@dshsuetam@product_gurus O ifood não quer que os entregadores tenham essa informação. Se quisessem, já teriam feito. Eles querem os entregadores aceitando todas as entregas, e não desistindo pq vai demorar.
imagine vender literatura lésbica como água em época de ditadura militar & ter sido pioneira em relacionamento com franjuda…
cassandra rios, voce é gigante.
Yo lo voy a decir siempre y lo digo hoy otra vez: las sáficas necesitamos hablar sobre sexo abiertamente. Hablad sobre sexo lésbico y lesbianas sintiendo placer. Las relaciones sáficas no son solo dos amigas que se rozan los dedos; somos personas que, a veces, sentimos tanto deseo que nos queremos arrancar la ropa. A las mujeres nos han quitado mucho, y el deseo safico ha sido históricamente invisibilizado, así que no es solamente un acto personal: es político. Es importante recordar que las lesbianas follamos y que nuestra sexualidad no es sucia ni merece ser ocultada.
@Marcela252016 entonces, que piensas que las lesbianas con energía masculina deberían hacer? forzarse a la feminilidad? o no existir, mejor? por lo que dices, ellas no son dignas de amor. es mucho prejuizio. son personas, no cosas descartables.
E sejamos honestos: a esquerda ter eleito ela como a maior ativista da casa é um absurdo.
Leandro Boneco: um cara negro, com dislexia, que aprendeu a ler muito mais tarde e construiu um projeto social pra ajudar várias crianças na mesma situação.
Marciele Munduruku: mulher indígena, envolvida com a luta pela demarcação de terras, preservação da Amazônia e atuação em vários movimentos sociais.
Ana Paula: xingou Nikolas Ferreira no avião.
É disso que a gente tá falando.
Muita gente me pergunta como é possível ser de esquerda e não gostar da Ana Paula. E a minha resposta é simples: é justamente por eu ser de esquerda que eu não gosto do que ela representa. Não se trata de uma questão pessoal, mas política.
Vejo nela uma espécie de cavalo de Troia. O conjunto de comportamentos seletivos, contradições, falas problemáticas e o tipo de cancelamento que ela mobiliza tende a ser instrumentalizado no futuro para reforçar uma imagem de hipocrisia da esquerda. Isso não fica restrito ao campo simbólico do programa, tem impacto político mais amplo.
Por isso, não acho adequado colocá-la como referência ou porta-voz. Inclusive, considero que quanto menos ela for projetada como ativista, melhor para o próprio campo progressista. O dano político tende a ser maior quando ela se apresenta como representante da esquerda do que se simplesmente seguisse sua vida fora desse lugar.
Para efeito de comparação, acredito que até figuras muito piores como a Paula Sperling do BBB19, geraram menos impacto negativo no Brasil, justamente porque não reivindicavam esse papel político.
O que me preocupa ainda mais é ver organizações historicamente vinculadas à classe trabalhadora, como o PT e a CUT, tratando essa figura como se fosse uma espécie de símbolo. Isso me parece um erro estratégico grave. Ainda mais quando se trata de alguém cuja trajetória não está ligada à classe trabalhadora, mas a um contexto de privilégio, inclusive com vínculo familiar a estruturas políticas da época da ditadura.
Isso, no longo prazo, pode se transformar em um tiro no pé para a própria esquerda
No cure for endometriosis. No proper management for menopause. No adequate symptomatic relief for menstrual discomfort. But let’s get handicapped sperm a wheelchair to make not so healthy babies because it would make men feel strong.