Temos que fazer uma rede de esquerda…
Vamos apoiar!!!
Não pode apoiar agora, compartilhe. Vamos que vamos que 2024 tá bem aí.
Precisamos ter mais força.
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Geni e o Zepelim é minha música preferida. A sequência dos refrões é uma das coisas que mais me atravessam nela. A cidade condena Geni, implora que ela a salve e, depois de ser salva, volta a condená-la. Não houve uma transformação de Geni que justificasse a passagem de maldita a bendita e de bendita a maldita. Nem da pedra para pedra e bosta. O que mudou foi a necessidade de quem a julgava. Precisaram dela. E a necessidade produziu uma trégua no desprezo, não o reconhecimento de sua dignidade. Passado o perigo, a cidade pôde voltar a ser aquilo que nunca tinha deixado de ser.
Estava falando há pouco sobre como o PT virou a Geni de parte da esquerda. Na hora de enfrentar a direita, construir maioria, vencer eleição e impedir uma tragédia, precisamos salvar todo mundo. Nessa hora, reconhecem nossa base, nossa capacidade de mobilização e a força política que construímos. Depois, as contradições da disputa institucional voltam a ser apresentadas como defeitos exclusivos do petismo. Como se o PT tivesse inventado o Congresso, o poder econômico, o conservadorismo e a correlação de forças que precisa enfrentar. A cidade quer ser salva, de preferência sem precisar olhar para as condições em que exige a salvação. O livrinho do nosso barbudo vira: “E o Lula, hein?! E o PT?!”, e não O Capital.
O PT, pela abstenção deliberada de todos os partidos de esquerda desde 1989 — para ser mais precisa —, nos transformou na Geni da política inteira. A mídia ajudou a transformar isso em senso comum.
E nós, desde a fundação do partido — pois o PT somos nós —, fizemos política, construímos base, disputamos instituições, jogamos o jogo e fizemos desse partido o maior da esquerda brasileira. Isso teve custos, escolhas, erros e contradições pelos quais precisamos responder. Só que responder pelo que fizemos é uma coisa. Ser responsabilizados também por tudo o que os outros não conseguiram ou não quiseram construir é outra. Há quem transforme a própria dificuldade de organizar uma alternativa em prova de superioridade política. O PT precisa apresentar resultado. Aos demais, aparentemente, basta apresentar uma explicação sobre como teriam feito tudo melhor.
Não penso que os outros partidos devam se abster de nos criticar. Penso que precisam ser chamados à responsabilidade pelas próprias escolhas, pela construção de força social e pelo compromisso concreto com as pautas do povo. Quem se propõe a transformar a realidade também precisa responder pelos meios que oferece para isso. Porque antipetismo também pode ser antipolítica, principalmente quando vem de uma esquerda que passa a avaliar qualquer conquista menos pelo efeito na vida das pessoas do que pelo risco de ela fortalecer o PT. A essa altura, o povo já virou figurante de uma disputa sobre quem merece ser reconhecido como a esquerda de verdade.
O PSOL já começou a fazer sua tradicional imolação pública e a sangrar em praça pública, responsabilizando quem teve voto e já odiando uma migração de partido antes de vencermos o segundo turno, sem sequer saber se um golpe não nos espera no dia 26/10. Patético, para não dizer outra coisa.
As medidas do governo vigente e em exercício viram medidas eleitoreiras na boca dos purinhos, como se, durante quatro anos, não tivessem havido várias medidas e como se as proximidades eleitorais, às vezes, não fossem apenas o governo andando. A pauta do MEI é antiga, e a porta precisa estar aberta para que essa discussão encontre o Congresso de extrema direita, em sua maioria, lá em fevereiro de 2027, quando começa a nova legislatura. Mas os fiscais não conseguem manter o foco durante 13 dias. É preciso eleger Lula e derrotar o fascismo mais uma vez nas urnas para podermos ter chances de reclamar.
