- As mensagens de Mauro Cid divulgadas pela Revista Veja escancaram o que sempre dissemos: a “trama golpista” é uma farsa fabricada em cima de mentiras. Um enredo montado para perseguir adversários políticos e calar quem ousa se opor à esquerda.
- Segundo o próprio delator, "Bolsonaro não ia fazer nada", mas isso pouco importava, porque "não precisa de prova, só de narrativa", "o roteiro já estava pronto", "a sentença já está escrita"... e "se não entregar a cabeça de alguém" ou "não falar o que querem, o Ministro não te solta".
- Isso não é justiça. É perseguição. É uma caça às bruxas contra mim e contra os milhões de brasileiros que eu represento. Um processo movido por vingança, não por verdade.
- Essa delação deve ser anulada. Braga Netto e os demais devem ser libertados imediatamente. E esse processo político disfarçado de ação penal precisa ser interrompido antes que cause danos irreversíveis ao Estado de Direito em nosso país.
- Apelo à consciência dos brasileiros, das instituições, dos parlamentares e da imprensa séria: reflitam sobre o preço dessa escalada autoritária.
- Chega dessa farsa. Não se constrói um país sobre mentiras, vingança e arbítrio.
O cantor Edson Gomes gerou polêmica durante uma apresentação em São José do Itaporã, distrito de Muritiba, na Bahia, ao criticar publicamente o programa Bolsa Família. Em vídeo divulgado pela página Blog do Valente, o artista afirmou que o benefício cria dependência e comparou sua concessão a uma forma de “escravidão”, provocando reação do público e repercussão nas redes sociais. No discurso, Edson Gomes relatou experiências pessoais de trabalho, lembrando de funções que exercia em empresas e fábricas com salários baixos, para reforçar sua crítica à dependência de benefícios sociais. Ele incentivou a população a buscar autonomia financeira e a valorizar o trabalho, defendendo a ideia de que ninguém deve depender exclusivamente de programas governamentais.
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DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES:
"Pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, venha sobre vós a bênção que nos impede de ter fome, guerra, doença e o COMUNISMO! Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. AMÉM!"
🚨PADRE PAULO RICARDO
traz verdades sobre o COMUNISMO!
"Desde o comunismo na RÚSSIA até hoje a única coisa que eles fizeram foi: tomar o poder; matar um monte de gente e ficar ricos (...). E você ESTUPIDAMENTE acha que no BRASIL vai ser diferente!"
NÃO EXISTE CRISTÃO COMUNISTA!
🚨URGENTE - Luiz Bacci grava vídeo fazendo alerta para a população sobre o perigo de acreditar que a regulamentação das redes sociais seja para defender o povo
A manifestação da Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira, 23 de março, reconhece que Jair Bolsonaro não pode permanecer nas atuais condições de prisão.
Condenado injustamente a 27 anos e 3 meses por uma “tentativa de golpe de Estado” - que nunca aconteceu - o ex-presidente cumpre pena no sistema prisional do Distrito Federal. Mas o que se impõe agora não é mais uma discussão jurídica abstrata, é um fato concreto - o estado de saúde do presidente é delicado.
No parecer enviado ao STF, o procurador-geral Paulo Gonet afirma que o estado de saúde de Jair Bolsonaro exige acompanhamento constante, algo que o sistema prisional não é capaz de oferecer. Mais do que isso, o documento reconhece que a preservação da integridade física e moral de um preso é dever do Estado - e que, neste caso, esse dever não está sendo plenamente cumprido.
Na prática, a PGR admite o óbvio; manter Bolsonaro nessas condições deixa de ser execução penal e passa a flertar com a negligência institucional.
A prisão domiciliar, portanto, não é um favor, é uma medida mínima diante de um quadro clínico grave, respaldada por precedentes do próprio Supremo em situações semelhantes. Negar isso agora não seria justiça, mas sim insistir em um cenário que já perdeu qualquer equilíbrio.
Se a PGR reconhece a necessidade de flexibilização, a manutenção da prisão nas condições atuais deixa de ser defensável sob qualquer argumento técnico.
Bolsonaro deve ser enviado para casa. E o país precisa, com urgência, encerrar um ciclo que mistura justicialismo, espetáculo maquiavélico e perseguição - antes que o custo institucional se torne ainda maior.