o Oda simplesmente revelou que Imu-Sama é o diabo na SEMANA SANTA!
coincidência? Acho que não!!
Oda gênio, não tem como!!
#ONEPIECE1179#ONEPIECE#SPOILER#LUFFY#IMU
Já falei algumas vezes...
No capítulo 441 o Teach NUNCA disse que a Yami Yami no Mi dele é capaz de sugar ou anular os poderes de Akuma no Mi...
Está bem claro aqui:
A outra coisa que a minha "escuridão" pode sugar são...
Os "poderes dos demônios"!!!
Não são as akumas no mi ou "só elas"... São poderes demoníacos no geral.
O termo pra poder de akuma no mi e usuário não tem nada a ver com isso... A pronúncia seria: 能力 (nouryoku) e 能力者 (nouryokusha) que é uma habilidade de Akuma no Mi e um usuário de akuma no mi.
Três milhões de páginas e vamos te explicar do que se trata essa leva de materiais dos Arquivos Epstein! Analisamos as conversas entre EUA e Irã. Vamos até a Costa Rica e damos uma volta pela nossa quebrada latino-americana
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O mundo acordou hoje com a notícia de que os EUA teriam capturado Nicolás Maduro. Se isso se confirmar de vez, não é pouca coisa… é daqueles eventos que mexem com o tabuleiro inteiro.
Antes de qualquer leitura política: a Venezuela não vive um regime democrático há anos. Maduro governa sob denúncias de autoritarismo, repressão, fraude eleitoral, crise humanitária e já é alvo de sanções e acusações internacionais. Ou seja, não se trata de um cenário “normal” de relações entre países.
Dito isso, de forma bem direta, os possíveis reflexos seriam mais ou menos assim:
Primeiro: tensão global.
Capturar um chefe de Estado, mesmo de um regime autoritário e isolado, é algo raro. Isso gera reação imediata de aliados da Venezuela como Cuba, Irã, Rússia e China, ao menos no discurso, e coloca pressão em organismos internacionais. O clima fica mais pesado, mesmo que ninguém queira guerra aberta.
Segundo: América Latina em alerta.
A região inteira sente. Alguns governos condenam, outros ficam em cima do muro e alguns veem a queda de Maduro como algo positivo.
Mas, independentemente da posição, o medo é o mesmo: instabilidade, fronteiras tensas, aumento de migração, protestos e risco de desorganização interna na própria Venezuela.
Terceiro: mercados e petróleo.
A Venezuela tem uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Qualquer incerteza ali já mexe com o preço da energia global.
Não é “acabou o petróleo”, mas gera volatilidade, especulação e nervosismo, principalmente se houver interrupção de produção ou novas sanções.
Quarto: precedente internacional.
Muita gente vai pensar: “se isso acontece aqui, o que impede outras potências de fazerem o mesmo em situações parecidas?”.
Isso reabre um debate forte sobre soberania, direito internacional e limites do poder global , especialmente entre grandes potências.
Quinto: o cenário interno da Venezuela.
Sem Maduro, pode acontecer de tudo:
– disputa de poder,
– tentativa de governo interino,
– reação de militares e grupos armados,
– ou um processo de transição, mas cheio de ruído.
Nada ali tende a ser simples ou rápido.
Resumindo no português claro:
- não é uma defesa da Venezuela.
- não é um ataque aos EUA.
- é sobre poder, limites, petróleo, estabilidade regional e o tipo de ordem internacional que se forma a partir disso.
Agora é acompanhar os próximos dias, porque o impacto real não vem no anúncio, vem na reação em cadeia.