Usuários de Apple Music, preciso de ajuda, estou testando e esse áudio lossless realmente faz diferença quando o equipamento é bom, mas meu problema tem sido a conectividade.
Costumo e chegar em casa, pedir para Alexa tocar musica e o Spotify continuava o que tocava no fone, na TV também. E podia ter controle do App da TV pelo app do celular.
No Apple Music preciso mesmo ficar preso ao Bluetooth no Echo e ao AirPlay na TV?
O pior filme brasileiro é melhor do que o melhor filme americano.
Porque e para quem?
Sempre gostei dessa frase, nunca pensei nela como uma questão qualitativa, porque assim como vivíamos na época e vivemos hoje, a palavra melhor se traduz como “nos diz mais sobre nós mesmos”.
Pablo e Luisão mostram como esse jornalista está certo: o brasileiro é o mais feliz porque é feliz apesar de; porque escolhe, todo dia, ser feliz na adversidade. Ou, como termina o primeiro episódio: “Escolhemos não ser tristes para sempre.”
Parabéns ao Paulo Vieira pela série que, sem medo de errar, é a síntese da família brasileira. Tem potencial para ser o Todo Mundo Odeia o Chris dessa geração. É como se fosse um live action à brasileira da antiga Família Urso, em que o amigo do Papai Urso é o Zé Colmeia.
Esses dias, vi um corte de um jornalista questionando a lista dos países mais felizes do mundo. Ele criticava a lista, citando a monotonia da Áustria e da Suíça, e contestava dizendo que o que esses países têm é civilidade.
Pablo e Luisão mostram como esse jornalista está certo: o brasileiro é o mais feliz porque é feliz apesar de; porque escolhe, todo dia, ser feliz na adversidade. Ou, como termina o primeiro episódio: “Escolhemos não ser tristes para sempre.”
Falo com propriedade. Lá em casa, o mantra do meu pai era: “Nem tudo que é mais caro é melhor” e, nessa, 30 anos se passaram e a descarga nunca funcionou plenamente.
O Luisão é o verdadeiro pai brasileiro presente, que, apesar da falta de recursos, dá à família o melhor que pode. Inventivo por natureza, “gambiarra” é seu segundo nome.
Quero propor aí @eduardopaes ao invés da Casa do Cinema Brasileiro o espaço seja a Casa da Memória e dos Direitos Humanos. O Brasil precisa de um Museo sobre esse período nefasto
É sobre o cinema, a gente precisa que o cinema chegue na periferia, não uma casa na Urca.
Hoje sairá publicado em Diário Oficial Extra da Prefeitura do Rio que decidimos comprar/desapropriar e transformar o imóvel do filme “Ainda Estou Aqui” na Casa do Cinema Brasileiro. Vamos tornar público e abrir para visitação o espaço que trouxe o primeiro Oscar do Brasil em quase 100 anos da premiação. Faremos da casa onde foi gravado o filme um lugar de memória permanente da história de Eunice Paiva e sua família, da democracia e ainda uma homenagem às duas grandes mulheres que orgulham o Brasil e deram vida a ela - Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. O público ainda poderá conhecer a história do Brasil no Oscar em exposições interativas. Ali também funcionará a nova sede da Rio Film Commission estimulando mais produções do cinema brasileiro e premiações internacionais. E pra não deixar dúvidas: a Casa do Cinema Brasileiro vai estar pronta para receber a nossa primeira estatueta. Quem sabe ela não vem morar aqui? Nós vamos sorrir.
A Netflix criou a coleção "Simplesmente Cinema Brasileiro", destacando obras icônicas e novas colaborações. Confira a seleção completa e mais detalhes em: https://t.co/aNyZt6ziVT