Tenho zero simpatia por Messias, simpatia menor do que zero pelo principal apoiador de Messias no STF (Mendonça) e absolutamente nenhuma vontade de passar pano para os erros de análise e de articulação política do governo.
Dito isso, não há como normalizar um ato de delinquência institucional que não encontra nenhum precedente na democracia contemporânea.
O que o Senado produziu neste 29/04/2026 tem o indisfarçável DNA do neopopulismo iliberal, e nada mais é do que a versão brasileira do escandaloso caso Merrick Garland, ocorrido em 2016, no qual um Congresso dominado por radicais de ultradireita simplesmente roubou do governo Obama uma indicação à Suprema Corte que era sua por direito e tradição, surrupiando a indicação para dá-la de presente a Trump em 2017.
Deu no que deu. Em caso de dúvida, basta analisar os estudos internacionais sobre a saúde da democracia dos EUA em 2016 e comparar com os números atuais.
O fato importante sobre o dia de hoje não tem nada a ver sobre as qualidades ou defeitos de Messias ou de Lula: tem a ver com a ruptura de padrões político-jurídicos muito bem estabelecidos e sedimentados.
Dizer que o Senado fez uma coisa "pela primeira vez em 132 anos" não é mera curiosidade histórica: é atestado de aberração latente. Quando você chega à conclusão de que uma determinada coisa "nunca tinha sido feita" na história contemporânea da democracia constitucional brasileira, isso fala por si só.
Existem bons motivos para, no nosso ordenamento jurídico, isso nunca ter acontecido antes. E, obviamente, não é coincidência que este mix de "constitutional hardball" com iliberalismo esteja sendo comemorado e ovacionado em peso por fascistas, golpistas, viúvas do golpe de 2022/2023, paquitas de milicianos, "democratas" desleais et caterva.
Mas é claro que vamos continuar cercados por sonâmbulos que juram de pé junto que o grande problema da democracia brasileira é o STF.
@DanielTerlizzi3@CanaldoNegaoo n, a ciência se desenvolveu APESAR da religião, e n por conta dela; alguns cientistas do passado serem religiosos (a maioria da população o era) n muda o fato de q ciência e religião são formas totalmente diferentes de ver o mundo, com a 1ª impedindo mts vezes o progresso da 2ª
@Iydiadeets n existe absolutamente NENHUM intelectual no mundo ou pessoa q tenha contribuído decisivamente para o desenrolar das capacidades intelectuais humanas q n tenha sido um grande leitor de livros
@Iydiadeets ler livros n é a ÚNICA forma de obtenção de conhecimento, mas certamente ainda é a PRINCIPAL e a mais eficiente; normalmente quem n lê e se acha com senso crítico, n tem nada de senso crítico
@vampirificada n existe ter senso crítico sem ter lido livros na vida, salvo raras exceções (normalmente n é a exceção, é só uma pessoa q n lê e é burra q se acha com senso crítico, mas é burra)
@notamagosh@demoestlamour Ele n é tão agressivo ou direto qt os redpills tradicionais, mas ele tem sim um discurso machista/sexista disfarçado de "dicas de como uma mulher tem q se portar para agradar homem" - talvez seja um "redpill light"
exige mt de vc como homem rechaçar seu instinto humano de violência e praticar o diálogo como forma de sociabilidade; a violência n é sinal de força, mas de medo, insegurança, impotência... ser forte é provar q, mesmo num mundo violento, ainda há lugar para a gentileza e o perdão
por isso, repito: n existe nível seguro ou justo de violência, exceto a legítima defesa; e a parte boa é q, se isso nos foi ensinado na infância, é na infância q podemos mudar isso, ensinando os meninos de hj q ser homem n é ser violento, mt pelo contrário: +