@WeiseFranklin@DanielPecanka Eu li que o modelo de negócios é em torno do baixo uso associado a uma venda alta de planos.
Por isso em alguns horários é insano.
Junto com isso, a participação de lucros em personal (que são professores da academia).
Mas vale uma investigação mais aprofundada, não faz sentido
Brazil feeds a billion people.
It holds 12% of the world’s freshwater.
It produces 87% of its electricity from renewables at half the cost of American power.
It holds 94% of global niobium, the second-largest reserves of rare earths, and the second-largest reserves of graphite.
Its stock market trades at 9.25x forward earnings.
The S&P 500 trades at 21x.
An American investor pays more than twice as much per dollar of expected earnings for exposure to the US economy than for the country that holds the minerals, the water, the food, and the energy that the 21st century runs on.
Someone explain to me how that math works.
Read why I’m bullish on Brazil below 👇
O silêncio que (não) vira dado, mas impacta tudo
Existe um fenômeno que eu tenho observado com uma frequência cada vez mais incômoda no meu trabalho com estratégia de comunicação e que a gente aqui no X conhece bem: as pessoas estão deixando de dizer o que pensam. Não porque mudaram de opinião. Porque aprenderam que dizer tem custo.
E custo, no vocabulário contemporâneo, tem um nome específico: cancelamento.
O que me interessa não é o debate moral sobre cancelamento. Esse debate já tem gente demais travando. O que me interessa é a consequência estratégica que ninguém está mapeando: quando as pessoas param de externalizar o que pensam, elas não param de pensar. Não param de decidir. Não param de consumir com base nessas decisões. Elas só param de deixar rastro.
E aí o dado some.
Não some porque deixou de existir. Some porque ficou mudo. É exatamente isso que chamo de Mute Data: a informação que foi gerada por uma decisão real, consciente, mas que nunca chegou a se tornar dado visível porque o ambiente puniu, ou ameaçou punir, a externalização.
O conceito nasce do cruzamento de dois referenciais teóricos que, à primeira vista, parecem pertencer a mundos diferentes.
O primeiro é o Thick Data, desenvolvido pela pesquisadora e socióloga Tricia Wang durante seus anos trabalhando com a Nokia. Wang defendia internamente que a empresa deveria apostar em smartphones com tela touch, mas os dados quantitativos mostravam o oposto: as vendas de celulares com teclado físico seguiam crescendo. A Nokia ignorou o que os números não conseguiam capturar, que era o comportamento emergente de uma geração que ainda não tinha vocabulário para descrever o que queria, mas já estava querendo. O resultado é história. Wang sistematizou essa experiência em um conceito poderoso: existem dados tão micro, tão offline, tão embebidos em contexto humano, que nenhuma tecnologia consegue ler. São tendências que moram em conversas, em rituais cotidianos, em gestos que não viram texto. Thick Data é a metodologia de capturar o que escapa ao quantitativo.
O segundo referencial é a praxeologia, o ramo da filosofia desenvolvido pelo economista austríaco Ludwig von Mises dedicado ao estudo da ação humana. A premissa central é aparentemente simples, mas tem uma profundidade que ainda hoje é subestimada: nenhum ser humano toma uma decisão acreditando conscientemente que vai se prejudicar. Toda ação humana parte de uma lógica interna coerente para quem a pratica, mesmo que essa lógica seja invisível para quem observa de fora. As pessoas agem com base em valores, crenças e hierarquias que raramente explicam e que, muitas vezes, nem conseguem articular com palavras.