Trabalharam arduamente para derrubar e incriminar injustamente o Presidente Bolsonaro. Mentiram durante 4 anos em rede nacional, manipulando a opinião pública.
Estes dois envergonham a classe jornalística.
🚨 JAQUES WAGNER MENTIU NA CPMI
Durante a CPMI do INSS, o senador Jaques Wagner afirmou que não conhecia o Banco Master e classificou as denúncias apresentadas pelo senador Rogério Marinho como mera “intriga da oposição”.
Agora, com o avanço das investigações da Polícia Federal, novas informações vêm à tona e levantam questionamentos importantes sobre aquilo que foi dito no passado.
A política precisa ser pautada pela transparência e pela verdade. Quando denúncias são apresentadas, elas devem ser investigadas com seriedade, independentemente de quem as faça.
O brasileiro está cansado de versões contraditórias e quer respostas claras para fatos que envolvem dinheiro público e instituições financeiras.
By @direitabrasiln
⚠️GRAVE: Juristas afirmam que Gilmar Mendes violou a Lei Orgânica da Magistratura ao comentar processos em andamento e criticar decisões fora dos autos durante o Roda Viva
Zelensky’s assets:
$35 million - home in Florida.
$1.2 billion - offshore banks
Owns 15 homes, 3 private planes Monthly income of $11 million dollars.
And you’re still wondering where the USAID money went.
🏭👨🏭🚧/ Uma paralisação tomou conta da fábrica da Midea em Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais, na terça-feira (23). Cerca de 1.200 trabalhadores abandonaram os postos depois que um funcionário do setor de qualidade denunciou ter sido agredido fisicamente por um gerente vindo da China ��� com socos nas costelas e golpes de uma gaxeta, peça de borracha usada como vedação. A manifestação se concentrou na porta da unidade e foi marcada por indignação generalizada. O Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre afirmou que o episódio foi o estopim para o movimento, que acumula também denúncias de assédio moral e condições de trabalho precárias. A tesoureira do sindicato, Cristiane Aparecida dos Santos, foi direta ao classificar o ocorrido como lesão corporal e foi além, fazendo uma comparação histórica pesada. “Um trabalhador que saiu de casa de manhã para vir trabalhar, ganhar o seu pão de cada dia, foi covardemente chicoteado nas costas. Infelizmente, num período muito vergonhoso para a história do nosso Brasil, a gente sabe que os trabalhadores escravizados eram chicoteados para que produzissem”, afirmou. A Midea não se pronunciou até o momento. A empresa, de origem chinesa, opera a unidade de Pouso Alegre como uma das principais plantas industriais do setor de eletrodomésticos no Brasil. Se tem alguém que merece os parabéns por tudo isso, é o presidente Lula. Foi ele quem abriu — e escancarou — as portas do Brasil para as empresas chinesas, e agora os trabalhadores brasileiros estão aprendendo na pele o que é ser tratado como escravo. Enquanto empresas brasileiras fogem do país sufocadas pela carga tributária e pelo ambiente hostil aos negócios, chegam cada vez mais exploradores dispostos a bater, humilhar e subjugar o trabalhador nacional. O gerente chinês que levantou a mão contra um operário em Minas Gerais não é um caso isolado — é o retrato de uma política que coloca tapete vermelho para o capital estrangeiro e deixa o trabalhador brasileiro sem proteção, sem dignidade e, aparentemente, sem ninguém no governo disposto a defendê-lo.
▶️ @blogdatm
Let's celebrate the resignation of Keir Starmer with this wonderful song. Bye-bye, Keir! We will remember you as the biggest wanker of all UK leaders. Donald Trump and his band are performing this song for your pleasure. The Spotify version is coming soon.
Keir Starmer renunciou ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, nesta segunda-feira, 22 de junho.
A cena marcou o fim de um governo que chegou ao poder prometendo estabilidade, prosperidade e renovação política, mas que termina cercado por revoltas internas, queda de popularidade e crescente insatisfação popular. A pressão dentro do próprio Partido Trabalhista tornou-se insustentável após derrotas eleitorais, perda de apoio entre parlamentares e o avanço de adversários políticos que passaram a capitalizar o descontentamento da população.
A situação se agravou ainda mais após a renúncia do secretário de Defesa, John Healey, e do ministro das Forças Armadas, Al Carns. Ambos deixaram o governo em meio a críticas à falta de investimentos na capacidade militar britânica, justamente quando a Europa discute rearmamento e os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio ampliam as preocupações com segurança.
O alinhamento do Reino Unido com a agenda globalista, trouxe imigração recorde, aumento do custo de vida, deterioração dos serviços públicos, insegurança crescente em diversas cidades e a percepção de que o governo passou mais tempo atendendo pautas identitárias do que ouvindo os próprios britânicos.
Nos últimos meses, o avanço da direita reformista liderada por Nigel Farage transformou a imigração e a identidade nacional em temas centrais do debate político. Enquanto isso, dentro do próprio Partido Trabalhista, crescia a avaliação de que Starmer já não era capaz de conduzir a legenda para a próxima eleição.
Ao anunciar a saída, Starmer afirmou que sempre colocou o país em primeiro lugar. Mas uma parcela crescente dos britânicos passou a acreditar exatamente no contrário: que Westminster estava mais preocupada em agradar burocratas, ativistas e instituições globais do que proteger os interesses dos cidadãos comuns.
Menos de dois anos após uma vitória histórica, Starmer deixa o poder como o mais novo capítulo do falimento da política britânica. O Reino Unido terá agora seu s��timo primeiro-ministro em apenas uma década. Um retrato eloquente de um sistema que continua procurando respostas para problemas que seus líderes parecem incapazes de resolver.