Madrasta contra enteada na VNL? Tivemos de novo! Helena Grozer (Tchéquia) e Leana Grozer (Alemanha) voltaram a se enfrentar na VNL. O mais curioso é que György Grozer, marido de uma e pai da outra, também está inscrito na VNL Masculina pela Alemanha. Só o vôlei consegue criar conexões que nenhum roteiro imaginaria 🇨🇿🇩🇪
📷 FIVB
🚨DO CALÇADÃO DO BRASIL PRA MARVEL
Segundo rumores, Wagner Moura é a primeira escolha da Marvel Studios para viver o Sr. Sinistro, vilão antológico dos X-Men, no MCU.
(via: @MyTimeToShineH - duvidosa)
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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A FIVB vai ter que se organizar para a VNL 2027, principalmente no naipe masculino. No cenário onde teremos EUA, Irã, Ucrânia e Rússia, será necessário evitar a presença de EUA e Irã na mesma sede, e uma eventual partida entre Ucrânia e Rússia. O cenário não será favorável 😬
essa é para os gays “fora do meio” q se orgulham disso:
tá tudo bem ter amigos heteros, gosto mto tb, mas ter uma rede de amigos gays tbm é imprescindível, pois, na hora do ‘pegapracapar’ os hts talvez não tenham repertório suficiente pra te dar o suporte q vc possa precisar ;)
Bial: “Na publicidade, qual foi a oferta milionária que te fizeram e que você recusou?”
Fernanda Torres: “Eu não fiz BET… É aquilo, né? Você não pode fazer Eunice Paiva e depois acabar dizendo: ‘Vai, aposta aí’”
#ConversaComBial
Eu conheci no clipe de hang up, pesquisei umas coisinhas e fui gostar de verdade depois de ver o episodio de glee sobre, me julguem, eu AMO a madonna dos anos 80, minha musica favorita é burning up
eu estudando psicologia: nossa que subversivo
eu se eu estudasse Biologia Marinha: nossa que submersivo
eu se eu fizesse letras: nossa que substantivo
eu estudando epistemologia: nossa que subjetivo
morrendo que meu primo calouro da agronomia estava descendo a reta da ufv usando seu traje de agroboy, cruzou com um gay que olhou pra ele e desse “nó, que cafona” e traumatizou o coitado que não quer mais usar roupa apertada