Se curar da síndrome do salva-vidas é entender que você não precisa carregar ninguém. Que não é sua função consertar, sustentar ou salvar quem não faz nada por si. E isso não te torna frio… te torna lúcido. Porque quem vive tentando salvar os outros esquece de si. E quando percebe, já está afundando junto. e você não veio ao mundo pra se perder tentando salvar quem não quer ser salvo.
Quando tudo vira só sexo, você começa a entender o que realmente faz falta. Não é o toque… é a presença. Não é a intensidade… é a constância. É ter alguém que queira ficar, ouvir, rir, dividir o tempo sem pressa. Porque quando é só físico, acaba rápido. Mas quando tem verdade… fica.
… e o que fica não é o que excita, é o que conecta.
Vocês que estão curtindo o carnaval, vamos ter bom senso com quem está trabalhando, tem gente que ganha sua grana nessa época e não precisa passar por 1% de humilhação que vocês fazem.
A gente cresce e percebe que o bonito do Natal não era a roupa nova e nem os presentes, mas sim ter uma família reunida como era antes. E agora no Natal, sempre falta alguém especial.