Fundadora da @revistaperpetua, pós graduanda e projetista.
Preparadora e profissional de textos.
Letrada, jornaleira, escrevinhadora e cantora de botequim.
Sei que esse perfil é profissional, mas aqui já foi um refúgio pra mim. Então, desculpem o desabafo, mas estou mais precisando de refúgio, de aconchego, do que me mostrar profissionalmente, aliás, tá difícil fazer qualquer coisa profissional com a falta de oportunidades.
Eu tô tão triste. Depois do meu laudo de autismo só encontrei explicações para eu ser esquisita, mas não há nenhum manual de como se dar bem na vida sendo introspectiva e atípica.
Parece que falho em tudo e que meu destino é ser um fracasso social e financeiro.
Pessoal, quem conhecer poetas e escritores infantis, independentes ou não, mas atuais, que estão entre nós, dá um alô aqui. Porque tô planejando um projeto para escolas públicas nesse sentido e quero gente nova para fazer parte da leitura de base.
Já que o banco não tá facilitando, vou ensinar a vocês como registrar reclamação no BACEN.
BACEN é o banco dos bancos, ele supervisona e pune se o banco não tá cumprindo as normas
Registrem a reclamação aqui, tenha o protocolo do atendimento em mãos:
https://t.co/VrlQa1VHLi
Retratos cotidianos disfuncionais:
Hoje passei o dia sem comer porque minha marmita azedou (ela não estava na geladeira pq lá roubam marmitas). Cheguei em casa 19:40 e comi rápido, muito rápido, acabei chamando meu irmão (Raul) e agora tô com fome e sem conseguir comer. F.
se um dia vocês se perguntaram se o tamanho de um livro influencia na decisão do editor, a resposta é: sim
claro que varia no caso a caso, mas muitas vezes cai nessa lógica simples: um livro de 600 páginas vai custar quanto? > Uns 100 reais > O público-alvo paga isso? > Não.
Mês do Orgulho LGBTQIA+ e vim lembrar que faço parte de algumas letras da sigla!
Ficaria imensamente feliz que vocês conhecessem minha literatura tão atravessada por essas questões, então separei aqui algumas personagens minhas que também são LGBTQIA+
Segue o fio! 🌈⬇️
tentando viralizar o meu trabalho PELO MENOS UM POUQUINHO
meu nome é Bianca Ribeiro e escrevo livros com muito romance, drama e um truque secreto que faz as pessoas não conseguirem parar de ler ❤
Curioso que as filhas defendam que a mãe foi esposa e que justamente o filho -homem- não. A mulher abdica de trabalhar pra cuidar da casa e dos filhos e a discussão é se ela foi esposa ou não por conta de - sexo- ? Se for assim, muita amante é mais esposa que amante.
De que lado vocês estão nessa história da herança do Gugu Liberato? As filhas querem que a mãe seja reconhecida como esposa e afirmam que havia união estável. Já o filho, quer fazer a vontade do pai, para ele não havia união estável, Rose foi apenas uma “barriga de aluguel”.
Então quando escrever um personagem ou quando for analisar sua vida (sei lá), lembra que não basta existir sendo LGBTQIA+, é preciso experienciar, militar, expressar para representar alguma sigla. (Lembrei disso pq vi um trem da Anita e tava tendo essa discussão sobre ela).
Sobre representatividade LGBTQIA+
Ser parte da sigla não te torna alguém que representa a comunidade. Pra representar é preciso falar sobre e pela sua sigla. Apresentar dores e vivências. Isso vale para personagens, famosos e qualquer um. +
Algumas pessoas sofrem preconceito, sem mesmo tornar a sua identidade LGBTQIA+ exposta. Essa pessoa representa parte da sigla porque vive, tem a experiência, e precisa lidar, precisa se expressar em relação ao preconceito (o que é uma bosta, mas é uma forma de representar +