@flutrabalhista@__larilandia feto é meu oves! Um dia tu foste esse "feto" ser não-vivo que transformou nesse ser-umaninho que cresceu e veio pro X defender bobagem!
Fez lipoenxertia na mama? Cistos oleosos e calcificações podem aparecer na mamografia e no ultrassom e, na maioria das vezes, são benignos. Veja o que pede atenção e por que contar o histórico no exame. https://t.co/DT6l7t73V9
Bret Weinstein just said something that won’t leave my head:
For the first time in 300,000 years of human evolution, we removed the cost from the single biggest reward nature ever invented — sex and pair-bonding.
Reliable birth control + abortion = you can now cash the evolutionary lottery ticket without paying the 20-year mortgage of pregnancy, diapers, sleepless nights, and college funds.
Result? An entire generation of 18–35-year-olds walking around with the energy, libido, hormones, and protective instincts that evolution spent millions of years calibrating for child-rearing… but with zero actual children. That energy didn’t disappear. It got redirected.
Heather Heying’s observation is brutal: young women especially began treating ideologies the exact way evolution wired them to treat babies. Climate change, social justice, whatever the cause of the month is — it gets defended with literal mama-bear ferocity, the same neurochemistry that once guarded a toddler from predators now guards an abstract idea from wrong think.
And now Elon is promising the second shoe is about to drop: AI-driven abundance will make money as “free” as sex became in the 1970s. Both of evolution’s primary carrots — mating and resource acquisition suddenly cost almost nothing.
Weinstein’s ice-cold question: When producing and protecting actual children is no longer the central organizing principle of adult life… and when creating wealth is no longer required for status, security, or attracting a mate…What is left to give a human life direction, meaning, and structure?
Are we about to become a species that invents bigger and bigger dragons to slay just to feel alive? Or do we drift into total listlessness? This 3:52 clip is genuinely haunting.
Watch it all the way through, then tell me — honestly — does this explain the absolute intensity we’re seeing in culture right now, or is Bret completely missing something?
Real answers only. Quote-post if it hits you in the chest like it hit me.
Vivemos um tempo de grande confusão dentro da Igreja. Não são apenas os modernistas declarados que atacam os tradicionalistas. Muitos conservadores moderados ( que dizem defender a ortodoxia) se voltam contra os católicos fiéis à Tradição, acusando-os de divisionistas, radicais ou até cismáticos.
Esses conservadores, muitas vezes clérigos ou leigos bem posicionados em estruturas eclesiásticas, agem como escudos da revolução modernista. Defendem aspectos da fé católica, mas recusam-se a denunciar o envenenamento doutrinário que veio ao longo do século XX e que agora quer avançar ainda mais. Estão dispostos a tudo, menos a romper com o consenso relativista atual.
Muitos deles têm interesses concretos: buscam ascensão em cargos na cúria, nas dioceses, nos institutos e demais estruturas eclesiásticas. Sacerdotes que almejam o episcopado sabem que, para subir, precisam demonstrar moderação, ou seja, distanciar-se da Tradição combativa e alinhar-se ao discurso da sinodalidade e da adaptação ao mundo moderno.
Ao acusarem os tradicionalistas de dividirem a Igreja, ignoram que foram os revolucionários modernistas que romperam com a fé de sempre, mudando a liturgia, esvaziando os sacramentos e promovendo ideias contrárias ao Magistério constante. A divisão é causada pelos que alteram o que é inalterável.
Esses conservadores gostam de dizer que “os tradicionalistas estão divididos”. É verdade que há tensões internas entre grupos: FSSPX, Resistência, Campos, etc. —, mas isso não invalida sua luta. É justamente por não terem aceitado o erro que se recusam a pactuar com soluções falsas.
Acusar os tradicionalistas de cismáticos é esquecer que foram eles que mantiveram a Missa de sempre viva, enquanto a maioria dos conservadores assistia calada ao avanço das missas-show, da catequese esvaziada e da perda da fé entre os jovens. O que existiria hoje da fé católica tradicional sem a resistência desses fiéis?
É curioso notar como esses conservadores (que se dizem ortodoxos) se calam diante de escândalos litúrgicos, de abusos morais de clérigos progressistas, e de homilias com heresias. Mas se voltam com fúria contra um padre que celebra o rito tridentino ou um leigo que denuncia os erros que aí estão.
Assim, tornam-se instrumentos da hegemonia modernista, mesmo sem perceber. Repetem as acusações da própria revolução: chamam a Missa de sempre de divisiva, os fiéis tradicionais de fanáticos, e os bispos da resistência de piratas. Tornam-se cúmplices de uma obra de destruição que fingem combater.
Mas a verdade permanece: os tradicionalistas são os que, desde a primeira hora, defenderam o tesouro da fé, como os verdadeiros herdeiros da Igreja dos Apóstolos. Quando tudo parecia perdido, foram eles que mantiveram os altares acesos, as famílias numerosas, o latim sagrado, a doutrina reta, o catecismo sólido.
A história julgará os conservadores de gabinete que atacam os que guardam a fé ao custo da marginalização. E Deus julgará com ainda mais rigor aqueles que, por comodidade ou ambição, se calam ou traem a verdadeira fé (a única que salva) sob pretexto de uma caridade falsa, que omite a verdade.