brasileira em pagamentos. Mesmo assim, empresas brasileiras que usam Stripe ainda enfrentam dificuldade para ativar Pix nativo, enquanto empresas estrangeiras conseguem oferecer Pix para clientes brasileiros com mais facilidade.
E quando surgem alternativas locais simples e acessíveis para devs e SaaS, elas também sofrem com incidentes graves de segurança, como o caso recente da Abacatepay.
O sistema evoluiu muito. O ecossistema para quem constrói no Brasil ainda tem atritos importantes.