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#LulaContraBarbárie
#LulaPeloFimDa6x1
A Justiça usa venda nos olhos. Não deveria usar camisa de candidato. Neste vídeo, Cadu Amaral, jornalista com mais de dez anos de atuação nas editorias de geral, economia e política e experiência em campanhas eleitorais, questiona o equilíbrio das decisões envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro. Em campanha, o tempo também decide: uma publicação que continua circulando, um canal suspenso ou um julgamento adiado podem produzir efeitos que nenhuma decisão posterior consegue desfazer. Imparcialidade precisa aparecer nas decisões. A toga, sozinha, não garante nada. E não tá tudo bem.
#LulaPeloFimDa6x1
#STF
#LulaContraBarbárie
Pé-de-meia
Precisamos deixar as provas da manipulação da meta nas eleições disponíveis. Façam o teste. Tentem criar a imagem e deixem o resultado em um post seu.
Meta manipula eleições
#LULAPRESIDENTE13
Lembro bem da ministra do Bolsonaro, Tereza Cristina, quando ela afirmou: "Nós nunca tivemos guerra, nós não passamos muita fome, porque nós temos manga nas nossas cidades, nós temos um clima tropical".
Para nunca esquecer. Dia 25 é 13.
Você mora numa cidade do interior ou na capital e terá um voucher (vale-educação) para colocar seu filho na escola.
Pense aí.
Não é mais a escola pública perto da sua casa.
É você procurando uma escola particular que exista na sua cidade, tenha vaga e aceite receber o valor do voucher (vale-educação).
E a merenda?
E a creche?
E a escola onde não existe uma particular? Eu moro em interior e sei que mal tem escola particular do ensino fundamental. Ensino médio, então é raridade. Não é minha primeira cidade do interior. Quem tem grana já manda os filhos estudarem fora no ensino fundamental. Imagina sem o IF na cidade. Sem o ônibus escolar para você fazer a universidade e faculdade na cidade vizinha?
Se o Bolsa Família pode acrescentar R$ 50 por filho em determinadas situações, quanto você acha que vai custar um voucher (Vale-educação) capaz de pagar a educação de uma criança?
E quem vai garantir que esse valor será suficiente?
Porque voucher (vale-educação) não cria escola.
Não cria professor.
Não cria creche.
Não constrói cozinha para merenda.
Não coloca escola onde ela não existe.
Você está disposto a trocar uma rede pública que é obrigação do Estado por um voucher (vale-educação) e torcer para aparecer alguém disposto a prestar o serviço?
É isso que precisa ser discutido.
É isso que o seu voto vai decidir. A educação de milhões de pessoas que você nem conhece.
O voto é individual. A consequência é coletiva.
Vote Lula. Vote 13 pela Educação gratuita. Pela educação pública.
#FandomsComLula
Ana Elisa
SEM ANISTIA
JANONES
QUEM COMPARA VOTA LULA
EXÉRCITO DO LULA
SEGUNDO TURNO É LULA
#Eleicões2026
Nordeste
PECs
Janja
Inácio Lula da Silva
Fake News
Moraes
ANCINE
Bahia
Farmácia Popular
Senado
Dia 25
E aí eu quero falar de institucionalidade.
No privado de alguns companheiros e em três grupos eu disse isso. O que o Flávio Bolsonaro quer fazer não é possível sem acabar com a constituição.
Porque tem promessa sendo feita nesta eleição que não é simplesmente “vou gastar menos”.
Estamos falando de mexer nas próprias travas constitucionais que protegem Saúde e Educação.
A equipe de Flávio fala numa “PEC da Transição” para produzir um ajuste da ordem de R$ 300 bilhões. E, entre as medidas discutidas, está a desvinculação dos pisos constitucionais da Saúde e da Educação.
Prestem atenção na palavra:
PEC.
Proposta de Emenda à Constituição.
Não é um cortezinho que um ministro faz numa planilha na segunda-feira depois do café.
Hoje a Constituição determina um mínimo para a Saúde e outro para a Educação justamente porque, sem vinculação, essas duas áreas entram imediatamente na disputa cotidiana por espaço fiscal.
No projeto de Orçamento de 2027, a Saúde tem R$ 272,2 bilhões e já está praticamente no piso. A Educação tem R$ 141,2 bilhões e está só um pouco acima dele. Somadas, as duas chegam a R$ 413,4 bilhões.
