🔴 Pronunciamento Oficial da Plataforma do Professor Ferretto sobre o vazamento das questões da Prova do ENEM de 2025.
Compartilhem para que tenhamos mais força e ajudar os estudantes que se dedicaram o ano todo para esta prova! #vazamentoenem#inep#enem2025
É isso aqui. Ele não tá sozinho nessa parada não.
Com a quantidade de indício que tem aparecido, parece MUITO difícil essa merda não feder absurdamente!
"questões similares" o Inep falou
O tema da redação sendo pesquisado do absoluto nada horas antes da prov, com EXATAMENTE as mesmas palavras.
#ANULAENEM
A fraude no ENEM que veio à tona nos últimos dias não é apenas um episódio isolado de irresponsabilidade: é o retrato cru de um sistema que há anos escancara desigualdades, manipulações e silêncios convenientes. E, para entender a gravidade disso, basta olhar para a narrativa que se desenha, uma narrativa que, em muitos aspectos, lembra Round 6.
Assim como na série, onde jogadores são colocados para competir em condições injustas enquanto aqueles com poder controlam tudo dos bastidores, aqui também existe uma engrenagem subterrânea que decide quem tem vantagem, quem tem acesso e quem será deixado para trás. A diferença é que, no nosso caso, não é ficção: são vidas reais, sonhos reais, estudantes reais sendo sacrificados em nome de lucro, status e poder. O mentor que supostamente acessa questões vindas do próprio CAPES e utiliza esse material em suas mentorias não é apenas um “professor esperto”: ele é a ponta visível de uma estrutura muito mais profunda. Uma estrutura que opera, silenciosamente, ligada a privilégios, contatos internos e, possivelmente, funcionários do próprio INEP. E o mais estarrecedor não é apenas o vazamento, é a forma como ele é distribuído.
Esse homem mantém dois mundos separados:
o grupo “comum”, com alunos que pagam entre R$1000 e R$3000 e recebem apenas materiais previamente preparados;
e o grupo VIP, formado por pessoas com poder aquisitivo extremamente alto, que pagam valores além do absurdo, recebendo supostamente a prova completa, com prints e questões idênticas às aplicadas no ENEM.
Isso é mais perverso do que parece. Não se trata apenas de corrupção. É a institucionalização de um abismo social. Porque enquanto milhares de estudantes brasileiros viram noites estudando, choram de ansiedade, fazem revisões com o pouco que têm e acreditam na promessa de um exame democrático, outros compram atalhos. Atalhos caros. Atalhos que custam o futuro de quem não pode pagar. E não deveria pagar, pois é CRIME! Quando esse mentor agradece publicamente pessoas do INEP, e se seguem nas redes sociais a pergunta que ecoa é inevitável:
será que os filhos desses servidores não estariam justamente entre os tais “VIPs”?
Se isso se confirmar, não estamos diante apenas de uma fraude, estamos diante de uma corrupção estrutural, onde quem deveria garantir integridade se torna cúmplice do colapso. E é aqui que entra a desigualdade de forma mais brutal. Porque esses alunos VIP não estão competindo com os outros candidatos. Eles estão competindo com um gabarito. Eles não estão correndo a mesma corrida. Eles começam quilômetros à frente.
E ainda têm coragem de chamar os alunos que pagam “só” três mil reais de pobres. Imagine, então, a realidade de quem não pode pagar nada. E não deveria pagar, pois é CRIME. Como exigir igualdade de oportunidades quando nem mesmo o ponto de partida existe para todos?
O ENEM foi criado para ser um instrumento democrático de acesso ao ensino superior, mas, ano após ano, se transforma em um campo de batalha desigual, onde quem tem poder compra vantagem e quem não tem reza por justiça. E o silêncio dos órgãos responsáveis não é apenas omissão: é cumplicidade.
O INEP precisa se posicionar.
O Ministério da Educação precisa se posicionar.
O Ministério da Justiça precisa investigar.
Porque isso não é um caso isolado, não é uma coincidência, não é um deslize técnico: isso acontece desde 2023. E continuará acontecendo enquanto fingirmos que não vemos.
E quando a fraude se junta com a desigualdade, o resultado é devastador.
É uma prova que não é igualitária.
É um processo seletivo que não tem equidade.
É um país que continua colocando seus jovens em arenas injustas e chamando isso de “mérito”. Não existe mérito onde não existe igualdade de condições.
Nós, estudantes, estamos lutando por uma prova justa, igualitária, íntegra. Estamos pedindo o mínimo +
Me solidarizo aos estudantes que, após meses ou anos se preparando para o ENEM, se depararam com um grave caso de vazamento de questões.
O meu mandato está oficiando a Polícia Federal e reforçando a denúncia já feita pelo INEP com as informações e dossiês que estamos recebendo desde segunda-feira, organizados pelos próprios estudantes por meio das redes sociais.
O ENEM é um caso de sucesso mundial na democratização do acesso ao ensino superior, e a edição deste ano contou com 3,4 milhões de participantes em um momento em que as nossas universidades e institutos federais ainda estão se recuperando do baque da pandemia.
E não podemos tolerar que um grupelho de aproveitadores, na busca de fama e dinheiro, manche uma edição tão importante.
Assim como não podemos tolerar que uma parcela dos estudantes tenha obtido vantagens indevidas para a realização da prova.
Por isso, reforço em meu ofício a necessidade de que as investigações do INEP e da PF sobre os responsáveis e os beneficiados sejam céleres e responsáveis com o conjunto de estudantes que prestaram o ENEM.
Agradeço a todos os estudantes que estão me marcando e até mesmo ligando para o meu gabinete pela confiança.
Meu mandato seguirá atento a qualquer nova informação que surgir e pronto para, caso necessário, complementar as informações enviadas.
•studylog 28/10
que dia tenso, hoje meu foco foi totalmente direcionado para a faculdade, consegui terminar os relatórios do estágio e adiantar bastante o trabalho de psico comunitária.
confesso que senti vontade de estudar mais, mas os trabalhos consumiram meu tempo hoje.
@pbmarquesinelol@halinamedina@BauenyBarroco Aaa deve ser isso então, na minha família mesmo ninguém usava canga, só depois na minha adolescência que eu comprei uma. Deve ser essa a diferença, e realmente eu n via muito na praia, a toalha era mais comum msm (aqui em sp n).