30 anos.
Por 30 anos o PC foi a mesma coisa: Intel ou AMD dentro, GPU do lado, e torce pra não travar.
A NVIDIA acabou com isso numa keynote.
RTX Spark. Primeiro chip deles para computador pessoal. CPU, GPU e memória num único silício. ARM, 3nm, 1 petaflop de IA local.
Num laptop de 14mm.
Rodou Forza Horizon 6 e 007 First Light no palco a 100 FPS em 1440p. Fora da tomada. Sem throttling. No Windows.
O número que muda tudo: roda modelos de IA de 120 bilhões de parâmetros sem cloud. Sem API. Sem assinatura. Seu agente de IA mora na sua máquina. Ligado 24 horas. Só seu.
O PC não é mais uma tela com teclado. É uma estação de IA pessoal.
احتمالية حدوث هذا الشي مرة اخرى مستحيله:
في فيتنام دخلت فتاة إلى محل تجاري لشراء بعض الملابس، تسمع صوت البائعه لكنها لا تجدها لان كل واحده منهما تحرك في نفس اللحظه بشكل متطابق وتفوت الاخرى مرارا دون ملاحظتها
واخيرا بعد دقيقه حصل قلتش واستطاعوا لقاء بعض في موقف مضحك
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Leopold Aschenbrenner, ex-pesquisador da OpenAI, ganhou destaque ao defender que o verdadeiro gargalo da inteligência artificial não está apenas em chips ou modelos, mas na oferta de energia necessária para sustentar clusters cada vez maiores. #AI
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Münih'ten bir Alman adam, Kızılhaç'a bağışlanan kıyafetlerin nerede olduğunu merak etti ve ayakkabısına bir AirTag takip cihazı yerleştirdi. Sonrasında olay dünya gündemine girdi işte sonrası flood ⤵️
O Farol do Jument foi construído em 1904, foi um pesadelo de engenharia que durou 7 anos. Erguido sobre o recife Ar-Gazeg, na Bretanha, os operários só trabalhavam na maré baixa, içando blocos de granito de barcos em meio a mares brutais.
A obra foi financiada por Charles Potron, um sobrevivente de naufrágio que deixou 400 mil francos para que um farol fosse feito naquele ponto mortal. O desafio foi insano: cada pedra de granito era encaixada como um quebra-cabeça para suportar ondas de 30 metros de altura.
A força do oceano era tão absurda que a estrutura original começou a rachar logo no início, exigindo reforços de aço perfurados a 30m de profundidade na rocha para o farol não tombar. Uma das construções mais épicas e perigosas da história.
Há um livro muito interessante chamado “Factfulness”, de Hans Rosling, em que ele mostra como se constrói, por meio de um discurso de “superdramaticidade”, a justificativa para toda a sorte de emotivismo barato, sem objetividade e racionalidade, sem fundamento em dados honestos baseados em causas prováveis e verificáveis, permitindo toda bandalheira intelectual de vitimismo, de delírio argumentativo.
Esse caso aqui é um exemplo eloquente. Note como a jornalista articula um salto hermenêutico quântico de uma frase de Neymar sobe o árbitro estar de chico, menstruado, para alcançar o feminicídio, a violência contra a mulher e, nesse sarapatel de ideias desconjuntadas, sem lógica, como se faz toda uma patrulha da linguagem, um moralismo barato, para que surjam vítimas oprimidas e o monstro opressor, o homem.
E, para que homens fujam dessa imagem tosca criada por vitimismo idiotizante, começam alguns a querer provar que são machos desconstruídos, que são legais, que escutam mulheres (há os patetas que recomendam conversar com mulheres sobre as suas dores estruturais de um machismo opressor…), que censuram expressões gravíssimas como “chico”, “estar de boi” e essas coisas coloquiais de sempre.
Essa jornalista sente-se importante cagando regras, colocando-se na posição de vítima por ser mulher. Como se a condição de mulher fosse uma condição de vítima de antemão. É, insisto, uma misoginia reversa: para que seja relevante há que se vitimizar.
A cultura woke nos legou esse mal: há os que querem ser relevantes pelo que criam mais de hiperdramaticidade, de vitimismo. É um chico coletivo, afinal.