Só para vocês terem dimensão: R$ 300 bilhões correspondem a quase 3/4 (três quartos) desse valor.
Então, quando alguém apresenta um ajuste dessa magnitude e ao mesmo tempo coloca Saúde e Educação constitucionalmente vinculadas na mesa da tesoura, não estamos mais discutindo reduzir cafezinho, ministério ou carro oficial.
Estamos discutindo mudar a arquitetura constitucional do gasto social brasileiro.
E aqui tem um detalhe que quase não aparece quando se fala em “desvincular o piso da Saúde” como se estivéssemos apenas mexendo numa célula de Excel em Brasília:
o SUS não é financiado só pela União.
É um sistema tripartite.
União, estados e municípios colocam dinheiro. Só que quem está lá na ponta administrando posto de saúde, equipe de Saúde da Família, boa parte da rede de urgência, farmácia, exame, ambulância e atendimento cotidiano são justamente estados e, principalmente, municípios. O próprio Ministério da Saúde define o financiamento da Atenção Primária como tripartite e repassa recursos federais diretamente aos fundos estaduais e municipais.
E os municípios já não estão exatamente nadando em dinheiro.
A Constituição exige deles um mínimo de 15% de determinadas receitas para Saúde. Só que dados do próprio SUS mostram que, em 2023, as médias municipais já estavam bem acima desse piso, variando aproximadamente de 21% a 25%, dependendo do tamanho do município. Ou seja: a ponta já está colocando mais recurso próprio porque o sistema exige.
Então vamos materializar a conversa.
Se você reduz estruturalmente o crescimento da participação federal na Saúde, só existem algumas possibilidades.
Estado põe mais dinheiro.
Município põe mais dinheiro.
Ou alguma coisa deixa de ser financiada no mesmo nível.
É assim que uma discussão abstrata sobre “piso constitucional” pode chegar no soro, na luva, no exame, no remédio, na equipe e no plantão do postinho e da UPA.
Não porque exista uma rubrica no texto da PEC escrita “cortar luvas da UPA”.
Evidentemente não existe.
Mas porque UPA também recebe custeio federal e porque a Atenção Primária depende de transferências federais fundo a fundo. Se a União reduz relativamente sua obrigação, a necessidade concreta não desaparece junto com a vinculação constitucional.
O paciente continua chegando.
A criança continua precisando de vacina.
O diabético continua precisando de acompanhamento.
A UPA continua abrindo 24 horas.
A luva continua custando.
O soro continua custando.
A Constituição pode deixar de obrigar determinado crescimento da despesa. A doença não recebe a PEC e resolve crescer só pela inflação.
E é aí que eu gostaria muito de saber como pretendem construir a maioria para isso.
Porque PEC não se aprova com publicação no X nem com “o mercado gostou”.
São necessários 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos em cada Casa.
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Para o Congresso, venceram as emendas parlamentares, venceu o antipetismo, venceram as prefeituras conquistadas em 2024, e a extrema-direita avançou ainda mais sobre o Centrão.
A Federação PT ganhou cadeiras e, portanto, avançou. Quem perdeu cadeiras foi o Centrão.
E não foi por fórmula mágica. Foi pela boa e velha fórmula de sempre.
Eleição para o Congresso não se vence apenas pela disputa ideológica. E eles perceberam, lá atrás, antes de estourar o escândalo dos anões do orçamento, o que garantia vagas no Congresso.
Enquanto isso, os partidos de esquerda se abstiveram de disputar esse campo. Abstiveram-se de se capilarizar.
E a extrema-direita hoje usa, com a própria roupagem, o que o Centrão descobriu lá atrás:
Ganho prefeituras.
Faço parlamentares.
Amplio minha força.
E depois uso essa força para ganhar mais prefeituras e fazer mais parlamentares.
É ciclo de poder. É construção de máquina. É correlação de forças.
E, no fim…
É O CAPITAL, estúpido.
Parem de pegar exceções e transformar em regra.
Para cada influencer eleito, há dezenas que não fizeram nem o mínimo de votação nominal para chegar ao Congresso.
Parem também de ignorar o poder do capital.
