De volta ao gênero da ficção científica; Spielberg pegou suas influências maduras do cinema pós-Schindler e misturou com seu coração fantástico para nos levar de novo para aquele lugar da arte que pra mim é tão caro: o lugar da contemplação do “impossível”. A paranoia alienígena que nos cerca desde 1947; as cortinas de fumaça dos tempos de guerra; a delicadeza no tópico das abduções… #ODiaD pode não começar forte, mas quando pega na sua mão pra chegar naquele bombástico fim, faz a experiência virar catarse ao mesmo tempo em que ela também catatoniza os personagens. Que filme bom!!! Sensível; misterioso; louco; racional… e com uma Emily Blunt que - me perdoem o trocadilho - nem parece “desse mundo”.
meus amores acabei de assistir DIA D e to completamente embabacado eu fiquei sem ar o ato final inteiro de tao divino q foi
aos q acreditam vao se deliciar
aos q não acreditam vao se converter
viva a supremacia alienígena
"Dia D" não oferece respostas fáceis, e nem deveria. Em tempos tão cínicos, sua maior provocação reside em lembrar que a humanidade talvez esteja menos preparada para a verdade do que gosta de acreditar.
a globo tendo interesse em contratar a ana paula justamente pela personalidade dela, o mesmo motivo q fez ela ser extremamente julgada 10 anos atrás, o plot do destino mds
EQUILIBRIVM NO TOPO!
EQUILIBRIVM segue sendo o álbum pop brasileiro mais reproduzido no Spotify Brasil no momento, indo para o seu 44° dia consecutivo.