🚨 𝗦𝗢𝗥𝗧𝗘𝗜𝗢! Em parceria com o VfL Wolfsburg, estou sorteando uma camisa oficial dos Lobos às vésperas do duelo contra o Bayer Leverkusen, justamente as duas equipes alemãs que mais contaram com jogadores brasileiros na história. Quer participar?
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📅 Resultado: 05/04, dia da partida entre as equipes.
Boa sorte! 🍀
mas o ranço do Paulo com o Klein é tão grande que ele prefere evidenciar atitudes secundárias às decisões para dizer que o árbitro é ruim. Pra mim, essa análise ficou confusa e deixa a entender que o Palmeiras foi beneficiado
Nos dois lances capitais do jogo (esse e a expulsão), a equipe de arbitragem agiu CORRETAMENTE! Nesse, viu rapidamente e confirmou que foi fora da área. E na falta do Arias, o árbitro decidiu rapidamente no campo +
Análise do possível pênalti no Matheus Martins. (Erro absurdo!)
Palmeiras 2x1 Botafogo
🗣️ Rafael Rodrigo Klein - RS/FIFA
🖥️ VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro - RN/FIFA
minha tese de bar é que o Ney se sente injustiçado porque na cabeça dele ele é o romário, a kings league é o futevôlei, o CS:GO é o quiosque viajandão, o parça Cris é o Eri Johnson e o influenciador camargo é o edmundo. e ele não consegue entender o tratamento diferente, tal qual um gato doméstico olha-se no espelho e vê um leão
@futebol_info@JovemPanEsporte triste fim desse cara que já foi referência no jornalismo. Quando o cara resolve nichar o conteúdo, precisa ficar alimentando a bolha senão ela murcha. Ele ganha dinheiro com engajamento e isso basta
@soudoapito Toda a vez a mesma história, tá chato já. Vira a página. Pior mesmo foi o mesmo foi o juiz não perceber que o Palmeiras deu a saída nos dois tempos
Entre tantas histórias de jogadores brasileiros espalhados pelo mundo, a de Léo Scienza é uma das mais incríveis.
O gaúcho de Venâncio Aires praticamente não teve base. Passou por Lajeadense, Chapecoense e até mesmo o Defensor, do Uruguai, mas não ficou longos períodos nesses clubes. Jogava amador na sua região, quando o contato de um amigo apareceu com uma proposta sedutora para quem ainda sonhava com o futebol.
Aos 20 anos, fez as malas e embarcou para a Suécia, acreditando na promessa de testes em times da primeira e da segunda divisão. Chegando lá, não era bem assim…
Léo passou a jogar pelo Fanna, da quinta divisão sueca. Na prática, permaneceu amador - treinava apenas duas vezes por semana e jogava no final de semana. Em um ano e meio, foram muitos gols e assistências, mas pouquíssimas vezes recebeu os 500 euros prometidos de salário.
Vivia na casa do presidente do clube, ao lado de outros brasileiros. Foi justamente uma amizade construída na Suécia que abriu as portas na Alemanha.
Através de um espanhol que assistia as partidas do Fanna, conheceu o empresário que segue com ele até hoje. Gelsenkirchen se tornou a próxima parada na carreira.
Após passar no teste pelo time sub-23 do Schalke, em plena pandemia de COVID, iniciou sua trajetória na Alemanha. Não chegou a atuar no time principal, mas se destacou na quarta divisão.
O passo seguinte foi a transferência para o Magdeburg, onde as coisas não aconteceram como ele gostaria. Ao invés de jogar pela equipe na segunda divisão, acabou relegado ao time B na sexta divisão! Outro recomeço.
Foi quando o Ulm surgiu em sua vida logo depois. Campeão da terceira divisão, eleito o melhor jogador do torneio e, aos 25 anos, se sentiu realizado no futebol.
O Heidendeim foi o caminho seguido, o consolidando como um atleta internacional de elite - Bundesliga e a participação na Conference League. Agora, no Southampton, vive a experiência do futebol inglês.
Tudo acima está bem resumido. Há detalhes imperdíveis, que o próprio Léo Scienza contou em entrevista ao podcast Futebol no Mundo, edição 540, publicado nesta quinta-feira - e disponível em todos aplicativos e no canal da @ESPNBrasil no YouTube.