E parem de ignorar que o Congresso de hoje foi eleito em 2024. Com prefeituras, emendas, máquinas políticas e poder das redes.
Para eles, isso é válido. Porque eles não precisam aprender a usar as redes do zero. Eles já chegam nelas com estrutura, dinheiro, mandato, máquina e poder político.
Aí fica fácil olhar para um influencer que conseguiu se eleger e fingir que descobrimos a nova fórmula da política.
Não. Descobrimos uma exceção que deu certo.
E talvez seja justamente isso que parte desse antipetismo de esquerda tenha tanta dificuldade de incorporar à própria análise.
Porque é muito confortável discutir apenas os limites de um governo capitalista, as concessões, as derrotas, aquilo que não foi feito e aquilo que poderia ter sido feito de outra maneira.
Tudo isso existe.
O problema é quando, para preservar essa narrativa, você precisa tratar como irrelevante aquilo que efetivamente aconteceu na vida concreta de milhões de trabalhadores.
Eu penso muito no Norte e no Nordeste quando falo disso.
Na nossa elite.
Na naturalização da pobreza.
Na política tratada durante décadas como favor.
Na dependência pessoal substituindo direito.
Na cesta básica aparecendo como instrumento de poder político onde deveria existir política pública permanente.
Eu não consigo olhar para essa história e dizer que colocar pobre no orçamento foi apenas um detalhe reformista sem importância histórica.
Não foi.
E é também por isso que eu não compro essa leitura de que, se ainda estamos dentro do capitalismo, então as diferenças entre os projetos políticos praticamente desaparecem.
Isso não é materialismo.
Se duas decisões políticas produzem consequências materiais diferentes sobre a vida de milhões de pessoas, essas diferenças também fazem parte da realidade que precisa ser analisada.
É daí, inclusive, que vem parte do meu otimismo.
Eu já vi a realidade mudar.
Já vi aquilo que parecia natural deixar de ser natural.
Já vi gente que nunca imaginou universidade colocar filho dentro dela.
Já vi política pública alterar horizonte de vida.
Já vi pobre deixar de aparecer apenas como objeto de caridade e começar a aparecer como sujeito de direito e destinatário do orçamento público.
Então eu sei que é possível mudar porque alguma coisa já mudou.
Só que talvez seja justamente daí que venha meu medo agora.
Porque nada disso é permanente por força da natureza.
Não existe uma seta histórica obrigando o Brasil a continuar avançando.
O fascismo não desaparece porque entregamos política pública, assim como não se combate fascismo apenas com superioridade moral ou com a frase mais revolucionária da timeline.
O nosso freio a ele passa também pela capacidade de entregar resultado concreto, organizar gente, disputar consciência, construir maioria e, sobretudo, não desistir da política.
Foi isso que me pegou no vídeo do Lula de ontem.
Essa ideia de não desistir.
Talvez minha Poliana esteja um pouco avariada nesses últimos dias.
Mas ela não morreu.
O que mudou é que agora meu otimismo está acompanhado de um senso de urgência que eu não estava acostumada a sentir.
Porque eu sei o que a política mudou na minha vida.
Eu sei o que ela pode mudar para pior também.
E sei que nenhuma conquista permanece apenas porque a gente considera que ela merece permanecer.
Tem disputa.
Tem escolha.
Tem consequência.
E eu chego a esta eleição exatamente assim: otimista, preocupada, com memória, com lado e com absoluta consciência do que considero estar em jogo.
O seu ato mais revolucionário esse ano é votar 13. É votar Lula.
Sou uma pessoa invariavelmente otimista. Daquelas que sempre veem o copo meio cheio.
Meu digníssimo me chama de Poliana. Os mais velhos entenderão a referência. Eu nem sei qual seria a referência atual para uma Poliana. Nem sei se, nessa versão atual de jovens tão desanimados — culturalmente desanimados, e eu não acho que seja à toa —, ainda exista espaço para uma Poliana.
Mas esses dias eu devo confessar que meu senso de urgência tem produzido em mim um temor real pelo futuro.
Continuo acreditando na nossa capacidade de vencer no primeiro turno. Só que olhar para essa bolha antipetista, especialmente uma parte desse webcomunismo, tem me produzido um sentimento ambíguo.
