É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.
Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.
Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.
Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.
Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.
E o senador Ciro Nogueira 100% nem aí pra sujeira envolvendo seu nome no caso Master, relaxando em Ibiza? Pro povo, escala 7x0 segundo a PEC que o próprio assinou. Pra ele, sombra e água fresca. É muito fácil ser rico no Brasil.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
A Reforma da Previdência que eu defendo:
- Aumento da contribuição previdenciária dos deputados/senadores, de 14 para 20%
- FIM das pensões para filhos de militares expulsos
- Aumento da idade mínima das Forças Armadas, de 55 para 60 a 65 anos
- Proibição de aposentadoria para políticos, necessário pagar MEI para ter acesso
- Aumento da contribuição previdenciária sobre salários acima de 50 mil/mês, de 14 para 20%
- Fim de qualquer penduricalho remuneratório nos três poderes que exceda o teto do INSS (cerca de 8 mil atualmente)
- Fim de isenções fiscais para empresas estrangeiras instaladas no Brasil, com a arrecadação contribuindo para a previdência
- Redução da idade mínima de aposentadoria para os trabalhadores com renda até 10 mil, de 65 para pelo menos 60 anos
- Criação do 13⁰ salário para o BPC (benefício previdenciário pago a idosos e deficientes pobres)
A lógica em TODAS as reformas estruturais deve ser a mesma: reduzir desigualdades, combater privilégios e melhorar a renda e a qualidade de vida da classe trabalhadora!
O dono do avião chama Fernandin OIG.
É dono do Fortune Tiger aquele “jogo do tigrinho” que comeu o salário de milhões de brasileiros.
Ciro Nogueira era da CPI que investigava exatamente esse cara.
Hugo Motta é presidente da Câmara.
Os dois voaram juntos no jatinho dele pro Caribe. Voltaram com 5 malas que não passaram pelo raio-X.
O auditor que liberou? Tá sendo investigado pela PF.
Isso não é suspeito. É de doer.
🔁 Compartilha pra quem ainda acha que “todos são iguais.”
Quem trabalha duro todos os dias também merece viver os momentos que mais importam. A escala 6x1 tira de milhões de brasileiros e de brasileiras o tempo com quem mais importa: a família. (+)
🚨 FIM DA ESCALA 6x1: VITÓRIA!
A PEC que eu, o @RickAzzevedo e o @Movimento_VAT apresentamos pelo FIM da escala 6x1 acaba de avançar e ser aprovada na CCJ da Câmara.
Isso é gigante. O fim da escala 6x1 representa a maior melhoria para o trabalhador desde a Constituição de 1988.
E isso só foi possível graças à luta e à articulação cotidiana que fizemos, nas redes, nas ruas e no Congresso, ao lado da juventude, dos movimentos sociais, de trabalhadores e do próprio Governo Lula.
Com isso, seja pela PEC ou pelo Projeto de Lei apresentado pelo próprio Presidente Lula, o Congresso terá que votar o fim da 6x1.
Agora, a luta é para que a proposta não seja destruída pelos bolsonaristas.
Não podemos aceitar que o fim da escala 6x1 ocorra com um período de transição absurdo, de 5 anos, ou então que os trabalhadores paguem com seus impostos uma “bolsa patrão”. Os trabalhadores não são escravos comprando a própria alforria.
Pra isso, neste 1° de Maio, iremos às RUAS! E seguiremos pressionando os parlamentares nas redes e por meio da campanha O Brasil quer Mais Tempo!
🚨 Votaremos HOJE o fim da escala 6x1 na CCJ da Câmara.
E quanto mais avançamos, mais desesperados ficam certos setores do empresariado e da imprensa brasileira.
Esse desespero é o mesmo desde o fim da escravidão. Ele é fruto do medo dos trabalhadores se enxergarem como gente, como pessoas de direitos, pessoas políticas e pessoas com possibilidades para além da exploração à qual estão submetidas.
Essa escala não explora só a força física. Ela explora a mente, impede que os trabalhadores tenham vida além do trabalho e que eles percebam as correntes que os prendem.
É por isso que hoje eu, o @RickAzzevedo e o @Movimento_VAT continuaremos a luta pela aprovação da nossa PEC e pelo FIM da escala 6x1.
Um pouquinho do papo maravilhoso que tive no Podpah, com o Mítico e o Igão 💗
O que regula questões trabalhistas é a LEI.
Não fosse por força da Lei ninguém teria:
Férias de 30 dias
FGTS
Folga semanal
Adicional noturno
Licença Maternidade
13° salário
A cada conquista dessas houve empresários dizendo q o país ia quebrar, como dizem agora pelo fim da 6x1