⚖️ VITÓRIA NA SEGUNDA INSTÂNCIA 🏳️⚧️🏳️🌈
Novamente, o apresentador Ratinho perdeu pra mim na Justiça, que negou o recurso do SBT e manteve a obrigação de exibição do meu direito de resposta.
Em uma sentença histórica para mim e para toda a minha comunidade, a justiça reconheceu que, perante a Lei, perante a mim mesma e perante a sociedade, eu SOU uma mulher. E ofender meu direito de ser não é uma crítica política.
Ratinho tem direito à opinião que for sobre meu trabalho, minhas propostas e meu posicionamento político.
Ratinho não tem direito de definir quem é ou não é mulher e de ofender as mulheres trans em rede nacional de televisão.
E Ratinho também não tem direito de ofender mulheres cis que não podem (ou não querem) gestar e que não se enquadram na lista de “exigências” para Ratinho considerá-las mulheres.
Mulheres e pessoas trans existem, seguirão existindo e resistindo, mulheres cis não são incubadoras humanas definidas pelo olhar do patriarcado e a luta pelos direitos de todas nós seguirá acontecendo, queira Ratinho ou não.
O Programa do Ratinho tem 10 dias para exibir meu direito de resposta em tempo igual ao que foi destinado ao ataque de Ratinho contra mim.
🇧🇷🗣️Tostão sobre o futuro do futebol brasileiro:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências. É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”
— Coluna do Tostão na Folha
@br_dadepressao Para seguir o exemplo do Messi, ele teria que ter feito isso há uns 10 anos.
Agora o corpo dele está desgastado e não tem mais condição para jogo, como disse Jorge Jesus
🚨 Zico comenta sobre pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães em eliminação do Brasil e lembra do seu caso:
"Passei por isso, né? E fui taxado de culpado, porque o Brasil é sempre assim".
"Acontece algum lance negativo, sempre alguém é culpado por isso. Não é questão de hierarquia, é questão de jogadores, no momento que estão em campo, eles batem o pênalti".
"Acho que foi uma chance perdida, assim como houve a do Endrick, tão clamorosa como foi a do pênalti. Com certeza vão falar do pênalti como se fosse a grande razão por perder o jogo. E não é. Se o seu time não está preparado para perder um pênalti com 10, 15 minutos de jogo, aí não dá. Uma grande seleção não pode se abater por uma chance perdida".
"Faltou garra, faltou pressão, faltou organização nos momentos mais complicados do jogo. O goleiro esticava a bola para o Haaland. Ele ganhava todas as bolas, divididas. O Haaland, em disputa com Gabriel (Magalhães), Marquinhos, ganhou todas".
🗞️ @ESPNBrasil
📸 Reprodução