Filho de Valkmar, ex-zagueiro do Vasco, Rayan viveu o sonho que muitos torcedores imaginam: marcar gols pelo clube do coração, decidir clássicos, ouvir o nome ecoando das arquibancadas e criar uma conexão verdadeira com a torcida. A Europa não demorou a perceber o talento que já encantava no Rio. O Bournemouth apostou alto. Mas agora, não é só São Januário que vibra. O cria da Barreira chega à Copa do Mundo como um dos jogadores mais jovens da história do Brasil em Mundiais. E uma pergunta segue inevitável: será que vai ter gol do Rayan hoje? 😎💎
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OI, BOA NOITE! 👀🔥
Quem fingiu não saber quem era, agora já conhece muito bem. Das ruas da Barreira do Vasco à Copa do Mundo aos 19 anos, Rayan escreveu uma trajetória que parece roteiro de cinema para qualquer vascaíno. Muito antes do brilho nos profissionais, existia um garoto criado nos arredores de São Januário, apaixonado pelo clube e carregando um sonho enorme no peito. A bênção de Roberto Dinamite, que fez questão de conhecer de perto aquela promessa, parecia um sinal de que algo especial estava sendo construído.
O orgulho cruzmaltino já demonstrava cedo que seria diferente. Forte, canhoto, explosivo e dono de uma personalidade rara para a idade, Rayan estudou no Colégio Vasco da Gama e, desde os 6 anos, carregava a Cruz de Malta como parte da própria identidade. Fã de pipas, costumava entrar escondido nas piscinas de São Januário e cresceu praticamente dentro do clube. Entre futsal e categorias de base, foram quase 300 gols, números que impressionavam, mas que nunca falaram mais alto do que a sensação de quem o via jogar: havia algo raro naquele menino da Barreira. E ele próprio nunca esqueceu do conselho e da energia passada por Dinamite, algo que até hoje o faz se sentir especial.
Essa aqui é uma imagem que exala um fracassado tremendo.
O Casemiro no treino é um leão, no jogo fica com essa cara de perdido; e o nome do zagueiro é Marquinhos. Como impor respeito na defesa com o zagueiro que tem o apelido desses?
A gente tá fudido nessa copa.