One of the most brutal scenes in human history has been leaked.
The moment the tents of displaced people were bombed in the southern Gaza Strip, in the Mawasi area of Khan Yunis, killing more than 500 civilians.
A video that the world must never forget.
@RighettoTa2905@Rkrahenbuhl@jornalnacional É que você é tão burra, que só chegou na fase em que ler é juntar as letrinhas de um documento oficial. Que bom que existe o bolsonarismo pra acolher gente como você.
@nathfinancas Parem de usar Mastercard e Visa, ainda mais em compras nacionais. Se precisar muito usar cartão, tem a Elo, que é brasileira (BB, Caixa e Bradesco). De resto, PIX. Assim vai menos dinheiro pra empresa dos EUA e vocês irritam um pouco mais o Trump.
Aproveitando o clima de "O PIX É NOSSO", parem de usar Visa e Mastercard, ainda mais em compras no Brasil. Na pior das hipóteses, tente usar uma bandeira nacional (a Elo pertence ao BB, Caixa e Bradesco). Pro resto, PIX. Não tem pq mandar dinheiro pra empresa americana!
Reporter of China State Television CGTN, broadcasting in front of Gaza Shifa Hospital:
"I saw with my own eyes that there were at least 10 Palestinian children under the age of 5 without heads."
🚨 Acordamos com a notícia de que Trump e os Bolsonaros querem sabotar nosso Pix para beneficiar a Visa e o Mastercard.
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TARIFLÁVIO
@GloboNews Israel destruiu mais de 10 mil casas, matou mais de 3 mil pessoas, feriu mais de 10 mil civis, assassinou mais de 130 profissionais de saúde e 200 crianças e agora está bombardeando patrimônios históricos da humanidade. Estou aqui há 3 meses. Por favor, façam jornalismo.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Pela primeira vez na história, o Brasil alcança o patamar mais elevado do Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM). O IDHM avalia o bem-estar de uma população numa escala que varia de 0 a 1. Um país é classificado no patamar de Muito Alto Desenvolvimento Humano quando seu índice atinge ou supera 0,800. E foi esta a barreira que ultrapassamos. Chegamos a 0,805 em 2024.
Os dados são do Radar IDHM, divulgados nesta terça pelo PNUD (órgão da ONU), IBGE e Fundação João Pinheiro. Um resultado que não é coincidência, mas reflexo de escolhas políticas consistentes e coordenadas, com impacto direto nos indicadores de educação, longevidade e renda mapeados pelo IDHM. O maior destaque no período foi a educação, que saltou de 0,679 para 0,798 desde 2012.
Outro avanço significativo veio na redução da desigualdade racial: o IDHM da população negra cresceu 10,3% entre 2012 e 2024, quase o dobro da população branca (5,5%), que partia de patamar mais alto. Merece destaque também o aumento dos níveis de desenvolvimento nos estados do Norte e Nordeste, com crescimento relativo acima da média nacional.
Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, com desigualdades regionais, de gênero e de raça que precisam ser superadas. O resultado já alcançado mostra que estamos no caminho certo.
Os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não dependem do Bolsa Família.
Isso não é opinião.
É dado. Pesquise!!!
Porque combater a fome não produz preguiça.
Produz oportunidade, dignidade e futuro.