Quem estava nesse dia, as 23 horas de uma quarta feira, vendo um Galo completamente esfacelado e fudido perder jogando no interior da Venezuela, mereceu muito ver o jogo de ontem contra o City Torque e ter alegria na vida
“Era consenso do Rafael Menin, Paulo Bracks e Pedro Daniel que a gente precisava ter uma pessoa dentro do vestiário, fazendo a gestão com os jogadores. Eles perguntaram se eu tinha uma ideia de nome para sugerir, e eu falei o nome do Guilherme. Imediatamente, eles disseram: ‘Pô, bom nome, grande nome’.
Eu dei a ideia do nome do Guilherme e tive a autorização dos três para fazer o primeiro contato com ele, porque o Guilherme já tinha trabalhado comigo em 2001 e a gente nunca perdeu o contato.
Então, eu liguei para ele e falei que a gente precisava de um cara com o perfil dele dentro do vestiário. Ele falou: “Putz, bicho, tô com a mala pronta”. Depois, coloquei o Paulo Bracks na linha, saí do circuito e os dois conversaram por dez dias. Depois, entrou o Pedro Daniel, e deu certo.
Eu gosto muito do Guilherme. Acho um cara muito sincero, muito direto, muito objetivo. Conhece muito de vestiário, conhece muito de jogo, é um cara que detesta perder. A gente não tem que se conformar e gostar: 'perdeu, tá tudo bem.' Não, a gente vive de vitória. Então, acho que é um cara que caiu como uma luva aqui no nosso dia a dia.”
🎙️ Domênico Bhering, ao Fala Zé Podcast.
📸 Pedro Souza/Atlético-MG