I don't remember who handed me this book when I was last in Amsterdam, but I'm really grateful to them. It's a great book, a powerful, haunting novel about Dutch colonialism in Java. Strengthens my conviction that the best novels about the colonial period, as experienced by Europeans, were written by Dutch writers.
E se o único caminho para se viver livremente fosse um crime hediondo? "A vida em um dia", de Van der Heijden, na Rua do Sabão com tradução direta do original em holandês.
@afonsoborges@ruandesg O @ruandesg fez um excelente trabalho! A história é mais longa e mais complicada, mas ele resumiu tudo de uma maneira fantástica! Eu comprei o jornal e vou dá-lo pessoalmente para o Anton van der Lem, semana que vem.
O Globo: Tradutor descobre texto desconhecido de Johan Huizinga, maior intelectual holandês, publicado em jornal brasileiro em 1937 https://t.co/Fq45I6Dgs3
Chegou da Rua: "A vida em um dia", de A. F. Th. van der Heijden, com tradução direta do holandês por Daniel Dago. O livro explora um mundo em que a vida transcorre num único dia, de modo que todas as experiências humanas podem ser vividas apenas uma vez.
Tá chegando na Rua! "A vida em um dia", de Van der Heijden, com tradução direta do original por Daniel Dago. Em um mundo em que toda a vida transcorre em um único dia, da infância à velhice, dois adolescentes decidem quebrar este ciclo cometendo um crime terrível.
A Rua do Sabão publica, em maio, "A vida em um dia", de Van der Heijden. Em um mundo em que toda a vida transcorre em um único dia, da infância à velhice, dois adolescentes decidem quebrar este ciclo cometendo um crime terrível. Tradução do holandês por Daniel Dago.
"O amigo perdido", de Hella Haasse, traz a história de duas crianças: uma, o filho de colonizadores. A outra, um menino indonésio. No território invadido pelos holandeses, uma amizade se forma. Mas ela resistirá à passagem dos anos e à guerra da independência da Indonésia?
Importante título da literatura holandesa, "Caráter" gira em torno de um homem obcecado pelo desejo de se tornar advogado, ao passo que seu pai, um poderoso oficial de Justiça, faz de tudo para impedi-lo. A trama deu origem ao vencedor do Oscar de Melhor filme estrangeiro em 98.
"Este post precisou ser removido" acompanha uma moderadora de conteúdo cuja função é decidir quais publicações precisam ser removidas. Quando seus colegas começam a defender ideias que deveriam estar avaliando, ela passa a se perguntar se o trabalho pode ser demais para eles.
@marcalaquino@Gi_G_i É porque é uma tradução indireta do inglês, nesse caso, feita por Ivanir Calado. Nooteboom tem 5 livros no Brasil, só um com tradução direta, "Paraíso Perdido". O resto são traduções do inglês, francês ou alemão.
"O lugar errado", do belga de expressão holandesa Brecht Evens (@Figura_Editora , trad. Daniel Dago), está concorrendo ao Troféu HQMIX, o principal prêmio de quadrinhos do país, na categoria "edição especial estrangeira"!
Um dos primeiros romances do holandês Arnon Grunberg publicado no Brasil foi “Dor fantasma”/ @GloboLivros. O livro foi comentado por Pedro Fernandes. Texto disponível a partir do endereço: https://t.co/Kp66R1WPRq
📸Beeld Linelle Deunk
@rodcasarin O principal livro do Murnane, The Plains, foi comprado pela Todavia (trad. C. Galindo). Sei de editoras negociando o Fosse. Mas o que mais me chamou a atenção nessa lista - além de não ter nenhum holandês ou belga - foi o efeito Bob Dylan: tem o Paul Simon ali no meio.
Morreu Marga Minco (foto), umas das principais escritoras holandesas do século XX. A autora morreu dia 10, mas a notícia só foi divulgada hoje, dia 14. Ela tinha 103 anos. Temos no Brasil apenas seu romance "A erva amarga", pela Record, tradução do holandês de Júlia de Abreu.
Falei sobre "Este Post Precisou Ser Removido" da holandesa Hanna Bervoets. Conta a história de uma moderadora de conteúdo, que trabalhando vendo o pior do ser humano na Internet.
Editora: Rua do Sabão
Tradução: do Daniel Dago (@litholandesa)
https://t.co/RPeEQrD9dd
1) Muito bom o livro de Jan Brokken, um escritor que não conhecia, “O esplendor de São Petersburgo”: flâneur pela cidade, narra uma viagem que acontece em 2015 mas na qual ele retoma continuamente uma viagem anterior, ao mesmo lugar, feita em 1975 (seguido por uma guia da KGB)