Parte 1
Israel divulga imagens jamais publicadas do Massacre de 7 de Outubro de 2023.
⚠️ ATENÇÃO: ALERTA DE GATILHO – Imagens gráficas.
Pela primeira vez desde o Massacre de 7 de Outubro, Israel autorizou a divulgação das imagens. A história da família Ta’asa, de Netiv HaAsara, foi registrada pelas câmeras de segurança de sua casa, e trata-se de um dos relatos mais dolorosos daquele dia sombrio.
Naquele sábado, Koren, de 13 anos, dormia na unidade anexa da família. Ele ainda não sabia que, contra a própria vontade, se tornaria um símbolo dos horrores que aconteceram naquela manhã.
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Parte 2 – Início do ataque
Às 6h29, Gil Ta’asa e seus dois filhos, Koren e Shai, correram para a sala segura no quintal da casa. Sete minutos depois, terroristas chegaram de parapente a Netiv HaAsara e iniciaram uma jornada assassina que terminaria com a morte de 20 moradores. Dois deles chegaram até a casa da família Ta’asa.
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Parte 3 – O sacrifício do pai
Às 7h05, Gil correu de volta ao apartamento para buscar o celular e sua pistola. Cinco minutos depois, os terroristas chegaram ao quintal, viram Gil e lançaram uma granada dentro da sala segura.
Em uma decisão instantânea, de coragem inimaginável, Gil se lançou sobre a granada, foi morto e, assim, salvou a vida de seus dois filhos.
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Parte 4 – O trauma das crianças
Às 7h15, os meninos, que haviam acabado de presenciar o assassinato do pai, estavam confusos e em choque. Shai permaneceu sentado em silêncio, sem pronunciar uma palavra. Seu irmão Koren perguntou:
– “Você consegue enxergar com o olho?”
Shai respondeu que não. Seu olho havia sido atingido por estilhaços da granada, e ele perdeu a visão daquele lado.
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Parte 5 – O encontro com o terrorista
Nesse momento, um dos terroristas entrou na unidade. Koren tentou falar com ele, pediu que os libertasse e tentou se comunicar por meio do Google Tradutor.
O terrorista respondeu com crueldade:
– “Fale em árabe” — e tomou o celular do menino.
Koren, diante da face do mal absoluto, perguntou:
– “Onde está a mamãe? Onde está a mamãe?”
Notícias _de_israel
“No livro “Sem ‘data venia’: um olhar sobre o Brasil e o mundo”, o ministro Luís Roberto Barroso dedica um tópico inteiro da parte autobiográfica da obra para falar sobre sua intimidade com os Estados Unidos (1ª ed. Rio de Janeiro: História Real, 2020, p. 30-34).
Sem ruborizar, louva os méritos dos EUA advindos da economia liberal, ao mesmo tempo em que confessa, ainda em solo norte-americano, ter se dado ao trabalho de registrar-se na embaixada brasileira em Washington para votar em Brizola, no primeiro turno das eleições de 1989. E em Lula, no segundo — o mesmo Brizola que, segundo Barroso, deu ocasião para que deixasse a carreira na procuradoria do estado do Rio de Janeiro, quando “a grana no serviço público ficou bem apertada” já no segundo mandato do governador socialista.
Barroso foi aluno de intercâmbio no Meio-Oeste dos EUA ainda aos 15 anos. Estudou em Yale. Trabalhou no escritório Arnold & Porter. Foi Visiting Scholar na Faculdade de Direito de Harvard.
Os EUA pareciam ser uma segunda casa. “Ia em janeiro, em julho e nos feriados prolongados, para estudar e escrever”, conta. E mais adiante confessa: “A verdade é que me apaixonara por Cambridge — cidade da Universidade de Harvard, ao lado de Boston”; confidenciando: “Fiz do lugar meu refúgio acadêmico, onde me escondo para escrever e estudar”, mesmo já após envergar a toga de ministro do Supremo.
Com todo direito, se gaba: “Hoje, tenho uma posição na Harvard Kennedy School, de Senior Fellow. Dou palestras para os professores, para estudantes e para o board do Carr Center for Human Rights Policy, ao qual sou afiliado.” Já ministro do STF, conta: “Volto a Yale uma vez por ano, para um encontro de juízes de supremas cortes de diferentes partes do mundo” (Global Constitutionalism Seminar).
Embora Barroso não conte no livro, jornalistas já apuraram que o ministro guarda parcela considerável do seu patrimônio em empresas americanas; é proprietário de imóveis nos EUA; e, segundo a Revista Timeline, o filho de Barroso vive nos EUA, onde trabalha numa instituição financeira.
Mesmo o famigerado “Perdeu, mané”, lacônico, mas cheio de significado, foi pronunciado em solo americano, quando Barroso se encaminhava para uma conferência do Grupo LIDE, em Nova Iorque.
A vida de Barroso é meio lá, meio cá. Se o Brasil é seu lar, os EUA são seu templo. Um lugar para comungar das oblações à deusa da razão. Um lugar para professar a fé do Iluminismo. Os EUA encarnam, em grande medida, os valores liberais que Barroso confessa, e se tornaram seu local de culto.
Quando teve seu visto cancelado por ordem do Secretário de Estado dos EUA, Barroso tremeu. Ninguém noticiou, mas me permito imaginar que, ao descobrir o infortúnio, anos a fio do esbulho constitucional que cometeu de repente lhe passaram às vistas como um filme. De chofre, as pupilas dilataram e escamas de mentiras quebraram e caíram dos olhos.
Se já ao senso comum parece que os tumultos de 8 de janeiro de 2023 não foram mais do que vandalismo, sem liderança, sem armas, sem vítimas, em pleno recesso, em pleno domingo… a Barroso, que sabe ponderar, deve ter ocorrido a epifania de enxergar o exagero que foi chamar aquilo de "tentativa de golpe de Estado", condenando milhares de pessoas à prisão só para garantir a ruína de um inimigo político.
Ao receber a notícia do visto cancelado, febril, a parcialidade exsudava pelos poros como um suor amarelo e acre: a bile dos juízes facciosos. Já com a perda do visto, Barroso evitou falar sobre o assunto. Seus pronunciamentos transpareciam o abalo. As olheiras, a voz fraca e reticente, o cenho deprimido, a postura cabisbaixa. Barroso se transfigurou.
Mas, agora que declarações de órgãos de Estado dos EUA dão conta de que o ministro se acha na iminência de sofrer as penas do Global Magnitsky Act, e ser listado entre violadores contumazes de direitos humanos, seria como morrer. Morrer em vida, e tornar-se o primeiro zumbi na Suprema Corte: eis aí uma minoria sem representatividade.”
@otimistaoficial O Preço carissimo que esta pagando para criar seus filhos será recompensado, acredite nisso. Fui pai aos 18, eu criei 1 sozinho e ja passei apertos, imagino o que você passa. Mas hoje meu filho tem 27, é um homem de bem, estudou muito, se formou e tem um boa vida.