Eu vou confessar. Quando criei o Intercept Brasil em 2016 para me opor ao impeachment de Dilma, foi porque a CIA ordenou isso, já que eles adoravam a Dilma e queriam que ela continuasse no poder.
O mesmo aconteceu com a #VazaJato: a CIA providenciou para que eu recebesse esse arquivo "dos hackers" porque eles queriam o Lula fora da prisão para que ele pudesse derrotar Bolsonaro. Meus chefes na CIA não gostam do Moraes, mas adoram o Lula e a Dilma. É por isso que Biden os enviou em 2022 para deter Bolsonaro.
@JFreiress_ Nikolas não é ministro do STF. Não existe a mínima possibilidade de equivalência. O cargo de ministro da Suprema Corte é incomparavelmente mais importante e relevante. Exige reputação ilibada e uma conduta compatível com a responsabilidade extraordinária que tem. É grave demais.
🤡 O cara faz parte da oligarquia, desde o império, mas tira a carta da vitimização.
Desde a cabanagem, a família combate a independência do povo.
O tetravô, Francisco Manuel Antônio Monteiro Tapajós, o “Herói de Tapajós”, era proprietário de terras às margens do rio Tapajós, na então Província do Grão-Pará. Colaborou com o governo imperial na repressão à Cabanagem (1835-1840), revolta de negros, indígenas e mestiços. Dom Pedro II o recompensou. Entrou na política, virou deputado provincial e presidiu a Assembleia do Grão-Pará. Outro ancestral, Nicolau Castro e Costa, de quem Dino herda parte do sobrenome, foi deputado provincial no Amazonas em 1874.
Dino nunca teve origem popular. Sua origem de classe dominante provincial se aliou ao trono, recebeu título e cargo, e transmite o capital político de geração em geração.
O avô, Nicolau Dino de Castro e Costa, chegou a desembargador no Maranhão numa época em que o Judiciário se preenchia por indicação. O pai, Sálvio Dino, foi vereador, deputado estadual e prefeito. A família ocupa cadeiras em academias de letras, redes jurídicas e postos eletivos.
Cinco gerações no mesmo circuito: terra, assembleia, tribunal, política. O sociólogo Ricardo Costa de Oliveira descreveu o padrão com famílias políticas com parentesco no Judiciário, no Legislativo e na intelectualidade local.
Há uma ironia estrutural. A Cabanagem foi um levante de populações que o tetravô ajudou a esmagar em nome da Coroa. Quase dois séculos depois, o descendente usa a linguagem contemporânea da opressão racial para responder a quem o descreve como jurista de província. A família que subiu combatendo a revolta popular agora invoca a matriz racista contra o adjetivo que descreve exatamente de onde ela veio: o poder local consolidado no Império e reproduzido na República.
Dino tem direito de se defender. Não tem direito de reescrever a genealogia. Ele não é um outsider que o Sudeste despreza por ser maranhense. É o produto acabado de uma oligarquia norte-nordestina que há gerações conversa com o Estado, primeiro com o imperador, depois com o tribunal, agora com o Supremo. A “província” não o excluiu. A “província” o fabricou.
Amigo de Moraes no TSE suspende a minha campanha numa decisão sigilosa, a pedido do PT da Gleisi e do Lula. Compartilhe este vídeo e leve a verdade para mais brasileiros que precisam acordar para o que está acontecendo no Brasil. Floriano é Moraes. Moraes é Lula. Mas o Brasil vai vencer.
EDITORIAL | O mergulho do STF no descrédito – “Um STF que se deixa rebaixar ao rés do chão da maneira degradante a que todos assistimos corrompe o patrimônio simbólico do decoro e da imparcialidade, húmus de sua legitimidade”. Leia o texto completo: https://t.co/Ct9kAzSsnh
Gente, por favor, propaguem isso: DELTAN CONTINUA CANDIDATO! O TSE não suspendeu a candidatura do Deltan, o Ministro militante apenas suspendeu a campanha. Deltan não pode fazer campanha, mas estará nas urnas e será candidato ao Senado pelo Paraná normalmente.
Vamos combater as falsas narrativas.
Deltan ainda é candidato ao Senado!
“Numa nota oficial que o STF emitiu em abril, Alexandre de Moraes foi peremptório. Disse que “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”. Não é bem assim. Foram vários voos e pelo menos um deles, ocorrido em 22 de agosto de 2025, está registrado em vídeo.”
O Brasil não pode assistir inerte à credibilidade de seu tribunal constitucional ser destruída pelas evidências montantes de corrupção de seus membros. As instituições e a sociedade precisam reagir.
(@laurojardim publicou hoje o vídeo no @JornalOGlobo)
Alexandre de Moraes é tão sujo de tantas maneiras que um de seus piores pecados -- mentir constantemente ao público sobre sua relação com Vorcaro desde o início das reportagens de Malu Gaspar -- tem sido ignorado.
E não apenas suas mentiras, mas o fato de ele ter apagado deliberadamente suas mensagens para Vorcaro: algo que ele próprio classificou como criminoso para mandar outros para a prisão preventiva.
A tentativa de equiparar o que Moraes fez ao que outros fizeram também se baseia em uma mentira. O escândalo Moraes/Vorcaro não é simplesmente o fato de Xandão e sua família terem recebido a quantia obscena de R$ 200 milhões, mas sim que, depois disso, ele agiu para proteger Vorcaro, inclusive intervindo para blindar o Banco Master e, aparentemente, conversando com Vorcaro sobre como escapar e obstruir a Justiça. Se você não consegue identificar o que alguém fez para ajudar Vorcaro e o Banco Master, então não há termo de comparação com Moraes.
Essa semana, o STF passou pelo episódio mais vergonhoso de toda a sua história.
É inadmissível que um ministro dê palpite sobre a abertura da sua própria investigação. É o fim da justiça.
Por isso, pedimos ao presidente do Supremo que faça o que já deveria ter feito: impeça Alexandre de Moraes de participar de decisões sobre ele mesmo.
Não vamos desistir de um Brasil sem intocáveis.
O escândalo do Banco Master e o roubo dos aposentados e pensionistas do INSS não teriam acontecido se a Lava Jato tivesse sido preservada.
Minha entrevista para a @VEJA.
Talibãs da imprensa tumultuam negócios para atingir Mendonça. https://t.co/i6VhmHqzIP
As matérias torcem palavras, dados e fatos a fim de transmitir aparência de ilegalidade àquilo que, até aqui, não foi demonstrado como ilegal.
Por @RicardoKertzman
EDITORIAL | O STF exporta impunidade – “Trinta organizações anticorrupção de 21 países pediram à OCDE que cobre do STF uma resposta sobre provas obtidas a partir do acordo de leniência firmado com Odebrecht no âmbito da Lava Jato”. Leia o texto completo em @opiniao_estadao → https://t.co/AvmL24lA2F