Moraes, do STF, não está acima da Constituição nem do povo. Questionar decisões, cobrar transparência e exigir respeito ao devido processo legal não é atacar a democracia, é defender a democracia. Não aceito que o poder seja usado para silenciar quem pensa diferente.
Não defendo o enfraquecimento das instituições. Defendo instituições que funcionem corretamente. O STF tem papel fundamental na democracia, mas ministros devem respeitar a Constituição. Criticar decisões e cobrar responsabilidades não é ser antidemocrático. É exercer cidadania.
Sou de direita e tenho uma posição muito clara: corrupção deve ser combatida em todos os Poderes, sem seletividade. Não importa se o suspeito é de esquerda, de direita ou alguém poderoso. A lei precisa valer para todos, inclusive para quem tem a caneta na mão.
O Brasil não pode depender da vontade individual de autoridades. Defendo limites claros para decisões monocráticas, respeito ao colegiado e cumprimento da Constituição. Poder sem fiscalização abre espaço para abusos. O Judiciário também precisa prestar contas à sociedade.
As revelações envolvendo o caso Banco Master e as divergências entre ministros precisam ser esclarecidas. Não basta trocar acusações: é necessário investigar, garantir acesso às provas e responsabilizar quem tiver cometido irregularidades. A verdade não pode ter lado político.
O Brasil precisa de um Judiciário forte, independente e, acima de tudo, transparente. As recentes controvérsias no STF mostram que ninguém pode estar acima das regras. Sou de direita, defendo a democracia e não aceito que decisões judiciais sejam usadas como instrumento de poder.
Hoje é 7 de setembro.
Mais do que celebrar o passado, é dia de pensar no Brasil que queremos construir. O Brasil precisa mudar: menos corrupção e privilégios, mais liberdade, segurança e oportunidades.
Independência de verdade é ter um país onde o cidadão seja prioridade.