Taylor Sheridan, criador do Sheridanverso, série de maior sucesso do Paramount+, disse que não tem interesse em ganhar Emmys com suas obras e também afirmou que os executivos dos estúdios não sabem de nada sobre a produção de uma boa série.
"Não era assim antigamente. Os diretores tinham liberdade, não existiam inúmeras revisões de roteiro e encontros com executivos pra acertar o tom e coisa do tipo. Falando nisso, os executivos são em sua maioria pessoas do marketing. Ou estudaram direito. Eles começaram como estagiários em grande agências e evoluíram odiando o negócio. E o que eles sabem sobre desenvolver uma história? Não sabem de nada. Eles ficam em pânico com medo da audiência não entender a história, porque eles mesmos não sabem contar uma".
"Quando fiz meu acordo com a Paramount eu disse: Isso não é uma democracia. Vocês vão me pagar e me dar uma porrada de dinheiro e eu vou entregar essas séries. São histórias comuns, que pessoas comuns entenderão. E isso é a grande maioria dos EUA. Vocês não vão ganhar Emmys comigo e não tenho vontade de ganhar nenhum, não é meu objetivo. Meu objetivo é fazer alguém sentar no sofá e se emocionar, rir, se assustar. É isso que eu quero fazer, porque é isso que eu quero numa série de TV".
"Os críticos vivem em cima de mim. Dizem que não sei aproveitar os personagens. Que não sei escrever personagens femininos. Os críticos e eu... Não poderia me importar menos com eles e isso os enfurece. Mas eu não ligo, confesso a você que eu faço algumas coisas em minhas obras somente para irritá-los e isso é problema deles. Honestamente, que se fodam", completou.
Globo com 76 milhões de telespectadores sintonizados.
SBT com 24 milhões de telespectadores sintonizados.
CazéTV com 16 milhões de televisores sintonizados.
#CopaDoMundo#CopaNaGlobo#CopaNoSBT#CopaNaCazeTV
@serenjimity95@CNNBrasil você deve ter entendido o que eu quis, dizer, seja honesto. Eu não desacreditei o sistema de votação peruano, eu questionei a fala do jornalista.
Há tempos membros ativistas do Ministério Público descobriram que não precisam convencer juízes nem legisladores para fazerem andar agendas ideológicas que lhes são caras.
Basta ameaçar litigância com base em interpretações pessoais da lei e, em seguida, propor os famigerados Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) para obrigar agentes privados a seguirem regras que ninguém legislou, mas que lhes agradam.
Vejam esse caso. O MPF ajuizou ação para obrigar o Einstein a adotar cotas na residência médica. Querem que reservem 55% das vagas, sendo inacreditáveis 5% para trans, um grupo que não representa 0,1% da população e ainda menos dos médicos formados.
E qual o fundamento para meter a mão numa instituição privada? Que o Einstein tem imunidade tributária e colabora com o SUS. Quer dizer: porque o hospital faz o bem e o Estado, em troca, abre mão de tributá-lo, o Estado agora é dono dele.
Ocorre que isso não está em lei nenhuma. É invenção do procurador, interpretação generosa da lei costurada com uma nota técnica e a sempre presente ameaça de processo.
O empresário, o reitor, o diretor de hospital, todos fazem a mesma conta: vou enfrentar anos de litígio e desgaste no país da insegurança jurídica gastando rios de dinheiro contra um MP sustentado com dinheiro infinito do contribuinte ou assinar um TAC e obedecer?
Quase todos assinam os famigerados TACs.
É por meio dos tais TACs que um órgão que deveria fiscalizar a lei passou a legislar pelas costas dela, transformando preferência ideológica em obrigação que ninguém votou.
Um futuro governo que se leve a sério vai ter que encarar isso de frente. Não há país viável com um poder paralelo, sem voto e sem freio, decidindo quem entra na faculdade e quem dirige uma empresa, interpretando a lei ao sabor de suas ideologias, ameaçando agentes privados com transtornos enormes e oferecendo TACs como alívio, cuja assinatura é quase admissão de culpa por crimes que não existem.
Cortar as asas do MP e devolvê-lo ao dever estrito, que é fiscalizar o cumprimento da lei e não fabricá-la, é condição necessária para refundarmos o Brasil. O governante que não fizer isso vai ter que governar de joelhos.