@met_lparmy 🤝🏻 @mestredosalphas
agradecer meus parceiros @magickaisded pela call do $TREMP e ao meus professores nessa jornada toda @DanielLCDuarte@ghost_alphas e um monte de gente braba de verdade na comunidade.
Pensando em falar mais sobre essas LP e estrátegias adotadas,
Inconformado que simplesmente não existe mais impressão de Magic em PTBR, to ligado que nem é algo tão recente (desde fev/2024), mas pqp pleno 2026 e as coisas piorando tnc
Crítica de Supergirl:
Nas palavras de James Gunn: "Não iremos aprovar roteiros inacabados. Só iremos entrar em produção quando tivermos um roteiro sólido".
Pois é, parece que ele esqueceu o próprio conselho, já que o filme entrega a mesma qualidade de escrita dos últimos e esquecíveis filmes do finado DCEU (pense em Shazam! 2 ou Adão Negro). Ouso dizer que The Flash tinha um roteiro melhor.
O que temos aqui é uma aventura episódica, sem muita tensão ou ambição, guiada por um antagonista patético — digno de um vilão da semana de Power Rangers. Tudo isso embalado por uma protagonista forte que tenta segurar o filme sozinha, em uma tentativa clara de emular a energia de Guardiões da Galáxia, mas que funciona com muitas ressalvas.
O longa até surpreende ao deixar claro que não quer ser apenas uma cópia de Guardiões, mesmo que boa parte dos alienígenas em tela pareça ter saído diretamente da tropa dos Saqueadores (como as ladras do ônibus espacial, rs).
No fim das contas, Supergirl é divertido, mas sofre com uma crise de identidade e um tom bastante inconsistente. Apesar de ter seus méritos, a experiência é afundada por um roteiro fraco, sustentado por uma caçada a um vilão que não transmite qualquer senso de ameaça ou urgência.
A obra só brilha de verdade quando deixa Milly Alcock se soltar no papel da protagonista. Este não é um filme do Superman, e Kara deixa isso bem claro através de suas ações, sua bússola moral ligeiramente ambígua e seu senso de humor quebrado. Os melhores momentos do filme acontecem justamente quando ela está improvisando em cena.
Jason Momoa é uma boa adição ao elenco; mesmo que ele esteja, essencialmente, interpretando a si mesmo desde Aquaman (2018), sua energia casa perfeitamente com a vibe do longa. Adoraria ter visto mais de dele e de suas motivações.
Já David Corenswet como Superman continua primoroso — ele simplesmente entende o que é ser o personagem. Mesmo com pouco tempo de tela, ele rouba a atenção e renova a ansiedade para o seu retorno no ano que vem.
Apesar desses acertos pontuais no elenco, Supergirl acaba sendo uma experiência mista e um tanto desconexa. É mais sombrio e solto que Superman, mas o texto nunca nos faz realmente sentir o peso do que está em jogo.
Krypto, seu fiel companheiro, está morrendo, mas a narrativa é tão mecânica que você simplesmente não consegue sentir essa urgência.
O resultado é uma hora e meia de um vai e vem interplanetário, com cenas de ação burocráticas, dirigidas da forma mais básica e sem inspiração possível. Fica a impressão de que o diretor Craig Gillespie tentou apenas copiar a cartilha do Gunn, jogando um filtro de Mad Max por cima pra ver se criava algo autêntico o suficiente para chamar de seu.
Como saldo, temos um filme de super-herói extremamente seguro e engessado, que provavelmente teria feito um baita sucesso entre 2014 e 2016. Hoje, no entanto, o cenário é outro; com a saturação do gênero, entregar só "o básico" já não enche mais os olhos do público. Ainda assim, deixo um ponto positivo para a reviravolta final, que é genuinamente chocante e consolida o quão diferente Kara é do seu primo.
Eu queria muito ter gostado de Supergirl na mesma medida em que gostei de Superman (Um sólido 8), mas este é apenas um filme medíocre. Aquela típica "Sessão da Tarde" que talvez funcione melhor como barulho de fundo enquanto você mexe no celular.
É frustrante ver uma HQ tão forte como A Mulher do Amanhã ser traduzida para as telas de forma tão cinza, apressada e sem emoção. Fica evidente que a roteirista (Ana Nogueira) e o diretor não captaram o que tornou o material original tão especial.
Depois de um ótimo pontapé inicial, recebemos um produto totalmente formulaico e morno. Supergirl é o Thor: O Mundo Sombrio da DC — tirem disso a conclusão que quiserem. Seja lá o que eles estiverem planejando, é bom acelerar o passo. Não acho que esse universo vá se sustentar se a qualidade das próximas entregas for parecida com essa.
Nota: 6.0/10 (por Hugo)
Toda a experiência colecionando a primeira vez o álbum da Copa foi muito divertida (fora todas as cagadas da panini), mas ninguém me avisou sobre a depressão pós álbum 🥲
EXCLUSIVO: 🚨🚨🚨
Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa surge como possível candidato da oposição para concorrer à presidência do @SaoPauloFC
O nome tem circulado na coalizão, que enxerga com bons olhos a opção para a disputa
O conselheiro carrega o nome de seu pai, campeão mundial.