SECRETÁRIO DE LULA É SANCIONADO PELOS EUA POR ESQUEMA COM MÉDICOS CUBANOS
O mesmo programa que Bolsonaro corajosamente desmontou — e por isso foi chamado de xenófobo, insensível e anticientífico — agora volta à pauta, mas com consequências sérias para quem o articulou. Quando conservadores denunciavam, eram acusados de espalhar fake news. Hoje, as punições são reais, documentadas e públicas. A verdade aparece, mesmo que demore.
O governo americano aplicou sanções contra duas autoridades brasileiras por envolvimento no programa Mais Médicos, criado no governo Dilma e encerrado por Bolsonaro. Entre os alvos estão Mozart Júlio Tabosa Sales, atual Secretário de Atenção Especializada à Saúde no governo Lula, e Alberto Kleiman, ex-funcionário da OPAS, ligado à articulação internacional do programa. Os dois tiveram os vistos revogados por participação em um esquema denunciado como trabalho forçado organizado por Cuba e intermediado por um organismo internacional, violando tratados e a Constituição brasileira.
Depois de muita pressão, foi finalmente lido o requerimento que cria a CPMI do INSS. Bilhões de reais foram roubados de quem mais precisa: idosos, pessoas com deficiência, trabalhadores que passaram a vida contribuindo e hoje têm seus benefícios sangrados por esquemas criminosos.
Desde o início, estive na linha de frente exigindo essa investigação. Agora, com a CPMI oficialmente criada, vamos buscar a verdade, expor os responsáveis e cobrar punição. O Parlamento tem o dever de investigar a fundo esse esquema fraudulento que lesou milhares de brasileiros.
O governo Lula tentou barra a CPMI, mas a nossa pressão funcionou. A oposição, mesmo em minoria, mostrou que é possível avançar quando se tem coragem, coerência e compromisso com a população. Vamos até o fim.