O político da direita que tentou induzir a companheira a abortar a própria filha disse que foi um “momento de fraqueza” e não quer responder pelos próprios atos.
Mas quando uma menina vítima de estupro precisa do aborto legal, essa gente vai na porta do hospital atacar a criança pra tentar impedir que ela exerça seu direito.
Político pode ter “momento de fraqueza”.
Meninas vítimas de estupro precisam virar mães aos 13 anos pra satisfazer o sadismo do político.
Victory at last. The first person charged with the death penalty under Uganda’s Anti-Homosexuality Act 2023, arrested in Aug 2023 for “aggravated homosexuality” and later downgraded to “unnatural offenses,” has had the case dismissed by a Ugandan court after 2+ years. Thank you to all our partners, the legal team & friends. 🏳️🌈🇺🇬
Fico meio p da vida quando esse tipo de coisa acontece. Nunca vi um casal LGBT impedir um pedido de casamento de gente fubanga e heterossexual. Aceitamos calados os pedidos ridículos, chá bar cafonas, chá revelação micosos, deixamos vcs serem felizes. Vcs não podem fazer o msm?
🚨 A Câmara acaba de ARQUIVAR o processo de cassação de Carla Zambelli.
Zambelli é condenada a 10 anos de prisão, não comparece à Câmara desde maio e está na Itália desde 5 de junho, onde é foragida e PRESIDIÁRIA.
Mas ela segue com um "mandato" que custa 132 MIL REAIS POR MÊS de DINHEIRO PÚBLICO.
É esse o retrato desse Congresso que se comporta como inimigo do povo: Carla Zambelli, presa em outro país HÁ MESES e condenada no Brasil em todas as instâncias a 10 anos de prisão, seguirá tendo um mandato fictício.
Glauber Braga, por não se calar, foi suspenso por 6 meses.
A crítica parte de uma premissa falsa!
Mulheres trans são mulheres!
Érika Hilton não “rouba” espaço de ninguém, ela foi reconhecida pelo trabalho e impacto que tem.
Criar categorias separadas não é igualdade, é segregação.
E chamar isso de “usurpação” só revela o preconceito disfarçado de preocupação com mulheres.
A imagem de uma deputada federal sentada num trono de balas e fuzis é mais do que provocação estética, é um sinal alarmante da normalização da violência como valor político.
Quando uma representante eleita pelo voto popular adota símbolos de morte como emblema de poder, o problema deixa de ser individual e passa a refletir algo estrutural.
Esse gesto expressa a consolidação de uma cultura política armamentista, na qual força e intimidação substituem diálogo e democracia.
É “violência simbólica legitimada”, o poder sendo reproduzido por símbolos que oprimem, mas são aceitos como naturais.
O mais preocupante é que essa estética da força foi chancelada nas urnas, o trono de fuzis é também o trono da legitimação popular.
Quando a violência vira símbolo de autoridade e fé, a democracia adoece em silêncio, aplaudindo o próprio colapso.