A mulher do Gabriel Martinelli é médica e esquerdista consciente, Isabella Rousso, sou a favor de fazer dela a musa da copa, vamos tirar o foco da tigrinha.
É triste saber que, em caso de hexa, não tem NINGUÉM na Globo que seja capaz de fazer uma festa dessa em um programa de auditório.
2002 tínhamos Xuxa e Faustão. Hoje, Luciano Huck. Decadência.
Uma saudade: a divisão em três grupos (avestruz, coelho e ovelha) na estreia de A Fazenda. O fato de serem três grupos com um prêmio na metade da temporada para aquele que se mantivesse com mais membros, acabava gerando uma dinâmica que evitava essa coisa chata de "grupão x grupinho" que se formou nos últimos anos. Forçava gente que se odiava a se obrigar a defender um ao outro e gente que se amava em grupos distintos a se votar, gerando diversas tretas por amizades e inimizades. Isso só flopou quando o Carelli diminuiu para dois grupos, porque daí polarizou muito o público.
A Fazenda 15, por exemplo, foi uma edição que contrariou o enredo "grupão x grupinho" porque tinha vários grupos (pôr do sol, paiol, crias, la máfia e Nadja Pessoa) rivalizando e fechando acordos por proteção e justamente por isso é uma edição considerada boa pelo público. Mas dificilmente volta a acontecer porque é muito raro acertar no elenco de novo ao ponto deles não se dividirem em dois grupos e tornar o enredo previsível como tem sido nos últimos tempos. Por mim, o Carelli voltava com as três equipes e com o prêmio de 500 mil no meio da temporada.
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