Estou apaixonado por esta citação:
"Se você for persistente, você conseguirá. Se você for consistente, você evoluirá. E se você for grato, você atrairá mais bênçãos."
Sendo sincero, eu não achava o Brasil 100% favorito ao título da Copa do Mundo.
Mas esse cara aqui está fazendo MILHÕES de brasileiros sonharem com o Hexa.
Absurdo o que Vini Jr está jogando nessa Copa do Mundo. Ele tem tudo pra trazer esse título.
tava totalmente cético em relação a seleção, aí hoje me animei vendo todo mundo na rua com camisa e tal, aquele clima de copa, só que durante o jogo lembrei de porquê não tenho qualquer esperança nessa seleção
Pela primeira vez na história, o Brasil alcança o patamar mais elevado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM). O IDHM avalia o bem-estar de uma população numa escala que varia de 0 a 1. Um país é classificado no patamar de Muito Alto Desenvolvimento Humano quando seu índice atinge ou supera 0,800. E foi esta a barreira que ultrapassamos. Chegamos a 0,805 em 2024.
Os dados são do Radar IDHM, divulgados nesta terça pelo PNUD (órgão da ONU), IBGE e Fundação João Pinheiro. Um resultado que não é coincidência, mas reflexo de escolhas políticas consistentes e coordenadas, com impacto direto nos indicadores de educação, longevidade e renda mapeados pelo IDHM. O maior destaque no período foi a educação, que saltou de 0,679 para 0,798 desde 2012.
Outro avanço significativo veio na redução da desigualdade racial: o IDHM da população negra cresceu 10,3% entre 2012 e 2024, quase o dobro da população branca (5,5%), que partia de patamar mais alto. Merece destaque também o aumento dos níveis de desenvolvimento nos estados do Norte e Nordeste, com crescimento relativo acima da média nacional.
Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, com desigualdades regionais, de gênero e de raça que precisam ser superadas. O resultado já alcançado mostra que estamos no caminho certo.
Gil do Vigor sobre o Bolsa Família:
“O Bolsa Família literalmente salvou a vida da minha família. Eu fui salvo. Eu sei, assim, eu sou real, sabe? Eu sou a representação de uma pessoa que saiu da pobreza, que não tinha comida, não tinha casa, não tinha como pagar o aluguel, e que hoje está no PhD na Califórnia. Como é que eu seria? Onde eu estaria? Então, as políticas públicas elas salvam, e é real. […] eu vou falar até enquanto eu tiver voz porque as pessoas precisam entender.”