Os intocáveis tremem de medo de @deltanmd.
Por isso esse esforço tão grande para persegui-lo.
É hora de mostrar que esse país não é deles. É hora de mostrar que ainda existe Justiça no Brasil.
Para Senador no Paraná, Deltan é 3⃣0⃣0⃣
O Brasil não está condenado a parar.
Mas eu continuo acreditando no Brasil.
Dá para recuperar a confiança, voltar a atrair investimento, gerar empregos e fazer a economia andar.
É para ajudar a construir essa mudança que estou ao lado de @flaviobolsonaro.
O Brasil tem jeito. E pode voltar a crescer.
Os cartéis, o tráfico, o crime, tudo ficou tão popular nas Américas que as pessoas se acostumaram e aprenderam a conviver com isso, como se fosse normal.
Trump está apenas trazendo a normalidade de volta.
Esse vídeo poderia ter sido gravado — como o foi diversas vezes — ao longo dos últimos 20 anos: o Brasil é um atoleiro, sempre as mesmas situações, sempre as mesmas porcarias ocorrendo de novo e de novo e de novo.
Donald Trump deu o seu recado reto e direto para o Brasil!
“Lançamos o poder das Forças Armadas dos EUA para eliminar gangues e cartéis de drogas sangrentos…Os cartéis são o Estado Islâmico do Hemisfério Ocidental. São inimigos em guerra contra a civilização, usando assassinato, estupro, tortura e extorsão como instrumentos de terror, e por isso eles devem ser mortos, exilados ou detidos”.
🌎 MUNDO | Após pedido de Trump, 14 países classificam PCC e CV como terroristas
Declaração conjunta inclui as duas facções brasileiras entre 24 organizações que serão alvo de sanções e outras medidas pelos países participantes
Oi, @VEJA
Tudo bem?
Lembra de todas as vezes em que o seu editorial caluniou o Presidente Bolsonaro e defendeu as arbitrariedades cometidas pelo Judiciário?
Pois é, não adianta fingir demência... vocês são um dos responsáveis pela implantação do estado de exceção no Brasil.
🚨🇧🇷 AGORA: Por decisão judicial, as páginas oficiais e os perfis vinculados ao Polymarket no Instagram estão sendo derrubados e retirados do ar no Brasil.
A derrubada ocorre após Flávio Bolsonaro abrir 20 pontos de vantagem contra Lula para a presidência no mercado de previsões.
🚨 **Urgente: EUA e Escudo das Américas anunciam sanções coletivas contra PCC e CV - e o governo Lula fica de fora**
Quinze governos do hemisfério lançaram hoje, à margem da Assembleia Geral da ONU, a primeira ação conjunta do Escudo das Américas. O comunicado trata 24 organizações como narcoterroristas e anuncia a intenção de aplicar, cada país segundo a própria lei, congelamento de bens, restrição de visto e imigração, e responsabilidade criminal a quem der apoio material - inclusive logístico - a esses grupos.
Na lista estão MS-13, Tren de Aragua, CJNG, cartel de Sinaloa, Cartel del Golfo, Cartel de los Soles, Clan del Golfo, Barrio 18, ELN, dissidências das FARC, Sendero Luminoso - for e as duas maiores facções do Brasil: Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho.
Assinam o texto os Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago. Brasil e México não entram. A foto é a dos governos alinhados a Washington. O Itamaraty não assinou.
O Escudo das Américas não nasceu hoje. Trump lançou a coalizão em março, em Miami, como aliança de segurança contra cartéis e o que o governo americano chama de narcoterrorismo. Desde então o grupo ganhou Colômbia e Peru. O Brasil ficou de fora do início e continua de fora agora, quando a iniciativa deixa o comunicado e passa à primeira operação conjunta.
O documento fala em três pilares: econômico, de segurança e de coordenação multilateral. No econômico, os países prometem cooperar, examinar investimentos, proteger cadeias de minerais críticos e privilegiar “fornecedores confiáveis” de infraestrutura digital. No de segurança, coordenar sanções, designações e ações financeiras contra terroristas e criminosos. No multilateral, usar foros internacionais para empurrar ação coletiva contra o crime organizado transnacional.
O pedaço mais pesado é institucional. O bloco diz que vai assinar um pedido formal ao presidente do Conselho Permanente da OEA pedindo reunião de consulta para criar um Órgão de Consulta com base nos artigos 6 e 13 do Tratado do Rio - o pacto interamericano de 1947 segundo o qual ataque a um é ataque a todos. Querem levar o tema a nível ministerial e abrir caminho a uma resolução que facilite ação coletiva contra esses 24 grupos.
O contexto brasileiro é o que muda o recado. Em maio e junho, o Departamento de Estado já tinha designado PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras. O governo Lula rejeitou a tese, tratou as facções como crime organizado e classificou a medida como ato unilateral. O Itamaraty chegou a alertar que a designação poderia abrir margem a medidas extraterritoriais - financeiras, migratórias e, no limite, de força. Há poucos dias, Washington voltou à carga e afirmou que o governo brasileiro “falhou em confrontar” as duas facções e que elas teriam transformado o Brasil em hub do fluxo global de cocaína.