Porque é desesperador observar o efeito que décadas de antipetismo produziram na cabeça de uma parte dessa galera que acha que ser de “esquerda radical” passa necessariamente por ser antipetista.
Aí você fica vendo gente repetir que o problema é o NAF, é a privatização, é a concessão, é isso, é aquilo, quase como papagaio, enquanto ignora a realidade concreta que está diante dos olhos.
E atenção: eu não estou dizendo que essas discussões não existem ou que não devam ser feitas.
Existem.
Só que a realidade material da eleição também existe.
As pesquisas mais recentes continuam mostrando uma disputa muito concentrada entre Lula e Desmaio, ainda que os institutos apresentem diferenças entre si: o Datafolha de 28 de setembro marcou 40% a 36%; o Meio/Ideia, divulgado nesta semana, 39,4% a 38,4%. Isso não permite decretar resultado, muito menos transformar segundo turno em certeza, mas deixa bastante claro onde está concentrada a disputa presidencial neste momento.
E aí eu fico vendo pessoas cuja análise política supostamente parte da realidade concreta tratando como questão quase secundária o fato de que, no mundo real, a escolha presidencial está extremamente concentrada entre um governo ao qual elas atribuem NAF, privatizações, concessões e todos os outros pecados da lista e, do outro lado, um projeto que elas próprias dizem considerar ainda pior.
Aí a pessoa não para para pensar sobre a contradição.
E talvez não seja por acaso que uma sociedade consiga chegar ao ponto de praticamente se dividir ao meio diante de projetos políticos tão diferentes.
Também não é por acaso que milhões de pessoas escolham Lula.
E é justamente aí que, para mim, entra o materialismo.
Porque minha realidade material mudou com os governos Lula.
Eu pude dar um futuro diferente aos meus por causa disso.
Não estou falando de uma abstração teórica. Não estou falando de um gráfico que vi ontem ou de uma frase de campanha.
Eu vivi.
E as coisas não estão bem. Evidentemente não estão.
Só que o materialismo histórico, a dialética e até as minhas evidências anedóticas — porque materialidade também passa pela experiência concreta das pessoas — me impedem de fingir que nada aconteceu ou que qualquer governo teria produzido necessariamente o mesmo resultado.
Eu não tenho uma máquina do tempo para afirmar exatamente qual Brasil teríamos hoje se 2002 tivesse terminado de outra maneira.
Mas eu sei qual Brasil existia.
Em 2003, o Nordeste ainda concentrava níveis brutais de pobreza e desigualdade; um levantamento posterior do IBGE mostrou que, com dados daquele período, 77% dos municípios nordestinos tinham mais da metade da população vivendo na pobreza.
E sei também o que aconteceu depois.
Entre 2003 e 2011 houve crescimento da renda domiciliar, redução da desigualdade e queda da extrema pobreza, com crescimento da renda mais forte nas regiões mais pobres. O Ipea identifica nesse processo tanto o crescimento da remuneração do trabalho quanto políticas como o Bolsa Família, especialmente importantes em partes do Nordeste.
Então eu não preciso inventar uma linha do tempo alternativa para dizer que alguma coisa material mudou.
Mudou.
Eu vi.
Minha família viu.
Milhões de pessoas viram.
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Pôs fim às bets por medida provisória e jogou para o Congresso a responsabilidade de decidir se essa proibição vira permanente. Abriu o debate para que o Congresso, finalmente, se debruce sobre um assunto tão sério. Um assunto que destrói famílias e tira vidas.
Podemos chegar em 5/10/2026 com um presidente eleito e, além do fim da escala 6x1, com a gratuidade do transporte público novamente na pauta nacional.
Quero esse presidente. #LulaTransformaVidas
E meu ateísmo defende o respeito a Nossa Senhora Aparecida.
Creio que André Mendonça e Flávio Desmaio acabaram de dar start no maior efeito Streisand já visto.
Quero ver as big techs dando conta disso. Vão derrubar milhões de contas?
LULA MUITO NECESSÁRIO
Nossa Senhora Aparecida