O dia terminará e Jaques Wagner não será retirado da liderança do governo no Senado. Para alguém acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro, talvez ninguém represente tão bem o governo do PT como ele.
Mônica Bergamo: “A Operação Compliance Zero reequilibra o jogo político do caso Banco Master. Até então, as cobranças estavam em Flávio Bolsonaro. Agora, com Jaques Wagner entre os alvos da PF, a pressão também chega ao núcleo político do governo. Lula já ensaiou a resposta”
O desconvite de Zema a evento em SC, indubitavelmente, tem o dedo de Renan e Carlos Bolsonaro. São atitudes típicas da família Bolsonaro de detonar aliados , que não são capachos. Há de se lembrar que elegância, polimento e boas maneiras nunca foram observados naquela família.
Atenção:
Quando esquemas de corrupção insistem em aparecer em torno de um político e de seus aliados mais próximos, em diferentes governos e épocas, não é porque ele "dá liberdade para investigar".
É porque dá liberdade para roubar mesmo.
O SITE DE ESTIMAÇÃO DA ESQUERDA FOI DESMASCARADO! 🚨
O DCM ataca a direita 24h por dia e defende o governo atual com unhas e dentes. Agora a PF descobriu o porquê: R$ 50 mil/mês na conta para blindar banqueiro. A investigação aponta até MANIPULAÇÃO de perfis em redes sociais e supressão de conteúdo. Eles operam a verdadeira milícia digital que acusam a direita de ter. A verdade sempre aparece!
Políticos, magistrados e outros servidores tiveram despesas pagas por Daniel Vorcaro e/ou faturaram com ele diretamente ou por meio de familiares, empresas ou fundos.
A lista de benesses milionárias incluiu investimento em produção de filme, contratos advocatícios, consultorias, imóveis, empréstimos, voos, hotéis, restaurantes, eventos, degustação de whisky, festas com “kengas” e muito mais.
O único motivo pelo qual o dono do Banco Master oferecia esses serviços e fazia esses pagamentos era que essas pessoas ocupavam cargos de poder, onde podiam dar votos e decisões, ou exercer influência, a favor de seus negócios e interesses.
Todas elas, obviamente, sabiam e sabem muito bem disso. E esse é o problema: uma casta de senadores, deputados federais, governadores, juízes, agentes, diretores e presidentes de bancos e até de fundos de previdência que se aproveitam de cargos públicos para obter vantagens, mimos, regalias e mordomias junto à elite econômica - esta que, ao contrário do povo trabalhador, tem acesso privilegiado a eles em razão de sua fortuna, não raro oriunda de atividades ilícitas, como era o caso.
O modo como os membros dessa casta se fazem de sonsos, quando suas relações financeiras com empresários e banqueiros como Vorcaro vêm à tona, ilustra a plena confiança que depositam na impunidade geral, garantida pelos próprios pares.
O caso Master, por ter atingido autoridades de todos os matizes, deveria então unir os brasileiros em defesa da responsabilização e da punição delas, bem como da reforma moral da República, e não dividir novamente o país em tribos corrompidas e igualmente cínicas que tentam se limpar na sujeira umas das outras, insultando ainda mais a inteligência de quem não a perdeu.