@leoffmiranda@geglobo Com respeito, Léo. Essa arte não está precisa - os jogadores do meio não jogaram tão abertos. O time está virando um 4-4-2 diamante, o que é bom. E Matheus Cunha foi a ponta do diamante, como 10. Raphinha e Vini fazendo movimentos diagonais nas costas da zaga.
A possível lesão de Raphinha pode ser a brecha para Ancelotti mudar este meio-campo da Seleção Brasileira. O Brasil não tem controle algum, e precisa ter quatro jogadores no meio. Faça, Carlo Ancelotti.
@gugachacra É mais do que a fase de grupos, né? Claro que não é só ser campeão. Porém, o Brasil não teve participações elogiáveis em todas essas Copas, a ponto de a única semifinal ter acabado com um 7 a 1. Nem tanto ao céu e nem tanto à terra.
Decepcionante Carlo Ancelotti não ter colocado Endrick no 2T. Ainda assim, a atuação geral do Brasil foi menos pior do que esperava. Marrocos caiu no 1T e o Brasil conseguiu jogar um pouco, sendo que poderia vencer no 2T. Claro que se houvesse um vencedor seria Marrocos.
Ir para o segundo tempo empatando é um bom resultado para o Brasil. Uma possível entrada do Endrick na etapa final pode mudar as coisas. Brasil 1x1 Marrocos pela Copa do Mundo.
Boas opções de Ancelotti na defesa. Danilo e Alex Sandro estão em um momento ruim. Gosto do Igor Thiago, é o titular do meu time, mas depende da engrenagem. Como centroavante, é melhor que Matheus Cunha. A ver.
No mais, é entender que o jogo avançou muito, muito mesmo, e estamos ficando para trás. É entender a cultura do jogo, que é físico, que não é xadrez, que se pode fazer faltas. E mais: precisa ter coragem, estilo, ter a bola, e se movimentar, para cima e para baixo.
E o que ainda parece é que há um sentimento forte de medo, uma pressão que gela a alma. Pelo menos entre a turma do meio, entre quem pode decidir. Dos mais velhos, uma resignação de que o destino é a derrota. Por isso é preciso contar com quem tem fome e jovialidade.