Hoje essa acusação deixa de ser só posição americana. Vira política de um bloco de 15 países. As duas maiores organizações criminosas do Brasil entram na primeira lista coletiva de narcoterrorismo das Américas - e o governo que deveria sentar à mesa não está na foto.
Às vésperas do primeiro turno de 4 de outubro, o maior país da América do Sul fica isolado da principal aliança de segurança do continente. O governo Lula rejeita o marco do narcoterrorismo. O Escudo das Américas, não.
Trecho: "O advogado Walfrido Warde, que até janeiro deste ano fazia parte da defesa de Daniel Vorcaro, citou em um diálogo com o então dono do Master um suposto uísque dado de presente a Lula. Na conversa, que ocorreu 49 dias após a já conhecida reunião entre o presidente da República e Vorcaro no Palácio do Planalto em 4 de dezembro de 2024, Warde diz ainda que o petista 'mandou um abraço' para o banqueiro."
Moraes acusou um colega do Supremo, André Mendonça, de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. A "prova"? Relatórios anônimos da PF, sem data, sem assinatura, sem autor, carimbados pela própria corporação: "DOCUMENTO DE TRABALHO - SEM VALOR PROBATÓRIO". Tudo dentro do inquérito das fake news, no mesmo dia em que Mendonça retirou o sigilo das peças que mostram a relação de Moraes com Vorcaro, o dono do Banco Master: pelo menos 52 mensagens, encontros, e o contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do ministro.
A resposta de Mendonça, em 76 páginas, desmonta a operação. Moraes escreveu que requisitou os papéis por causa de "notícias da existência" dos relatórios, citando até os nomes envolvidos. Ou seja: sabia o conteúdo de documentos restritos antes de recebê-los, e a decisão não explica como. Pior: segundo Mendonça, a inteligência da PF passou pelo menos um mês fazendo "monitoramento e coleta dirigida" sobre um ministro do Supremo e sobre o advogado-geral da União. Por isso ele pede que a Presidência avalie investigar Moraes por abuso de autoridade e denunciação caluniosa, e mande descobrir quem produziu esses relatórios, por ordem de quem e para quê.
O sistema começou a se mover. Fachin tirou Moraes da condução das investigações do inquérito e disse que encerrá-lo é urgente, adotando passos nessa direção. Até a Globo mudou o tom, e o Merval admitiu ao vivo: "A gente tende a aceitar certas medidas que são claramente fora da lei, do normal, porque acha que o sujeito lá merece ser condenado". Ele descreveu, sem perceber, a definição exata de estado de exceção. Mas a militância de redação segue vendendo tudo isso como "defesa da democracia".
Errado. O que é ilegal contra um ministro do Supremo era ilegal contra o blogueiro, o deputado e o aposentado do 8 de janeiro. Se os procedimentos violaram a Constituição e o devido processo legal, só existe um caminho: anular TUDO, libertar os presos políticos, que se contam às centenas, e afastar as autoridades que impuseram esse regime!
E o eleitor precisa entender o prazo dessa escolha. A cadeira de Barroso segue vazia, e Fux, Cármen Lúcia e Gilmar saem por idade até 2030. Quatro cadeiras. Quase metade do Supremo. Mais um mandato do Descondenado significa a blindagem do ministro e a consolidação do estado de exceção por décadas.
EXCLUSIVO
Moraes arquiva acusação contra Dino e transforma denunciante em alvo da PF em resposta à Vaza Toga 5
Lembram que nós revelamos que Alexandre de Moraes tinha uma investigação secreta contra Flávio Dino em sua mesa?
Pois o ministro não apenas arquivou a acusação contra Dino e o general Gonçalves Dias. No mesmo despacho, mandou a Polícia Federal ouvir o deputado estadual Leandro de Jesus (@VouComLeandro), autor da denúncia, por possível comunicação falsa de crime.
A decisão saiu 3 dias depois de a Vaza Toga 5 revelar que o caso estava concluso desde abril de 2023, sem qualquer desfecho. A denúncia de Leandro por omissão nos atos do 8 de Janeiro citava alertas da PF, da Abin e da ANTT, a Portaria da Força Nacional assinada por Dino e imagens de Gonçalves Dias no Planalto;
Moraes disse que não havia indícios mínimos contra os dois, mas não apontou qual fato Leandro teria inventado nem prova de que ele soubesse da suposta falsidade.
Os fatos atribuídos a Dino ocorreram quando ele ainda era ministro da Justiça, antes de chegar ao STF — mesmo assim, Moraes aplicou a proteção processual reservada a ministros da Corte para arquivar o caso afirmando que investigação contra ministro do Supremo dependeria de autorização da própria Corte
Duas semanas, Moraes usou o Inquérito das Fake News contra André Mendonça sem autorização do plenário.
Leia:
https://t.co/q9iYvSd8A0