A prefeitura de São Paulo banca um salário de R$ 76 mil para Bárbara Moraes coordenar os centros de informações turísticas. È o dobro do salário do prefeito.
Bárbara é irmã de Victor e Marcelo Moraes, donos da Quarter, agência que, no papel, pertence a uma laranja. É eles quem decidem quanto a empresa pagará COM DINHEIRO PÚBLICO à irmã deles.
Agência alega que trata-se de um bônus por metas atingidas em 2025. Ela foi contratada em 17 de dezembro do ano passado. Onze dias de trabalho depois, recebeu o bônus de 57 mil.
Todos os 26 guias turísticos que trabalham nos centros de informações turísticas, JUNTOS, ganham menos do que coordenadora. Prefeitura paga R$ 9 mil à Quarter e ela repassa menos de 1/3 disso para os trabalhadores.
A matéria está no primeiro comentário.
Eu não pretendia tornar público um vídeo que expõe meu pai em mais uma situação terrível como os reflexos da facada que levou de antigo integrante do PSOL - o fato exposto registrado antes da sua prisão arbitrária se faz necessário e me dilacera de forma que não sei explicar - porque é doloroso demais encarar aquilo que meus próprios olhos veem diariamente, quando estou com ele. Mas a realidade é impossível de ignorar.
Ele precisa de cuidados especiais 24 horas por dia, e sua condição só piora. Existem episódios muito mais graves do que os que aparecem nesse vídeo, e eles representam risco real e imediato à sua vida.
Se ele broncoaspirar por causa do refluxo constante, ele pode vai morrer com a crescente pressão sofrida paulatinamente nos últimos tempos. Sem cuidados médicos contínuos, acompanhamento ininterrupto e ambiente adequado, estamos diante de uma tragédia anunciada.