simplesmente Claudia Sheinbaum, a primeira presidenta DA HISTÓRIA do México respondendo a pergunta de uma repórter sobre o resultado das eleições do Brasil, e principalmente, sobre a ascensão da extrema direita na América Latina
gente, EU TO ARREPIADO
GIGANTE! Vocês têm noção do que aconteceu hoje em São Paulo?
Começou de forma orgânica na internet, unindo diferentes fandoms. O movimento ganhou alcance nacional e tá levando milhões de pessoas às ruas.
Nunca esqueçam: os bons são a maioria.
@PedroRonchi2 AQUIIIIIII a ex-esposa do DESGRAÇADO MALDITO... mas, eleito Deputado Federal pelo RJ narrando q a ÚNICAAAAAAAAAAAAA preocupação era comprar saco preto
Minha total e irrestrita solidariedade pelo q vc passou minha querida Suzane🙏😔
🚨 ATENÇÃO, EQUIPE DO FLAVIO ESTÁ EXTREMAMENTE APAVORADA COM ESSE VÍDEO POIS EXPÕE A VERDADEIRA INTENÇÃO DE FLÁVIO COM O TRABALHADOR E ESTÃO TENTANDO DERRUBAR O VÍDEO A TODO CUSTO NÃO PODEMOS PARAR DE EXPOR TODA MENTIRA!!🚨
SENTEM O DEDO COMPARTILHANDO!!!
NINGUÉM ESTÁ PREPARADO PARA O QUE ESTÁ POR VIR
Esse post não é sobre esquerda ou direita.
É sobre informação que está sendo subestimada.
Estão programando nos matar enquanto você se distrai fazendo dancinha no TikTok, brigando pra derrubar ministro do STF e sendo induzido a adorar a bandeira dos Estados Unidos.
Nenhum político vai te contar isso, esse é o debate mais importante que deveria estar acontecendo em todas as redes, mas estão conseguindo nos alienar.
Esse é um dos PRINCIPAIS motivos que faz o EUA ter interesse no Brasil e na América Latina.
Isso aqui é um caminho sem volta.
Nessa semana as tropas dos EUA deixaram o Iraque depois de 20 anos da invasão. Mas o que esse período iniciado pela desinformação e por erros brutais dos Estados Unidos podem interessar ao nosso país?
Os recentes eventos diplomáticos e as constantes ameaças do governo Trump ao Brasil indicam um sinal de alerta: Intervenção nas eleições, retirada de serviços da embaixada e propagação do medo através da desinformação.
Três semanas depois da invasão 49% dos entrevistados em Bagdá acreditavam que a entrada das forças norte americanas eram positivas (dados Washington Institute), muito impulsionado pelo corte de informação no território e destruição das redes de televisão.
Poucos meses depois uma nova pesquisa indicou que apenas 14,8% dos entrevistados viam as forças da coalizão como libertadoras (dados Global Policy Fórum) e mais de 80% da população não possuía confiança alguma nas tropas norte americanas, desejando que deixassem o território. Por 20 anos essa população precisou conviver com uma força de poder dentro do seu território, privada do exercício de liberdade de escolha e submetida as decisões de uma outra pátria que pouco se importa com as necessidades reais do seu povo.