I typically don't like to be alarmist but any student of history would tell you: all the lights are blinking scarlet red.
I mean:
- Massive military expansion: check (see below)
- Annexation threats: check
- Demonstrated willingness to use force unilaterally: check
- New imperial doctrine proclaimed: check
- Withdrawal from international organizations and international treaties: check
At this stage we're not even watching warning signs anymore. We're watching the thing itself, in motion.
The only way the world stops this train is to put differences aside and form a balancing coalition. Otherwise the dominos will keep falling one after the other.
Hope of self-restraint of a rogue great power isn't historically a very successful strategy. Self-restraint requires either institutions (now being exited) or norms (now being shredded). The only thing that can bring it back is fear of consequences.
É bem interessante como a nova mídia se encontrou em palavrão, coloquialismo ('aqui pode') e performance torcedora. Outro dia vi um comentarista da Cazé que basicamente só dizia sobre um jogador: 'ele é pica, veado. esquece. pica pra caralho, muito, nossa, esquece, foda, foda!'.
Uma das coisas que mais aprendo estudando ritmo na arquitetura é entender como a herança brasileira foi sendo silenciada por uma estética do “parecer rico”. A tentativa de copiar referências europeias com cristais, pisos hiperpolidos e espelhos gigantes criou uma busca por um luxo que não dialoga com o nosso território. Como esses acabamentos naturais são caros, muitos passaram a mimetizar com materiais de baixa qualidade, misturando elementos sem critério até o resultado ficar visualmente pesado. O “parecer rico” virou prioridade enquanto ser rico em referências perdeu espaço. No momento em que o Brasil se afasta de sua própria brasilidade nas cores, no calor, no ritmo e na tropicalidade, o mundo inteiro se apropria dessa mesma bossa para vender estética.
Vejo muitos “novos ricos” tentando parecer sofisticado nesse peso da monetização europeia, quando riqueza tá na cultura.