Aos militantes do Missão. Isso é um pedido de desculpas.
Apesar de terem postado prints meus sobre o MBL, chamando alguém de fascista (na minha cabeça deve ter sido o Holiday, o supra sumo da ignorância, tanto que saiu e foi pro PL ser bolsonarista) ou com o @KimKataguiri, com o qual sempre tive brigas homéricas, tanto que me ameaçou de processos várias vezes.
Tudo começou com o golpe contra a Dilma. Sou esquentado mesmo e @KimKataguiri também pega pesado. Obviamente não me lembro e nem os prints colocam a situação completa. Depois que conseguiram registrar o Missão não me lembro de outros paus. Pode até ser que tenha tido. Mas o golpe contra Dilma realmente pegou num lado meu muito belicista. Tirar uma presidenta sem crime de responsabilidade foi golpe. Provocou em mim os instintos mais primitivos.
Mas hoje, com a situação que vivemos, se o Missão quiser continuar a militar na política brasileira NÃO PODE VOTAR NO FLÁVIO. Simplesmente porque não teremos mais democracia. O ódio de Marçal pelo @RenanSantos mostra isso. Se o que está pegando é eu ter chamado alguém de fascista, peço desculpas. (Como dizia JK, “não tenho compromisso com o erro, se errei devo voltar atrás”.)
Venham com a gente e vamos fazer politica. Somos adversários, não inimigos. O inimigo é o miliciano. Com Lula todos teremos possibilidade de continuar fazendo política. Com o miliciano, não. (Voto nulo o elege). Era isso.
Ontem no mercado, dois caras conversando:
- O Lula trucou, hein? Abrir o sigilo.
-Ah é blefe, ele nunca vai abrir. O Flávio vai abrir, não tem nada a esconder.
Eu - Desculpa ouvir a conversa de vocês… Eu sou 22, mas espero que o Flávio não aceite o desafio.
-Ué, mas pq?
- Gente… Óbvio que o Flávio é corrupto. Melhor deixar quieto. O Lula é honesto, mas é de esquerda. Melhor votar num bandido de direita do que num honesto de esquerda.
- Não… Não, mas aí não…
*silêncio reflexivo*
Eu vou falar uma coisa para vocês: eu escrevo de política aqui desde o dia 1 dessa conta.
Eu nunca vi tanta choradeira bolsonarista nos meus posts. Eu escrevo minhas opiniões e perspectivas e, do nada, aparece uma pessoa que nem me segue chorando alguma coisa. Até ganhando vocês são mimizentos.
Eu não vou ao perfil de ninguém refutar, lamentar, zoar, mesmo que ache o que a pessoa postou um absurdo. Vocês deveriam ficar na bolha de vocês. Leia quem agrada seus pensamentos.
Vocês não se tocaram de que vão virar vidraça, né? Tantos anos perdendo que desacostumaram com o que é estar no governo. Pelo amor de Deus, que choradeira.
O Brasil discutiu durante décadas a modernização de sua aviação de combate. A decisão final, porém, só veio em 2013, no governo Dilma Rousseff, após anos de adiamentos.
Naquele momento, três concorrentes estavam na disputa: Rafale (França), Boeing F/A-18 Super Hornet (EUA) e Gripen (Suécia). Dilma Rousseff optou pelo Gripen, produzido pela Saab, principalmente por três fatores: menor custo total, transferência de tecnologia e participação da indústria brasileira (Embraer, como estamos vendo agora).
Ou seja, o contrato não foi apenas de compra, ele incluiu desenvolvimento conjunto do caça (Gripen E/F), engenharia realizada parcialmente no Brasil, capacitação de engenheiros brasileiros e produção de partes da aeronave em território nacional. Isso elevou o Brasil de simples comprador para parceiro tecnológico.
Portanto, se não fosse pela decisão de Dilma Rousseff, o Brasil provavelmente ainda estaria operando caças mais antigos ou teria adquirido um modelo sem transferência tecnológica relevante.
Por mais importante que a cena do Will se assumindo seja, é muito difícil sentir algo bom quando o Noah diz abertamente que o "sionismo é sexy". É muito difícil separar o ator do personagem quando ele legítima um genocídio vivido no presente momento.
#ItBemVindosADerry tá parecendo a política brasileira: a cada capítulo, meu ódio a militares, velhos e velhas brancas, racistas e estadunidenses só aumenta.
Devolvam nosso Rich!