O senador-advogado-chocolateiro-produtor consegue a incrível façanha de protagonizar escândalos em todas as suas frentes de suposto trabalho.
Só não protagoniza a realização de políticas públicas bem-sucedidas para o seu estado, que dirá para o Brasil.
Dinheiro acima de tudo.
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 era, infelizmente, mais do que previsível. Tudo caminhava para esse desfecho. Não apenas pelo desempenho medíocre da equipe, muito distante da seleção que povoa a memória afetiva rodriguiana de tantos brasileiros, mas também por todas as evidências que estavam escancaradas desde o início desse ciclo.
Falta talento a esta geração, e a culpa nem é dela. O futebol brasileiro alijou e sabotou jovens sistematicamente, tentando espelhar um modus operandi europeu porque, claro, somos vira-latas. O Vini Jr., coitado, é a andorinha que não faz verão.
O treinador, apesar do currículo vitorioso, parecia muito mais preocupado em fazer publicidade e agradar patrocinadores do que em formar uma equipe de verdade. E, acima de tudo, havia a insistência em convocar um ex-atleta em atividade, hoje muito mais reconhecido por sua carreira no Instagram.
Neymar é uma das piores coisas que aconteceu para o futebol brasileiro nos últimos vinte anos. E olha que passamos por crises bem severas nesse período. Não consigo imaginar um norte pior para tantos jovens. Neymar é o símbolo de uma era que transformou dinheiro e ostentação em virtude. O talento que o popularizou ficou em último plano. “Exxxquece!”
Quem desfila há tempos é o homem de 34 anos que age como um menino (menino!) de 14, que provoca, humilha ou menospreza adversários, que agride companheiros de equipe, que xinga árbitros e que se acha maior do que as instituições que representa. Até porque, para alguns bajuladores, que medem grandeza por seguidores no TikTok, ele é.
Sonhávamos com um hexa e faturamos um diferente: seis Copas do Mundo consecutivas sem conquistar o título. Quando esta Copa acabar, estaremos atrás não só da Noruega (um país com oito meses de inverno e do tamanho do Maranhão), mas também de argentinos, mexicanos, colombianos e, em certa média, até de cabo-verdianos.
Sim, meus amigos. No futebol, o Brasil regrediu. O Brasil se apequenou. Encolheu-se diante de indivíduos, de marketing, do dinheiro e, por fim, diante de um influencer.
Mais um.
Aliás, já jogaram no Tigrinho hoje? O pai tá on!
(Som de risada idiota de pai de família que sofre de síndrome de Peter Pan…)
Gov. que se diz que "dos" trabalhadores, mas levou o mandato todo p/ empunhar o fim da 6x1. Mais tardio ainda veio o pacotão da segurança, pauta dominada c/ folga pelo adversário. Difícil acreditar em compromisso c/o país para além de interesse próprio de um governo moribundo.
Rogério Correia desenha o acordão do Centrão com o fascismo 👇
Mexeram tanto o caldeirão que o acordão saiu e, como sempre, a justiça não está no plenário. Só o tetra de Lula salva o Brasil.
O silêncio ensurdecedor do Papa Francisco atravessando a Praça de São Pedro vazia durante a pandemia para fazer as orações. Neste um ano sem o Papa, é essa imagem dele que guardo em minha memória.
Ai daqueles que submetem as religiões e o próprio nome de Deus aos seus objetivos militares, econômicos e políticos, arrastando o que é santo para o que há de mais sujo e tenebroso. #ViagemApostólica#Camarões https://t.co/lWrCRPBuvx
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PT não assina CPI do Banco Master ❤️ Flávio Bolsonaro não assina Impeachment do Toffoli.
Não existe esquerda ou direita quando o assunto é blindar o sistema.